Estudo da Unicamp sobre a qualidade da água para consumo e de rios da região metropolitana de Campinas (95 km de SP) –onde vivem cerca de 2,5 milhões de pessoas — revela a presença de hormônios sexuais e de compostos derivados de produtos farmacêuticos e industriais.
Nota do Cretino: Antes de prosseguir, veja esta foto tirada no BOSQUE em Campinas e tire suas próprias conclusões.
(…) A pesquisa coletou, durante quatro anos, amostras de água bruta e potável na bacia do rio Atibaia, o principal manancial da região, que abastece cerca de 92% de Campinas.
Na água potável, foram identificadas desde progesterona (hormônio sexual feminino) até cafeÃna, bem como colesterol e os hormônios estradiol e etinilestradiol, além de compostos usados em remédios e na indústria. Os fármacos (substâncias quÃmicas usadas como remédios) detectados na água são muito utilizados como analgésicos, antiinflamatórios e antitérmicos. As concentrações de fármacos na água bruta do rio foram maiores do que na água potável.
Os cretinos resolveram engarrafar a água e colocar no comércio, veja os Rótulos:


Os compostos identificados não deveriam estar presentes na água consumida pela população. Contudo, não há legislação que fixe nÃveis toleráveis para essas substâncias. Algumas, como a cafeÃna, foram encontradas em concentração até mil vezes maior do que em paÃses europeus.
A média de hormônios femininos encontrados na água potável de Campinas é de um micrograma por litro. Portanto, ao beber dois litros de água por dia, uma pessoa pode ingerir 60 microgramas por litro dessas substâncias por mês.
“Não há dados conclusivos sobre quais danos ao homem são causados por exposição crônica a esses compostos. Mas eles não deveriam estar presentes na água potável. O resultado do estudo é bastante preocupante“, disse o professor Wilson de Figueiredo Jardim.
Veja o restante da Matéria aqui: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u129198.shtml