Como curar o ronco
Categoria(s): Piadas
Um homem decide ir consultar um médico.
- Doutor, preciso me curar o mais depressa possivel. Pelo que ouvi parece-me que eu ronco.
- E você ronca muito alto? Pergunta o médico
- Pelo que me disseram, penso que sim.
- Você é casado? Pergunta o médico.
- Não.
- Então não é muito grave.
- Sim, sim, é grave Doutor. Por causa desta porcaria já fui despedido três vezes.
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Harlei Cursino Vieira dá seu palpite,
outubro 4, 2007 @ 20:10
Muito massa essa piada do ronco!
Harlei Cursino Vieira dá seu palpite,
outubro 4, 2007 @ 20:14
Eu mesmo, muita gente já disse que eu ronco. o ronco não é culpa da pessoa. As pessoas não roncam porque querem e se uma mulher quiser separar do marido po causa do ronco, que separe!
Harlei Cursino Vieira dá seu palpite,
outubro 6, 2007 @ 19:32
Eu mesmo, muita gente já disse que eu ronco. o ronco não é culpa da pessoa. As pessoas não roncam porque querem e se uma mulher quiser separar do marido por causa do ronco, que separe!
Harlei Cursino Vieira dá seu palpite,
novembro 3, 2007 @ 04:34
Uma dia, eu acho que vale é dizer: eu peço a Deus que eu venha parar de roncar em O Nome do Senhor Jesus!
Harlei Cursino Vieira dá seu palpite,
maio 16, 2008 @ 23:23
Pobres pagam mais imposto que os ricos no Brasil
Nota do IPEA
Os 10% mais ricos concentram 75% da riqueza do país. Para agravar ainda mais o quadro da desigualdade brasileira, os pobres pagam mais impostos que os ricos.
Segundo levantamento feito pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), apresentado hoje (15/5) ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) reunido em Brasília, os 10% mais pobres do país comprometem 33% de seus rendimentos em impostos, enquanto que os 10% mais ricos pagam 23% em impostos.
“O país precisa de um sistema tributário mais justo que seja progressivo e não regressivo como é hoje. Ou seja, quem ganha mais deve pagar mais; quem ganha menos, pagar menos”, disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, durante a apresentação do levantamento, que foi feito por pesquisadores das diretorias de Estudos Sociais, Macroeconomia e Estudos Regionais e Urbanos, para contribuir na discussão da reforma tributária.
Os números do Ipea mostram que os impostos indiretos (aqueles embutidos nos preços de produtos e serviços) são os principais indutores dessa desigualdade. Os pobres pagam, proporcionalmente, três vezes mais ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que os ricos. Enquanto os ricos desembolsam em média 5,7% em ICMS, os pobres pagam 16% no mesmo imposto.
Nos impostos diretos (sobre renda e propriedade) a situação é menos grave, mas também desfavorável aos mais pobres. O IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) tem praticamente a mesma incidência para todos, com alíquotas variando de 0,5% para os mais pobres a 0,6% e 0,7¨% para os mais ricos. Já o IPTU (Imposto sobre Propriedade Territorial e Urbana) privilegia os ricos. Entre os 10% mais pobres, a alíquota média é de 1,8%; já para os 10% mais ricos, a alíquota é de 1,4%.
“As mansões pagam menos imposto que as favelas, e estas ainda não têm serviços públicos como água, esgoto e coleta de lixo”, alertou o presidente do Ipea.
Veja os dois documentos que compõem o levantamento do Ipea.
Levantamento