Por Cretino em 17/11/2006

Amor Platônico

Na semana do casamento, a menstruação chega para Leivanira, causando verdadeiro desespero na noiva que aos prantos desabafa com a mãe:
– Poxa mãe, justo na semana do meu casamento tenho que ficar desse jeito! Eu sou uma desgraçada mesmo! Como vai ser na lua de mel? O Franciscleyson vai me odiar! Buáááááá!
Vendo a situação da filha, a mãe resolve conversar com o noivo a fim de tranqüilizar a noivinha neurótica.
– Mas, Dona Marineuza – diz o noivo – fale para Leivanira não se preocupar, pois sei que a tensão do casamento pode provocar isso. Por favor, a senhora pode ir para casa tranqüila e, por favor, diga sua filha que o ocorrido é um mero infortúnio e nada significa comparado ao tamanho de nosso amor. Diga a ela que teremos uma noite de amor platônico!
Aliviada, a sogra volta para casa rapidamente para acalmar a filha.
– Filha! Olha, fui lá falar com o teu noivo e ele entendeu o seu problema. Ah, e ele também falou para você não se chatear que, enquanto você
permanecer com suas “regras???, vocês ficarão só no amor platônico, viu?
A filha fica aliviada e, quando a mãe já estava saindo do quarto, pergunta:
– Mãe! Mas o que é “amor platônico”?
– Também não sei o que é filha. Mas, em todo caso, lave bem “as partes” e escove bem os dentes…
(Toinho)