Pedreiro Poruguês
Categoria(s): Dos Contribuintes, Piadas
Assentador de tijolos relata curioso acidente do trabalho em Portugal (Internacional - 20.09.2002)
Circula na Internet, desde segunda-feira, uma notÃcia (cuja autenticidade não conseguimos comprovar), relatando curiosa “explicação” dada, por escrito, a um foro de Cascaes (Portugal), por um segurado que teve a indenização securitária (acidente do trabalho) negada administrativamente.
Em conseqüência, ele postulou judicialmente a indenização. Após a contestação da seguradora, foi determinada a realização de perÃcia. O segurado teve que fornecer uma resposta escrita sobre as dúvidas. A carta que ele teria enviado é que faz a graça de alguns saites de notÃcia. Seu texto teria sido o seguinte:
“Em resposta ao gentil pedido de informações adicionais esclareço:
No quesito 3 da comunicação do sinistro mencionei “tentando fazer trabalho sozinho” como causa do meu acidente. Em vossa carta V.Exas. pedem-me uma explicação mais pormenorizada, pelo que espero que sejam suficientes os seguintes detalhes:
Sou assentador de tijolos e no dia do acidente estava a trabalhar sózinho no telhado de um prédio de 6 (seis) andares. Ao terminar o meu trabalho verifiquei que tinham sobrado 250 kg de tijolos. Em vez de os levar a mão para baixo (o que seria uma asneira) decidi, num acesso de inteligência, colocá-los dentro de um barril com a ajuda de uma roldana, a qual, felizmente, estava fixada num dos lados do edifÃcio, mais precisamente no sexto andar.
Desci ao piso térreo e atei o barril com uma corda e subi para o sexto andar de onde puxei o dito cujo barril para cima, colocando os tijolos no seu interior.
Retornei em seguida para o piso térreo, desatei a corda e segurei-a com força para que os tijolos (250kg) descessem lentamente. ( De notar que no quesito 11 informei que o meu peso oscila em torno de 80kg).
Surpreendentemente, porém, senti-me violentamente alçado do chão e, perdendo a minha caracterÃstica presença de espÃrito, esqueci-me de largar a corda.
Acho desnecessário dizer que fui içado do chão a grande velocidade. Nas proximidades do terceiro andar dei de cara com o barril que vinha a descer. Ficam explicadas as fraturas do crânio e das clavÃculas.
Continuei a subir a uma velocidade um pouco menor somente parando quando os nós de meus dedos ficaram entalados na roldana. Felizmente, nesse momento, já recuperara minha presença de espÃrito e consegui, apesar das fortes dores, agarrar a corda. Simultaneamente, no entanto, o barril com os tijolos caiu ao chão e partiu o seu fundo. Sem os tijolos o barril pesava aproximadamente 25kg ( novamente refiro-me ao meu peso indicado no quesito 11 ).
Como podem imaginar comecei a cair vertiginosamente e próximo ao terceiro andar, quem encontrei ? O barril que vinha a subir ! Ficam explicadas a fratura dos tornozelos, as lacerações das pernas e o que é lamentável, os
estragos na parte inferior de meu tronco. O encontrão com o barril, porém, reduziu a velocidade de minha descida o que veio minimizar meus sofrimentos, quando cai em cima dos tijolos e felizmente só fraturei três vértebras.
Lamento, no entanto, informar que quando me encontrava caÃdo sobre os tijolos, incapacitado de me levantar e vendo o barril acima de mim, perdi novamente a minha decantada presença de espÃrito e larguei a corda. O barril que pesava mais do que a corda, desceu e caiu em cima de mim, partindo-me as pernas.
Espero ter fornecido as informações complementares solicitadas.
Esclareço, outrossim, que este relatório foi escrito pela minha enfermeira, pois os meus dedos ainda guardam a forma da roldana.
Atenciosamente,
Mano Well
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Júlio César dá seu palpite,
junho 19, 2008 @ 12:44
EI QUE SITE FULERO É ESSE?
É O + ESCROTO QUE EU JA VI!
NAN,NAN
ESSE É FODA MESMO,SITE MASSA DO CARALHO!