Por Cretino em 01/11/2006

Origem dos Nomes dos Municípios Paulistas (cidades)

  • Adamantina (portuguesa): Devido ao progresso de Marulha, a Cia. Paulista de Estradas de Ferro decidiu batizar com nome de mulher outra estação que abriria, reiniciando uma nova seqüência alfabética com Ada, que mais tarde virou Adamantina. Ganhou autonomia em 24 de dezembro de 1948.
  • Adolfo (portuguesa): Nasceu em 1936 como Jericó, pelas mãos do pastor protestante Vitório Voltolini. O nome atual homenageia Adolfo Amaral Mendonça, benfeitor local. Emancipou-se de José Bonifácio em 18 de fevereiro de 1959.
  • Aguai (tupi): Significa guizo ou cascavel. Este último nome foi herdado de uma estação férrea inaugurada em 1.º de janeiro de 1887, no lugar denominado Capão do Cascavel, por onde passava a Cia. Mogiana de Estrada de Ferro. Em 30 de novembro de 1944, virou município, com o nome atual.
  • Águas da Prata (portuguesa): Surgiu da descoberta, em 1876, da primeira fonte de águas do ribeirão Prata, próximo ao lugar. Ganhou status de município em 03 de julho de 1935.
  • Águas de Lindóia (híbrido, portuguesa e tupi): Corruptela das palavras de origem tupi rydoya (água que extravasa) e rindheia (água insípida e quente). Outra versa garante que rhyndoya significaria águas quentes. Nasceu em 02 de julho de 1916 com o nome de Termas de Lindóia, por inspiração do médico italiano Francisco Fozzi, que pretendia formar termas semelhantes s européias. Emancipou-se de Serra Negra em 16 de novembro de 1938.
  • Águas de Santa Bárbara (portuguesa): Foi fundada em 20de abril de 1868, com o nome de Santa Bárbara do Rio Pardo, da qual a ilustre moradora Guilhermina Marques do Vale era devota, e por ficar s margens do rio Pardo. Emancipou-se em 03 de abril de 1876 e recebeu o nome atual devido aos vários rios que cortam a cidade.
  • Águas de São Pedro (portuguesa): Fundada em 25 de julho de 1940, ao lado da cidade de São Pedro, recebeu o nome devido s três fontes medicinais existentes no lugar: Almeida Sales, Gioconda e Juventude. Foi emancipada de São Pedro em 02 de abril de 1949.
  • Agudos (portuguesa): Em 27 de julho, comemora seu centenário, pois ganhou status de cidade em 1898. Simplificou seu nome anterior, São Paulo dos Agudos, dado em homenagem ao santo e serra dos Agudos, em 20 de dezembro de 1905.
  • Alambari (tupi): Nasceu da edificação de uma capela como pagamento de uma promessa, feita em 1820, pelo major Domingos Afonso. O nome quer dizer peixe de escama escura. Virou município em dezembro de 1991.
  • Alfredo Marcondes (portuguesa): Em 24 de dezembro de 1929 era apenas um povoado chamado São Benedito, lembrando seu padroeiro. Depois, tornou-se Vila Vasconcelos, em homenagem ao comendador Eugênio Vasconcelos, que iniciou o povoado. Emancipada da cidade de Álvares Machado em 24 de dezembro de 1948, recebeu o nome de Alfredo Soares Marcondes, pai do primeiro prefeito, Darci Faria Marcondes.
  • Altair (portuguesa): Em 1929, o lugar abrigava uma fazenda com o nome de São Carlos, pertencente ao município de Olímpia. Virou município em 31 de dezembro de 1958 e em 1.º de janeiro de 1960 passou a chamar-se Altair, nome de uma estrela, por sugestão do então prefeito, José Garcia de Souza.
  • Altinópolis (híbrida, portuguesa e grega): Em 1965, surgiu o arraial de Nossa Senhora da Piedade, que dez anos depois virou a freguesia da Nossa Senhora da Piedade de Mato Grosso de Batatais. Até 1918, era chamada de Mato Grosso de Batatais. Em 1919 é elevada condição de município e ganha o nome atual, uma homenagem a Altino Arantes, então governador de São Paulo.
  • Alto Alegre (portuguesa): Quando se decidiu rebatizar o lugar, antes chamado Feveral, optou-se por uma combinação entre a posição geográfica do município, a 600 metros do nível do mar, e o clima reinante entre a população local. Chegou a distrito em 29 de setembro de 1934 e a município em 30 de dezembro de 1953.
  • Alumínio (portuguesa): O coronel Antônio Rodovalho adquiriu terras na região e, em 06 de junho de 1888, fundou a vilarejo de Rodovalho. O nome atual foi dado em 1946, quando da instalação da Companhia Brasileira de Alumínio, até hoje na cidade. Em 31 de dezembro de 1991, deixou de pertencer a Mairinque e se tornou município.
  • Álvares Florence (portuguesa): As primeiras casas começaram a aparecer por volta de 1900, quando o lugarejo era chamado de São João Batista do Marinheiro. Antes, era conhecido como Vila Monteiro. Já esteve sob a jurisdição de São José do Rio Preto e Tanabi. O nome atual foi dado em sua emancipação, em 24 de dezembro de 1948, em homenagem ao presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo que morreu naquele ano.
  • Álvares Machado (portuguesa): Chamado inicialmente de Brejão, a localidade deve seu crescimento ao agricultor Manoel Francisco de Oliveira, que chegou região em 1916. Três anos depois, os trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana deram novo impulso ao lugar. A estação foi batizada em homenagem ao político, militar e médico Francisco Álvares de Vasconcelos, que também legou seu nome cidade, emancipada em 30 de novembro de 1944.
  • Álvaro de Carvalho (portuguesa): A primeira edificação de que se tem notícia no lugar é a palhoça em que Mamede Barreto vendia água a 200 réis o copo. Era o embrião do Povoado de Santa Cecília, mais tarde transformado em vila e depois, em 25 de abril de 1937, rebatizado como Álvaro de Carvalho, nome de um deputado estadual que, apesar de não morar na cidade se empenhou pela sua emancipação, em 24 de dezembro de 1948.
  • Alvinlândia (portuguesa): Seu primeiro nome foi vila Couto, em homenagem a um de seus fundadores, José Bonifácio de Couto, que chegou região em fevereiro de 1934. Subordinada ao distrito de Garça, recebeu a atual denominação quando da sua emancipação, em 08 de agosto de 1959, em homenagem a Joviano Alvim, pai do deputado que lutou pela autonomia.
  • Americana (portuguesa): Ganhou este nome devido ao fluxo de americanos do Sul que se instalaram na região depois da derrota dos Confederados na Guerra de Secessão (1961-1865). Na estação de trem da cidade, esses imigrantes colocaram uma placa onde se lia “vila dos americanos”. Daí o nome. Foi emancipada em 12 de novembro de 1924.
  • Américo Brasiliense (portuguesa): Foi fundada em 1854 por imigrantes portugueses que se instalaram em terras doadas pelo governador de São Paulo (de agosto a dezembro de 1891) Américo Brasiliense. Foi emancipada de Araraquara em março de 1965.
  • Américo de Campos (portuguesa): Homenagem ao advogado e jornalista Américo de Campos, amigo de políticos de Tanabi, sede do então povoado. O vilarejo começou na fazenda São João das Águas Paradas, em 1920. Emancipou-se de Tanabi em 24 de dezembro de 1948, ganhando o nome atual.
  • Amparo (portuguesa): Em homenagem a Nossa Senhora do Amparo. Povoamento originou-se em 1820, através de sertanistas vindos de Bragança Paulista, Atibaia e Nazaré. Tornou-se cidade autônoma em 28 de março 1865, quando desvinculou-se de Bragança Paulista.
  • Analândia (portuguesa): Remonta doação de 20 alqueires de terras por Manoel Vicente Lisboa, em 1887, para a formação de um povoado. Os ocupantes da área resolveram construir uma capela dedicada a Santana, padroeira local. Virou distrito de Anápolis em 17 de dezembro de 1890, município em 21 de junho de 1897 e teve o nome trocado para Analândia em 30 de novembro de 1944, para se diferenciar de cidades homônimas.
  • Andradina (portuguesa): Seu fundador, Antônio Joaquim de Moura Andrade, atraiu para o lugar 6 mil famílias, divididas em igual número de pequenas propriedades, a partir de 11 de julho de 1937. Tudo sem entrada ou fiador. Transformou-se em distrito de Valparaíso em 10 de novembro daquele ano e ganhou autonomia em 30 de dezembro de 1938.
  • Angatuba (tupi): Povoada por volta de 1870, recebeu o nome atual em 07 de dezembro de 1908 em razão das ingazeiras da região. Em tupi, ingá significa fruto; e tuba, doce. Alguns historiadores divergem dessa definição e dizem que o nome significa lugar das almas. Ao ganhar status de município, em 10 de março de 1885, chegou a chamar-se Espírito Santo da Boa Vista.
  • Anhenbi (tupi): Originariamente chamada Correnteza Torta e Capela de Nossa Senhora dos Remédios da Ponte do Tietê, o arraial foi fundado pelos bandeirantes. O atual nome, em vigor desde 06 de novembro de 1906, copia a forma como os índios chamavam o curso d’água local (rio dos inhambus, pássaros comuns na região). A tal ponte da denominação anterior ruiu há mais de 90 anos.
  • Anhumas (tupi): O povoado foi fundado em 06 de agosto de 1922 por Domingos Ferreira de Medeiros, que deu a atual denominação por causa do rio anhumas (aves, no linguajar indígena). Desligou-se de Presidente Prudente em 30 de dezembro de 1953.
  • Aparecida (portuguesa): Homenagem Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida. O povoado cresceu em torno de uma capela construída em 1744 para abrigar uma imagem da Santa içada por pescadores do rio Paraíba em 1717. Permaneceu como distrito de Guaratinguetá até 17 de dezembro de 1928.
  • Aparecida D’Oeste (portuguesa): O vilarejo surgiu por volta de 1958 com a chegada de famílias que compraram terra na região. O uma homenagem padroeira do Brasil, Nossa Senhora, e a partícula D’Oeste serviu para diferenciá-la de outras localidades com o mesmo nome. A emancipação em relação a Pereira Barreto aconteceu em 1964.
  • Apiaí (tupi): Rio dos meninos ou lugar alagado. Há pelo menos duas versões sobre o surgimento do município. Numa delas, Francisco Xavier aparece como fundador do povoado de Santo Antônio das Minas, rebatizado em 1770 como Santo Antônio das Minas de Apiaí. Para outros, o município, desmembrado da antiga vila de Sorocaba, foi criado em 23 de março de 1771, também com o nome de Santo Antônio de Apiaí. De todo modo, a sede municipal só virou cidade em 19 de dezembro de 1906.
  • Araçariguama (tupi): Lugar onde se reúnem os pássaros para comer e também nome de um ribeirão na região. Os primeiros registros da localidade datam de 1653 e emancipou-se de São Roque em dezembro de 1991
  • Araçatuba (tupi): O nome é atribuído existência na região de muitos araçás, arbustos cujos frutos são muito apreciados. Foi promovida a município em 08 de dezembro de 1921, deixando de ser distrito de Penápolis.
  • Araçoiaba da Serra (híbrida, tupi e portuguesa): Por volta de 1589, os bandeirantes Afonso Sardinha, pai e filho, instalaram-se na localidade, aos pés da serra de Araçoiaba (proteção contra intempéries ou monte em forma de chapéu). Ambos procuravam ouro, mas só acharam ferro. Antes Campo Largo, adotou o nome atual ao transformar-se em 30 de novembro de 1944.
  • Aramina (tupi): Fundada em 1905, com a chegada da estrada de ferro Mogiana. Seus primeiros moradores foram Juvenal Campo e Fábio José de Araújo, que deram este nome cidade por causa de uma planta muito comum na região, chamada Aramina.
  • Arandu (tupi): A palavra significa barulho de papagaios, ave muito comum na região. Virou bairro de Avaré em 19 de março de 1964, com o nome de Barreiro, por causa da terra vermelha. Foi emancipada em 30 de novembro daquele mesmo ano.
  • Arapeí (tupi): Significa pequeno caminho para o céu. Surgiu por volta de 1850 com o nome de Alambari e se emancipou de Bananal em maio de 1991.
  • Araraquara(tupi): Alguns historiadores acreditam que signifique refúgio ou paradeiro das araras. Outros entendem o nome, formado por ara (dia) e quara (morada), como morada do dia. Não é toa que a expressão Morada do Sol foi adotada por uma emissora de rádio local. Araraquara virou município, ainda como são Bento de Araraquara, em 10 de julho de 1832.
  • Araras (tupi): O município surgiu no século passado numa região cujos bosques eram habitados por grande quantidade de araras. Seus fundadores, os irmãos Bento e José de Lacerda Guimarães, ganharam os títulos de Barão de Araras e Barão de Arary, respectivamente.
  • Arco-Áris (portuguesa): Surgiu de um vilarejo implantado em 1928 e virou município em dezembro de 1993. O nome foi escolhido por dois colonizadores da região.
  • Arealva (portuguesa): Origina-se do antigo povoado de Soturna, distrito de Iacanga. Foi transformada em município em 1.º de abril de 1949, já com nome atual. O nome é uma aglutinação de areia e alva, em função da areia clara que margeia o rio Tietê, que por lá passa.
  • Areias (portuguesa): Surgiu como Santana da Paraíba Nova, em 1770. Em 28 de dezembro de 1816 passou categoria de vila de São Miguel das Areias e de cidade em 24 de março de 1857. Trata-se da única localidade paulista elevada a município por Dom João VI, adulando por tabela Dom Miguel, filho de Sua Majestade. Por fim, ficou só como Areias.
  • Areiópolis (híbrida, portuguesa e grega): Terra da areia. A povoação surgiu por volta de 1897, por influência da cultura de café na região. Tornou-se município em fevereiro de 1959, desligando-se de São Manuel.
  • Ariranha (tupi): Para batizar a localidade, em 1892, os fundadores se inspiraram no nome de um parente da lontra, chamando pelos indígenas de ariranha, encontrado nos córregos das imediações. O município ganhou força de lei em 20 de dezembro de 1918.
  • Artur Nogueira (portuguesa): Em 22 de agosto de 1904, a empresa Artur Nogueira & Cia. Doou terras ao governo do Estado para a implantação do povoado, que recebeu três anos depois os trilhos da extinta Estrada de Ferro Funilense. Entre os fundadores estão as famílias Sanseverino, Caetano, Pulz, Steckelberg, Andrades e Mauros.
  • Arujá (tupi): O nome significa rio dos peixes barrigudinhos, devido aos peixinhos que habitavam o rio Baquirivu, que corta a cidade. Arujá surgiu em 1781 e 12 anos depois foi incorporada ao município de Santa Isabel. Emancipou-se em 18 de fevereiro de 1959.
  • Aspásia (grega): José dos Santos fundou a cidade em 1959 com o loteamento de terras. Resolveu denominá-la Aspásia, nome de uma cidade da Grécia antiga e também de uma de suas filhas. Antes de virar município, em 30 de dezembro de 1991, a cidade pertencia a Urânia.
  • Assis (portuguesa): O nome homenageia um dos pioneiros na conquista da região do Paranapanema, o capitão Francisco de Assis Nogueira. Nascido em Baependi (MG), ELE DOOU 80 ALQUEIRES DE TERRA PARA A Igreja, em 1905. Na área, surgiu o povoado de Assis.
  • Atibaia (tupi): Sítio ou pomar saudável. A cidade foi fundada em 24 de junho de 1665 e possui hoje 120 mil habitantes.
  • Auriflama (portuguesa): A Colonização de suas terras começou em 1937, com a chegada de João Pacheco de Lima. O primeiro nome foi Áurea, em homenagem a sua filha, evoluindo mais tarde para a denominação atual, que significa chama de ouro. Tornou-se município em janeiro de 1955.
  • Avaí (portuguesa): Suas origens remontam a 1905, com a doação de terras na localidade. Era conhecida como São Sebastião do Jacutinga e em 30 de dezembro de 1910 elevou-se categoria de vila. Um ano mais tarde, consolidou-se como distrito de Bauru, com o nome de São Sebastião da Jacutinga. Só em 02 de dezembro passou categoria de município, já com o nome atual. Historiadores da cidade garantem que a origem do nome seria uma homenagem Batalha do Avaí, ocorrida durante a Guerra do Paraguai. Em tupi, a palavra significa rio do homem.
  • Avanhandava (tupi): A cidade foi fundada pelo bandeirante e coronel Antônio Flávio Martins Ferreira, primeiramente com o nome de Campo Verde, em 1904. O atual foi adotado oficialmente em 1925 e significa lugar de correnteza forte, sugerido por causa da cachoeira de Avanhandava, na região. Virou município em abril de 1926.
  • Avaré (tupi): Em tupi significa missionário, homem diferente. Em 1840, a região era habitada pelos caiuás, índios que andavam nos vales dos rios Paranapanema, Feio e do Peixe. Também foi chamada de Nossa Senhora das Dores do Rio Novo. Ganhou o nome atual em 29 de maio de 1891.
  • Bady Bassit (árabe): Antes da emancipação, o distrito de São José do Rio Preto era chamado de Borboleta, numa referencia fauna local. Com a emancipação, em 1959, o vilarejo passou a chamar-se Bady Bassit, em homenagem ao deputado estadual Bady Bassit, pai de um político influente em São José do Rio Preto, Lotf João Bassit.
  • Balbinos (portuguesa): Em homenagem ao dia de São João, a família Balbino fundou uma igreja chamada São João do Balbino, em 24 de junho de 1926. Em 1935, passou a ser distrito de Pirajuí. Emancipou-se em 30 de dezembro de 1953, quando ganhou o nome atual.
  • Bálsamo (portuguesa): Conhecido inicialmente como Garagem, o vilarejo começou a se formar em 1920 ao redor de um ponto de ônibus. Mais tarde, passou a chamar-se bálsamo, devido ao rio homônimo que passa pelo lugar. Antes da emancipação, em 1955, era distrito de Mirasol.
  • Bananal (tupi): A denominação vem do curso d’água que cruza a cidade, o Banani, que significa rio sinuoso. A povoação de Bananal foi fundada por João Barbosa de Camargo por volta de 1783. Ele construiu a capela do Bom Jesus do Livramento, considerado o marco inicial da localidade, elevada condição de cidade em 1849.
  • Barão de Antonina (portuguesa): O proprietário das terras onde hoje é a cidade era João da Silva Machado, o Barão de Antonina. O lugar foi por ele doado para os índios Caiuás, que foram posteriormente deslocados para uma reserva de Bauru. Em 1929, foi fundado o núcleo colonial Barão de Antonina, distrito de Itaporanga. A emancipação foi decretada em 1964.
  • Barbosa (portuguesa): O fundador foi João Barbosa de Carvalho, que adquiriu terras na região em 1932. A princípio, chamava-se Campos de Avanhandava, assumindo depois o nome de seu fundador. Virou município em janeiro de 1960.
  • Bariri (tupi): Muitos bandeirantes percorreram a região pelo rio Tietê em busca de ouro no sertões de Cuiabá. Foi fundada pelo mineiro José Antônio de Lima, em 1833, com o nome de Sítio do Tietê. O nome tem origem indígena e significa corredeira, encachoeiramento do rio. Passou a município em 12 de julho de 1891, ganhando o atual nome.
  • Barra Bonita (portuguesa): Foi fundada em 1883 pelo coronel José Salles Leme, sobrinho do ex-presidente Campos Salles, que possuía uma fazenda no local. A origem do nome vem do córrego Barra Bonita, que atravessa a cidade e onde havia um pequeno porto, chamado de barra, muito usado pelos bandeirantes que navegavam no rio Tietê. A emancipação de Jaú aconteceu em 14 de dezembro de 1912. Por volta de 67 anos, depois tornou-se estância turística.
  • Barra do Chapéu (portuguesa): Foi fundada por volta de 1798 com a chegada da família de Rufino Duarte, dono de terras na região. Foi emancipada de Apiaí em dezembro de 1992. O nome é referencia ao rio Chapéu, que corta a cidade.
  • Barra do Turvo (portuguesa):”Foi fundada em 1852 por Antônio Bueno Sampaio, que construiu um ponto de descanso para os tropeiros s margens do rio Turvo, do qual veio o nome da cidade. Emancipou-se de Iporanga em 1962.
  • Barretos (portuguesa): Homenagem aos irmãos Francisco José e João José Barreto, que trabalhavam como capatazes na região, por volta de 1845. Fundada em agosto de 1854, era conhecida como Arraial dos Barretos e virou município em março de 1885.
  • Barrinha (portuguesa): No começo do século, foi erguida na região a estação de trem de Barrinha, da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, hoje Fepasa. Em 1929, surgiu um pequeno povoado que herdou o nome da estação. Ganhou autonomia política em 30 de dezembro de 1953.
  • Barueri (tupi): O padre José de Anchieta foi o fundador na cidade, cujo nome tem duas interpretações: “flor vermelha que encanta”, em razão da flora s margens do rio Barueri-Mirim; ou barreira ou barranco. Ganhou autonomia em 26 de março de 1949.
  • Bastos (portuguesa): O povoado surgiu a partir de 1928 em terras da fazenda Bastos, formada por 12 mil alqueires e localizada a oeste da cidade de Tupã. No mesmo ano, passou a distrito de Marília e, em 30 de novembro de 1944, foi elevada a município.
  • Batatais (tupi): Existem duas versões para a origem do nome. A primeira vem de mbaitata, espírito que protegia campos contra os incêndios; a segunda está ligada s roças de batatas dos índios. O povoado surgiu em 1814 e um ano depois passou ase chamar vila de Senhor Bom Jesus dos Batatais. Em 08 de abril de 1875, virou cidade.
  • Bauru (tupi): Originou-se do Distrito do Espírito Santo de Fortaleza, por volta de 1976. A emancipação política ocorreu em 1.º de agosto de 1896. A palavra vem do tupi, mas há divergências em relação ao termo original. Pode ser corruptela de mabai-yuru, ou seja, forte declive, referencia s cachoeiras e vales que cortam a região central da cidade. Outras hipóteses: corruptela de upaú-ru, que significa rio das lagoas, e de ybá-urú, cdsto de frutas.
  • Bebedouro (portuguesa): O povoado foi fundado por tropeiros em 1885 na região de Jaboticabal. Era chamado inicialmente de bebedor, porque ficava entre os rios Pardo e Turvo, onde os tropeiros costumavam parar para matar a sede. O primeiro nome do povoado foi vila São Sebastião Bebedor, devido ao padroeiro da cidade. Somente em 19 de julho de 1894, ao virar município, passou a ser chamado pelo nome atual.
  • Bento de Abreu (portuguesa): O povoado foi fundado em 24 de junho de 1926, na região de Araçatuba, por lavradores e comerciantes. Teve também os nomes do Alto Pimenta, Patrimônio Lunardelli e Albinópolis. O atual foi escolhido pelos moradores em homenagem ao fundador de várias cidades do sertão do Estado, Bento de Abreu Sampaio Vidal. Foi elevada a município em 24 de dezembro de 1948.
  • Bernardino de Campos (portuguesa): Em 1888, os primeiros posseiros se instalaram na região e o povoado recebeu o nome de Figueira, por causa de uma grande árvore dessa espécie. Ganhou o nome atual em homenagem ao governador de São Paulo entre os anos de 1902 e 1904. A emancipação de Santa Cruz do Rio Pardo veio em 09 de outubro de 1923.
  • Bertioga (tupi): É no Canal da Bertioga que está situada a mais antiga fortaleza brasileira, o Forte São João . A localidade conquistou sua emancipação político-administrativa em plebiscito realizado no dia 19 de maio de 1991. Em outubro de 1992, foram realizadas as primeiras eleições municipais para prefeito, vice-prefeito e vereadores. Há duas versões para o nome da cidade: corruptela de parati-oco (casa das tainhas) ou de buriquioca (buriqui = macaco e oca = casa), morada.
  • Bilac (portuguesa): Em 1917, várias famílias se instalaram na região, formando o povoado. Recebeu o nome de vila Nossa Senhora da Conceição, em homenagem padroeira do arraial, em 10 de fevereiro de 1923. Dez anos depois, foi chamada de Nipolândia, devido aos imigrantes japoneses que se instalaram na região. O atual nome foi dado em 30 de novembro de 1938, em homenagem ao poeta Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac. Virou município em 30 de novembro de 1944, emancipando-se de Penápolis.
  • Birigüi (tupi): Aglutinação de mberu (mosca) com i (diminutivo), é uma referencia aos insetos que atacavam os viajantes de passagem pela região. Foi fundada em 07 de dezembro de 1911, como distrito de Penápolis. Ganhou o status de município em 08 de dezembro de 1921.
  • Biritiba Mirim (tupi): Originário de Birityba, lugar de muitos juncos. Foi fundada em 05 de maio de 1873 por Benedito Antônio do Espírito Santo. Conquistou sua autonomia em 30 de dezembro de 1964.
  • Boa Esperança do Sul (portuguesa): Surgiu por volta de 1850 em torno de uma capela s margens do ribeirão da Boa Esperança, com a doação de terras por parte de vários proprietários da região. Pertencia a Araraquara e foi emancipada em 21 de julho de 1898.
  • Bocaina (tupi): Significa relevo ou entrada da mata. Quando de sua fundação, no século 19, chamava-se São João de Bocaina, em homenagem ao santo junino. Mesmo depois de emancipar-se, em 19 de dezembro de 1906, continuo com o nome do santo. Somente em 1938 passou a ter a denominação atual.
  • Bofete (corruptela): Na cidade há um morro que lembra um tipo de móvel, o bufê. Com o passar dos anos, passou a ser chamada de Bufete, depois Bofete. Os primeiros registros datam de 1880, quando o povoado ainda recebia o nome de Rio Bonito e era distrito de Botucatu. Virou cidade em 19 de dezembro de 1906. O nome atual só apareceu em dezembro de 1921.
  • Boituva (tupi): Emancipada em 06 de setembro de 1937, a tranqüila cidade de 35 mil habitantes é hoje conhecida pelo pára-quedismo e pelos abacaxis, mas já foi um local bem perigoso. Explica-se: boituva, em tupi-guarani, significa muitas cobras. Emancipou-se em 06 de setembro de 1937.
  • Bom Jesus dos Perdões (portuguesa): Originalmente a cidade era uma fazenda de 400 alqueires de propriedade de Bárbara Cardoso, a fundadora da vila de Bom Jesus da Cana Verde, em 22 de maio de 1705. Nas terras, havia uma capela com o mesmo nome, referindo-se aos canaviais da região. Em 1873, mudou nome para Perdões. Em 1945, no período da guerra, surgiram problemas de extravio de correspondência, pois havia uma cidade homônima em Minas Gerais. Um plebiscito mudou o nome para Ajuritiba, que em tupi significa colina dos pássaros. Por volta de 1947, uma manifestação popular exigiu o nome Bom Jesus dos Perdões. Emancipou-se de Nazaré Paulista em 1959.
  • Bonsucesso de Itararé (portuguesa): Antes de 1930, época do surgimento do povoado, o vilarejo levava o nome de Terra Boa. A designação atual surgiu em decorrência de uma feliz caçada do gaúcho José Bonifácio de Campos, que abateu grande quantidade de animais. Desse feito surgiu o bairro Bom Sucesso, que pertencia a Itararé. A emancipação aconteceu em 27 de outubro de 1991, quando a cidade ganhou o nome atual.
  • Borá (tupi): Um tipo de vespa muito comum na região deu origem ao nome. Em 1934, as famílias Souza, Pregolato e Vedovati deram início ao povoado, que pertencia a Paraguaçu Paulista. Foi elevada categoria de cidade em 31 de março de 1965.
  • Boracéia (tupi): O fundador é Eugênio Burjato que veio de Rovigo, na Itália, em 1895, e se estabeleceu na fazenda Floresta. Em 31 de março de 1938, foi criado o distrito de Floresta, que pertencia a Pederneiras. Em 38 passou a ser distrito de Itapuí e mudou a denominação para Boracéia, que na língua designa um tipo de dança.
  • Borborema (tupi): A denominação significa lugar deserto. A localidade tem esse nome desde 21 de março de 1926, quando se emancipou de Itápolis. Antes, era chamada de Fugidos, por causa do ribeirão dos Fugidos.
  • Borebi (tupi): Segundo a prefeitura local, o nome significa rio das antas, mas no dicionário de tupi consta como couro de tatus. Foi fundada há aproximadamente 100 anos, como distrito de Lençóis Paulista. Emancipou-se em 1993.
  • Botucatu (tupi): Bons ventos, bom clima. A povoação começou em 1721 e em 1766 a localidade era conhecida como Nossa Senhora das Dores de Cima da Serra, alusão padroeira Nossa Senhora das Dores e Serra de Botucatu. Elevada a freguesia em 1840, virou de cidade em 16 de março de 1876.
  • Bragança Paulista (portuguesa): Homenagem dinastia da casa real de Portugal, os Orleans e Bragança. O povoado surgiu em 15 de dezembro de 1763 ao redor da capela de Nossa Senhora da Conceição do Jaguari. Em 1765, virou distrito de paz e freguesia de Conceição do Jaguari. Passou a vila Nova Bragança em 1797. Em 1856, desligou-se de Atibaia e ganhou o nome de Bragança. Finalmente, em 1944, recebeu o “Paulista” para se diferencia de uma cidade com o mesmo nome no Pará.
  • Braúna (tupi): Referência a um tipo de madeira muito comum na região. A povoação teve início por volta de 1930 nos sertões do Noroeste do Estado. Pertencia inicialmente a Glicério, sendo elevada a município em 30 dezembro de 1953.
  • Brejo Alegre (portuguesa): Os primeiros habitantes, inclusive de origem japonesa, chegaram em 1927. O nome vem de um de seus primeiros moradores. José Antônio Alegre, e de um brejo próximo. Virou município em dezembro de 1993.
  • Brodowski (polonesa): A data de fundação é 05 de setembro de 1894 e o nome é uma homenagem ao engenheiro polonês Alexander Brodowski, responsável pela construção da estação de trem ao redor da qual surgiu a cidade. Foi elevada a município em 22 de agosto de 1913.
  • Brotas (portuguesa): Existem três versões para o nome. A primeira fala de águas que brotam nas pedreiras, a segunda se refere a tropeiros que passavam pela localidade e compravam bolotas de carne, e a terceira refere-se ao capim, que, depois de cortado, crescia rapidamente. Foi fundada em 1839 com o nome de Santa Cruz Emancipou-se em 14 de fevereiro de 1859.
  • Buri (tupi): Vem de buriti, uma espécie de palmeira que predominava a região. Acreditava-se que a cidade tenha surgido por volta de 1782, com a chegada da família de Inácio Xavier Luiz. Em 18 de novembro de 1895, recebeu o nome de Porto de Apiaí. A atual denominação veio em 20 de novembro de 1907, quando ainda era distrito de Faxina. Emancipou-se em 1.º de dezembro de 1921.
  • Buritama (tupi): Em 1917, algumas famílias chegaram região, formando o primeiro povoado, que levou o nome de Palmeiras. Dois anos depois, ganhou o nome de buriti e, em 1927, passou a chamar-se Buritama, que significa terra dos buris, uma espécie de palmeira. Era distrito de Monte Aprazível e se emancipou em 24 de agosto de 1948.
  • Buritizal (híbrida, tupi e portuguesa): Denominação para o lugar onde há muitas palmeiras da espécie buri. A fazenda Buritis deu origem cidade, fundada por volta de 1850 como distrito de Santa Rita do Paraíso (hoje Igarapava). Emancipou-se em 30 de dezembro de 1953.
  • Cabrália Paulista (portuguesa): Fundada em 1915, a localidade teve dois nomes antes de ganhar autonomia: Distrito do Mirante e Pirajaí, a partir de 1922. Quando se tornou município, em 1944 adotou o nome atual. A justificativa para Cabrália é atribuída aos imigrantes italianos que viviam por lá e criavam cabras. O nome paulista foi incluído para diferenciar a cidade de outras com o mesmo nome no país
  • Cabreúva (tupi): Aglutinação de caburé (coruja) e uma (árvore). Ainda como povoado de Itu, separava-se da cidade por um córrego onde havia uma pequena ponte feita de cabreúva. A pinguela passou a nome oficial.
  • Caçapava (tupi): Fundada por volta de 1870 com o nome de Cassapaba, pertencia a Taubaté. O nome significa clareza na mata e relaciona-se vegetação local, depois, foi aportuguesado para Caçapava. A autonomia política veio em 14 de abril de 1875.
  • Cachoeira Paulista (portuguesa): Sempre relacionados com uma queda d’água local no rio Paraíba, a cidade teve vários nomes: Cachoeira, Corredeiras, Porto de Cachoeira, Cachoeira do Lorena, Santo Antônio do Porto da Cachoeira, Cachoeiras, Valparaíba e Cachoeira Paulista. Virou município em 1880.
  • Caconde (africana): Há notícias sobre o arraial desde 1765. Caconda era como os escravos dos quilombos denominavam o ouro. Virou Caconde e ganhou autonomia em 21 de janeiro de 1865.
  • Cafelândia (portuguesa): A fundação, em 19l9, coincide com a inauguração da estação de trem Afonso Pena, primeiro nome dado a cidade. Experimentou grande progresso durante o final do ciclo do café e em 30 de novembro de 1925 ganhou o status de cidade.
  • Caiabu (tupi): No Vocábulo tupi-guarani Português, do professor Silveira Bueno, o termo é definido como olho d’água, mas, segundo a prefeitura local o verdadeiro significado é terra do fogo. O fato é que o nome é o mesmo desde a localidade virou município, há 42 anos. Antes, era conhecida como distrito de Santo Antônio, pertencente cidade de Regente Feijó.
  • Caieiras (portuguesa): A denominação refere-se a três fornos de cal cuja produção era utilizada para clarear o papel da Companhia Melhoramentos. Inicialmente, era distrito da vizinha Franco da Rocha, Emancipou-se em 14 de dezembro de 1958.
  • Caiuá (tupi): A cidade nasceu em 1822, com a chegada dos trilhos da estrada de ferro Sorocabana. O nome foi tomado emprestado tribo indígena que vivia na região. Emancipou-se de Presidente Venceslau em dezembro de 1953.
  • Cajamar (tupi): Originou-se no antigo distrito de Santana do Parnaíba com a denominação de Água Fria. Passou denominação atual em 30 de novembro de 1994. Tornou-se município em 18 de fevereiro de 1959.
  • Cajati (tupi): Nasceu no início do século com a chegada da família Cajati, que comprou terras na região. A emancipação da cidade de Jacupiranga aconteceu em 09 de maio de 1891. Cajati é também o nome de uma planta, de folhas compridas, comum na região.
  • Cajobi (tupi): Vem de cao (monte) e bi (verde). A cidade foi fundada com o nome de Monte Verde em 13 de maio de 1901 e mudou, logo depois, para a denominação atual. A emancipação de Barretos aconteceu em 30 de dezembro de 1926.
  • Cajuru (tupi): Vem de caá (mata) e yuru (boca). A cidade, localizada numa planície entre densas matas, nasceu na fazenda de Maria Pires de Araújo, em 11 de novembro de 1821, que doou terras para a construção de um templo religioso, em torno do qual surgiu o povoado. Em 1846, foi alçada condição freguesia, ligada ao município de Casa Branca. Em 1850, passou a pertencer a Batatais e, seis anos depois, foi elevada a vila. Em 18 de Agosto de 1866, virou município.
  • Campina Monte Alegre (portuguesa): Foi fundada em meados de 1860 por Onório Gomes e acabou emancipada de Angatuba em maio de 1992. Conta a lenda que um garoto encontrou uma imagem de São Roque e no local foi construída uma capela com o nome do santo. Seu primeiro nome foi Capelina e ganhou a denominação atual porque a cidade fica num campo perto do morro Monte Alegre.
  • Campinas (portuguesa): Foi assim denominada pelos bandeirantes que ali descansavam quando iam Minas Gerais e Mato Grosso, em busca de pedras preciosas. Na região, havia três pequenos terrenos descampados, o que explica o nome. Em 05 de fevereiro de 1842, virou município. De 04 de novembro de 1797 a até a data de sua emancipação, teve o nome de vila de São Carlos, uma homenagem a São Carlos de Borromeu, o santo do dia 04 de novembro.
  • Campo Limpo Paulista (portuguesa): Surgiu como um sítio de Jundiaí, por volta de 1880, e foi assim batizado em razão de suas planícies e de sua vegetação rasteira. A emancipação veio em 28 de fevereiro de 1964.
  • Campos do Jordão (portuguesa): Foi formada por três núcleos que se desenvolveram com características de vilas – Abemésia, Jaguaribe e Capivari. Jaguaribe foi a primeira a surgir, com a fundação da Vila de São Matheus do Imbiri por Matheus da Costa Pinto em terras compradas ao Brigadeiro Manuel Rodrigues Jordão. O local era conhecido como Campos do Jordão e este nome prevaleceu.
  • Campos Novos Paulista (portuguesa): Há dúvidas quanto data de sua fundação, mas sabe-se que seu primeiro morador foi José Teodoro de Souza, em 1864. O nome surgiu em razão das perspectivas abertas para os novos moradores. Virou município em 24 de dezembro de 1948.
  • Cananéia (tupi): Ignora-se a data da elevação do povoado de Cananéia a freguesia, embora haja referências a ela desde o século 16. Tornou-se município em 13 de julho de 1600. O nome, segundo lenda local, vem de Caniné, uma índia que se apaixonou por um colonizador português.
  • Canas (portuguesa): Imigrantes italianos chegaram localidade em 28 de junho de 1887, dando início ao cultivo de cana, da qual vem o nome do lugar. Emancipou-se de Lorena em 30 de dezembro de 1993.
  • Cândido Mota (portuguesa): O povoado foi fundado em dezembro de 1921, como distrito de Assis, da qual se emancipou em outubro de 1912. O nome é uma homenagem a um antigo secretário da Agricultura do Estado, Cândido Mota.
  • Cândido Rodrigues (portuguesa): Sua fundação data de 1906, quando virou distrito de Taquarintinga. Os primeiros habitantes, italianos, chamavam o local de campim, referindo-se a campinho. Em novembro de 1908 recebeu o nome atual em homenagem a um secretário estadual.
  • Canitar (tupi): Surgiu em 1940, com a doação de terras pelo fazendeiro Joaquim Bernardo de Mendonça. Seu nome, que significa pena do cocar do índio, foi uma homenagem cidade de Xavantes, da qual era distrito. Sua emancipação aconteceu em maio de 1991.
  • Capão Bonito (híbrida, tupi e portuguesa): Vem de ka’a pu ‘a (mato redondo ou porção de mato isolado no meio do campo. O “Bonito” foi acrescentada pelos colonizadores. Surgiu por volta de 1840 da fazenda de mesmo nome. Tornou-se município em abril de 1857.
  • Capela do Alto (portuguesa): Foi fundada no final do século passado por famílias de imigrantes europeus que chegaram para trabalhar na fundição de ferro no morro do Ipanoma. Lá, construíram uma capela e todos diziam que iam rezar na capela do alto. A emancipação de Araçoiaba da Serra aconteceu em março de 1965.
  • Capivari (tupi): Nome de um rio da região, o Capivari, ou rio das capivaras. O primeiro homem branco a chegar localidade foi um fugitivo do presídio de Iguatemi, em 1763. Sua autonomia chegou em 10 de julho de 1832.
  • Caraguatatuba (tupi): São duas as versões para o nome da cidade. A primeira o relaciona s bromélias (caraguatá), muito comuns na região. Uma outra hipótese seria a corruptela de curaá guatatibo, ou seja, enseada com altos e baixos. Foi fundada entre 1653 e 1654 pelo capitão governador da Capitania de Nossa Senhora de Itanhaém. João Blau, com o nome de Vila de Santo Antônio de Caraguatatuba. Virou Estância Balneária em 30 de novembro de 1947.
  • Carapicuiba (tupi): Referencia ao peixe acaru, comprido e ruim, que era encontrado na região. Embora os primeiros registros da aldeia, formada em terras doadas por Jerônimo Leitão e Afonso Sardinha, datem de 1580, o município só ganhou autonomia de Barueri em março de 1965.
  • Cardoso (portuguesa): Foi fundada como vila em janeiro de 1937 por Joaquim Cardoso da Silva, de quem herdou o nome. Ganhou a condição de município em dezembro de 1948.
  • Casa Branca (portuguesa): O vilarejo se originou ao redor de uma casa branca que era utilizada pelos bandeirantes como pousada, no século 17. Tornou-se cidade em 27 de março de 1872.
  • Cássia dos Coqueiros (portuguesa): Começou como um bairro de Cajuru, ainda neste século, e era conhecida como Santa Rita de Cássia. Foi emancipada em fevereiro de 1968 e ganhou a denominação atual em homenagem padroeira e numa referencia aos coqueiros existentes na região.
  • Castilho (portuguesa): Não há registros oficiais da origem nome, mas provavelmente se refere a Alfredo Castilho, morador ilustre da região. Pertencia ao município de Andradina e tornou-se município em dezembro de 1953.
  • Catanduva (tupi): Mato duro e seco, cerrado. Antes, era chamada de São Domingos do Serradinho, em homenagem ao padroeiro da cidade. Por influência de um político vaidoso, em 1909 ganhou seu nome, sendo chamada de Vila Adolfo. O coronel Adolfo perdeu o terreno em 14 de novembro de 1917, quando a vila passou a ser município e conservou seu nome atual.
  • Catiguá (tupi): Vem de caá-y-guá, que significa baixios de leito fluvial e denomina também uma planta rasteira. O povoado surgiu por volta de 1910 e era dividido em vila Ibarra e vila Catupiri. Em 1938, as duas se juntaram e formaram Catiguá, que pertencia a Catanduva. Emancipou-se em 03 de maio de 1959.
  • Cedral (portuguesa): O nome surgiu devido grande quantidade de cedros existentes na região. Sua colonização deu-se na virada do século e a emancipação, de Rio Preto foi em 16 de março de 1930.
  • Cerqueira César (portuguesa): Começou a se desenvolver a partir da chegada da ferrovia Sorocabana, em 1898. O desmembramento de Avaré deu-se em 17 de março de 1918. O nome da cidade homenageia o vice-presidente de São Paulo José Alves Cerqueira César, que ocupou o cargo de 1892 a 1896.
  • Cerquilho (portuguesa): A denominação deve-se ao cercado existente para pouso dos animais dos tropeiros que passavam rumo a Sorocaba. Emancipou-se de Tietê em 24 de dezembro de 1948.
  • Cesário Lange (portuguesa): Fundada em 1872 como uma vila de Tatuí, conseguiu sua emancipação em 1960. Seu primeiro nome foi Passa Três, por causa de três córregos que eram atravessados pelos tropeiros que se dirigiam vila. A denominação atual faz referencia ao primeiro professor que chegou a vila.
  • Charqueada (portuguesa): Lugar onde os caçadores costumavam charquear, ou seja, salgar a carne. Em 1859, quando ainda se chamava Uacuri, suas terras pertenciam ao fazendeiro Luiz Antônio de Souza Barros. Virou município em 30 de dezembro de 1953, desligando-se de Piracicaba.
  • Chavantes (tupi): A região era habitada por índios da tribo Xavantes na época das bandeiras. A origem da localidade data da abertura da Fazenda Cachoerinha, em 1887, por João Ignácio da Costa Bezerra. Virou município em 04 de dezembro de 1922, desmembrando-se de Santa Cruz do Rio Pardo.
  • Clementina (portuguesa): Homenagem filha do fundador, João Francisco Vasques, que chegou localidade em 1928. Foi distrito de Coroados até 1954.
  • Colina (portuguesa): O nome surgiu de uma fazenda do coronel José Venâncio Dias, fundador da cidade. O município foi criado em 24 de dezembro de 1925, sendo desmembrado de Barretos.
  • Colômbia (portuguesa): João Aureliano de Araújo era o dono das terras onde hoje é a cidade. Ergueu uma igreja e batizou o lugar de Vila Porto Cemitério. Recebeu o nome atual da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, que batizava as estações de trem em ordem alfabética.
  • Conchal (portuguesa): O nome significa cascas de moluscos. Surgiu de núcleos coloniais implantados pelo governo estadual em 1911. Virou município em janeiro de 1949, saindo dos domínios de Mogi-Mirim.
  • Conchas (portuguesa): Suas terras, bem antes de 1877, quando foi fundada, serviam para descanso de tropeiros que passavam pela região. Tendo pertencido a Tietê e Pereiras, ganhou autonomia definitiva em janeiro de 1917.
  • Cordeirópolis (híbrida, português e grega): Há duas versões para o nome: pode se referir família Cordeiro, ou a um fabricante de cordas da região. Seu nascimento data de século passado e a emancipação aconteceu em dezembro de 1948.
  • Coroados (portuguesa): Homenageia os índios da tribo coroados, que habitavam a região. O município foi criado em 30 de dezembro de 1925.
  • Coronel Macedo (portuguesa): O nome é uma homenagem ao fundados da cidade e chefe político da região, o Coronel Macedo. Surgiu em dezembro de 1891 e chamava-se inicialmente Vila de Nossa Senhora da Conceição Aparecida e emancipou-se de Itaporanga em 1965, quando ganhou a denominação atual.
  • Corumbataí (tupi): Rio dos corumbatás (uma espécie de peixe). O povoamento começou por volta de 1821 foi elevado a município em 24 de dezembro de 1948, desmembrando-se de Rio Claro.
  • Cosmópolis (híbrida, portuguesa e grega): Recebeu este nome em razão das muitas nacionalidades dos primeiros habitantes, que em geral vinham da Europa. Fundada na região do Funil, bairro de Campinas, em 1896, ganhou autonomia em janeiro de 1945.
  • Cosmorama (portuguesa): Nome escolhido pelo medidor de terras Sebastião Almeida Oliveira em 1931. Significa panorama do mundo. Sua colonização iniciou-se na década de 20. Passou a município em 24 de dezembro de 1948.
  • Cotia (tupi): Referencia ao mamífero que existia em abundância na região. Surgiu s margens da estrada que ligava São Paulo vila de Sorocaba, com o nome de Acutia, local onde seria hoje o sítio de Mandu. Virou freguesia em 1723 e ganhou autonomia em 02 de abril de 1856.
  • Cravinhos (portuguesa): O solo fértil do lugar era pródigo em cravinas, uma planta ornamental. Sua fundação deve-se família Pereira Barreto, que lá chegou em 1876. Virou município em 22 de julho de 1897.
  • Cristais Paulista (portuguesa): Foi fundada em julho de 1910 e emancipada de Franca em dezembro de 1958. Seu nome deve-se aos cristais de quartzo (roxos, brancos e rosas) que são encontrados até hoje na região. Ganhou o Paulista porque havia três cidades no Brasil com o nome de Cristais.
  • Cruzália (portuguesa): Bandeirantes chegaram região e fixaram uma cruz e o local passou a se chamar Cruz Alta, nome mudado para Cruzália porque já havia uma cidade com esse nome no Rio Grande do Sul. Sua fundação data de década de 20 e a emancipação de Maracaí aconteceu em abril de 1965.
  • Cruzeiro (portuguesa): O nome se refere a um marco divisório, em forma de cruz, construído no alto da serra entre Minas e São Paulo. O vilarejo surgiu no século passado com o nome de Embaú e emancipou-se em outubro de 1901.
  • Cubatão (africana): Cubato era o local de moradia de negros na região. O nome, adaptado, foi adotado pela cidade, que conseguiu o desmembramento de Santos em 1.º de janeiro de 1949.
  • Cunha (portuguesa): Elevada categoria de vila pelo Coronel Francisco de Cunha Menezes, recebeu esse nome em homenagem a ele. Distrito de Guaratinguetá, foi emancipada em 20 de abril de 1858.
  • Descalvado (portuguesa): A localidade era produtora de fumo “descalvado”, muito famoso no século passado. Os primeiros habitantes chegaram em 1809, aproveitando o curso do rio Mogi-Guaçu, que levava aos sertões de Araraquara. O grande impulso para o desenvolvimento veio em 1842, com a doação, por José Ferreira da Silva e Florência Maria de Jesus, de uma légua de terras para a Igreja, de onde surgiria a Vila Belém do Descalvado.
  • Diadema (portuguesa): Nasceu da união de dois povoados, Vila Conceição e Piraporinha, em 1936. O nome foi dado como referencia coroa da padroeira da cidade, Nossa senhora da Conceição. Emancipou-se em 03 de outubro de 1959.
  • Dirce Reis (portuguesa): Surgiu em 1950, quando Paschoal Bernardo loteou sua fazenda, com apoio de Raphael Cavalim. O nome é homenagem a uma das filhas de Raphael, Dirce, e o Reis vem da data de fundação (06 de janeiro), Dia dos Santos Reis. Virou município em 1994.
  • Divinolândia (portuguesa): Em meados de 1850, era passagem de tropeiros que resolveram construir ali, em 1858, uma capela para o Divino Espírito Santo, de onde vem o atual nome da cidade. Virou município em 30 de dezembro de 1953.
  • Dobrada (portuguesa): Na região havia duas sesmarias. Uma delas chamava-se Dobrada, por causa dos tropeiros que lá passavam e perguntavam: “Vamos pela dobrada (curva) de cá ou de lá?”. Foi fundada no final do século 19 e emancipada de Matão em março de 1965.
  • Dois Córregos (portuguesa): Em meados do século 19, a aldeia era conhecida como Pousada dos Dois córregos, ponto de descanso para os viajantes que seguiam para os Sertões. A pousada era cercada por dois córregos e por isso o nome. A denominação atual aconteceu em 10 de outubro de 1895, quando virou cidade.
  • Dolcinópolis (híbrida, portuguesa e grega): Surgiu em 19 de outubro de 1945 depois do loteamento da fazenda da família Dolci, de onde vem o nome. Emancipou-se de Jales em janeiro de 1960.
  • Dourado (portuguesa): Próximo serra de Dourado e ao rio homônimo. As Primeiras referencias ao bairro de Dourado datam de 1856. Seus fundadores foram mineiros que deixaram o Estado vizinho na primeira Metade do século passado com a decadência das minas de ouro. Chamou-se depois bairro de São João Batista do Dourado e Ganhou autonomia em 19 de maio de 1987, quando adotou o nome atual.
  • Dracena (portuguesa): A povoação começou em setembro de 1945. Curiosamente, seu nome foi escolhido em concurso realizado em Tupã. Dracena é uma planta de folhagens verdes e amarelas que só nasce em regiões férteis. Virou município em 24 de dezembro de 1948.
  • Duartina (portuguesa): O nome atual foi registrado em 11 de dezembro de 1926, quando o município se emancipou. Duartina foi a maneiro que os moradores, muito católicos, encontraram para homenagear o bispo Duarte da Costa, de Botucatu.
  • Dumont (portuguesa): A origem do município deve-se ao Engenheiro Henrique Dumont, pai de Santos Dumont, que comprou uma fazenda na região por volta de 1879. Em 1942, a propriedade foi loteada. O distrito foi criado 11 anos depois, ligado a Ribeirão Preto. Emancipou-se em dezembro de 1963.
  • Echaporã (tupi): Chamava-se Bela Vista, o significado do nome atual em português. Sua colonização iniciou-se em 1870. Virou município em janeiro de 1939.
  • Eldorado (portuguesa): Por volta de 1750, chegaram ao então município de Xiririca os primeiros aventureiros em busca de ouro, que inspirou o nome atual. Virou município em 02 de maio de 1845.
  • Elias Fausto (portuguesa): Homenagem a Elias Fausto, engenheiro superintendente da Sorocabana Railway Company, em 1890. A colonização começou em 1875 e a autonomia, em relação a Monte Mor, deu-se em janeiro de 1945.
  • Elisiário (portuguesa): Homenagem a seu fundador, Elisiário Ferreira Penteado, o povoado pertencia a Catanduva. Surgiu em 1915 e emancipou-se em 30 de dezembro de 1991.
  • Embaúba (tupi: Um tipo de árvore com câmaras ou vazios internos que era abundante na região. A prefeitura local não sabe a data de fundação, mas a localidade pertenceu a Cajobi até janeiro de 1990.
  • Embu (tupi): A aldeia de M’Boi surgiu em 1554, fundada por padres jesuítas. Em 1607, as terras passaram para Fernão Dias Paes Leme, que, em 1624, as doou para um colégio católico. M’Boi, uma grande cobra, teria matado um jesuíta, segundo a lenda. Hoje é conhecida como Embu das Artes.
  • Embu-Guaçu (tupi): O povoado surgiu na segunda metade do século 18 com o nome de M’Boi Guaçu (cobra grande). Lendas populares garantem que havia uma cobra enorme na região. Outra versão liga a denominação ao rio local, muito sinuoso. Pertencia a Itapecerica da Serra e começou a ser povoada com a construção da estrada de ferro Sorocabana. A emancipação foi em 28 de março de 1965.
  • Emilianópolis (híbrida, portuguesa e grega): Foi fundada em 19l9 e emancipada de Presidente Bernardes em dezembro de 1991. O nome é uma homenagem a Emília, mulher de Luís de Oliveira Lins de Vasconcelos, dono da Companhia Marcondense de Colonização, que ocupou inicialmente as terras.
  • Engenheiro Coelho (portuguesa): A cidade surgiu junto estação de Estrada de Ferro Sorocabana e recebeu o nome de um dos engenheiros responsáveis pela obra. Emancipou-se de Artur Nogueira em dezembro de 1991.
  • Espírito Santo do Pinhal (portuguesa): Surgiu com a doação de 40 alqueires de terra, em 1849, por Romualdo de Souza Brito, para a constituição da Paróquia do Divino Espírito Santo. O complemento do nome, Pinhal, vem da grande quantidade de araucárias na região. Emancipou-se de Mogi Mirim e Mogi-Guaçu em 1877.
  • Espírito Santo do Turvo (portuguesa): A localidade começou com a construção da Capela do Espírito Santo, s margens de um rio turvo. Foi fundada em meados do século passado e virou município em novembro de 1990.
  • Estiva Gerbi (portuguesa): O nome refere-se estiva de madeiras no rio Paraná e a um empresário, Lourenço Gerbi, que em 1939 instalou a primeira fábrica de cerâmica na cidade. Fundada em 1850, emancipou-se de Mogi-Guaçu em 19 de maio de 1991.
  • Estrela D’Oeste (portuguesa): Suas terras já eram habitadas desde 1925, mas sua existência só foi oficializada em 22 de janeiro de 1942. Virou município em dezembro de 1948, desmembrando-se de Fernandópolis. Seu nome foi escolhido em plebiscito.
  • Estrela do Norte (portuguesa): Foi fundada pelo coronel Albino da Cruz no início do século. Recebeu o nome de Patrimônio do Coronel Albino. Em 1953, quando virou cidade, ganhou a denominação atual, mesmo nome de uma das fazendas do militar em Minas Gerais.
  • Euclides da Cunha Paulista (portuguesa): Foi povoada em setembro de 1965 por José Joaquim Mano, um fã do escritor Euclides da Cunha. Passou a distrito de Teodoro Sampaio e foi emancipado em janeiro de 1990.
  • Fartura (portuguesa): Ganhou a denominação por estar perto de um ribeirão muito piscoso e por ter um solo de excelente qualidade. Foi fundada por volta de 1830, quando começou receber imigrantes italianos. Em 31 de março de 1891, emancipou-se de Piraju.
  • Fernando Prestes (portuguesa): Homenagem ao coronel paulistano Fernando Albuquerque Prestes, que começou a povoar a região em 1890. Em julho de 1935 virou município, desmembrando-se de Monte Alto.
  • Fernandópolis (híbrida, portuguesa e grega): Homenagem ao interventor do Estado Fernando da Costa, que esteve na região para emancipar a então vila Pereira em 01 de janeiro de 1945. Foi fundada por Joaquim Antônio Pereira.
  • Fernão (portuguesa): Homenagem ao caçador de esmeraldas Fernão Dias Paes Leme. A cidade surgiu na década de 20, ao redor de uma estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, com o nome de Aparecidinha das Antas. Depois, a ferrovia colocou o nome Fernão por conta própria. Foi emancipada de Gália em 27 de dezembro de 1995.
  • Ferraz de Vasconcelos (portuguesa): Homenagem prestada, em 1944, a um engenheiro ferroviário. Há notícias sobre a localidade desde o período colonial, mas a emancipação de Poá só veio em 30 de dezembro de 1953.
  • Flora Rica (portuguesa): Inicialmente chamada Vila Rica, por ser a região próspera e muito fértil, foi fundada por José Firpo em 1944. Ele loteou parte de sua fazenda, dando início ao povoado. Mudou de nome em 1954, com a emancipação de Pacaembu. Adotou o nome atual porque já havia um município em Minas Gerais.
  • Floreal (portuguesa): O povoado surgiu em 1930 e ganhou o nome de Vila Floresta por estar localizado numa área de densa vegetação. Pelos idos de 1935, passou a chamar-se Floreal, por escolha da população. Emancipou-se de São José do Rio Preto em janeiro de 1960.
  • Flórida Paulista (portuguesa): Seus sertões começaram a ser desbravados em 1941. Recebeu o nome devido s muitas flores silvestres encontradas em suas matas. Elevada a município em dezembro de 1948.
  • Florínea (portuguesa): A três quilômetros da região havia um córrego denominado ribeirão das Flores, que inspirou o nome da cidade. Sua colonização iniciou-se em março de 1926 e a elevação a município aconteceu em dezembro de 1953.
  • Franca (portuguesa): Os primeiros habitantes, mineiros em sua maioria, criaram a freguesia de Franca por volta de 1805. Em 1821, tornou-se vila, adquirindo o status de cidade em 1856, com o nome de Cidade de Franca. Já era uma homenagem ao governador de São Paulo Antônio José da Franca e Souza, que chefiou o estado nas primeiras duas décadas do século 19.
  • Francisco Morato (portuguesa): Surgiu de um lugarejo chamado Vila Bethlem. Ganhou autonomia em 21 de março de 1965. Seu nome é uma homenagem a um professor da Faculdade de Direito do Largo São Francisco.
  • Gabriel Monteiro (portuguesa): Fundada por japoneses há aproximadamente 90 anos, mantém o nome do político Gabriel Monteiro da Silva. Emancipou-se de Bilac em fevereiro de 1959.
  • Gália (portuguesa): Como era costume na época, obedece ordem alfabética das estações construídas pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro. A estação acabou batizando a localidade, que se tornou município em setembro de 1927.
  • Garça (portuguesa): Na região havia muitas garças que ficavam próximas ao ribeirão, que até hoje cruza a cidade. Por volta de julho de 1916, a região começou a ser povoada, sendo chamada de Incas e depois Italiana, até que em 04 de outubro de 1924 foi fundado o município com o nome atual.
  • Gastão Vidigal (portuguesa): Sua colonização iniciou-se por volta de 1899. Chamou-se antes São João da Bela Vista e Brioso, este último vigorando até 1953, quando passou a Gastão Vidigal, em homenagem ao banqueiro paulistano fundador do Banco Mercantil de São Paulo, desligando-se de Nhandeara.
  • Gavião Peixoto (portuguesa): Homenageia Emerson Gavião Peixoto, fundador do povoado em 1912. Foi distrito de Araraquara e emancipou-se em maio de 1995.
  • General Salgado (portuguesa): O povoado, que já foi chamado de Pau Ferrado, tem esse nome em homenagem a um general morto na revolução de 1932. A colonização foi iniciada em 1932 e sua autonomia aconteceu em 30 de novembro de 1944.
  • Getulina (portuguesa): Fundada em 1917, s margens do córrego Javanheri. Recebeu a atual denominação em homenagem mulher do engenheiro Aristides Mercês. Virou município em 25 de março de 1935.
  • Glicério (portuguesa): Homenagem ao general Francisco Glicério. Seu desenvolvimento iniciou-se em 1906 com a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. Emancipou-se de Penápolis em 30 de dezembro de 1925.
  • Guaiçara (tupi): Em 1920, com a ampliação da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, as terras foram loteadas e vendidas para imigrantes japoneses e italianos. O nome no entanto não tem nada a ver com a colonização e foi dado em razão da grande quantidade de madeira guaiçara que existia ali. Virou município em 30 de dezembro de 1953.
  • Guaimbê (tupi): Em tupi, significa cipó de amarrar. Sua colonização foi iniciada em 1923 por camponeses da Associação da Colônia Japonesa, que derrubaram matas e abriram estradas s margens do córrego Guaimbê. Em 30 de dezembro de 1953, a vila passou a município.
  • Guaíra (tupi): Nome originário de Guaíra, lugar chamado primeiramente corredeira de São Sebastião e depois corredeira do Bom Jardim, ganhou sua autonomia em maio de 1929, já com o novo nome.
  • Guapiaçu (tupi): Seu nome significa cabeceira do rio, uma referência aos rios da região. Elevada a distrito de São José do Rio Preto em novembro de 1927, ganhou sua autonomia em dezembro de 1953.
  • Guapiara (tupi): O nome significa nascente do rio. O povoado surgiu em torno de uma pista de corrida de cavalos, construída por Vicente Romualdo da Cruz. Chamada anteriormente de São José do Guapiara, teve seu nome reduzido para o atual em dezembro de 1905, e virou município em dezembro de 1948.
  • Guará (tupi): Aves de pernas altas e plumagem cor-de-rosa, que eram encontradas na região. A colonização inicial aconteceu por volta de 1750 e sua emancipação, de Ituverava, deu-se em 10 de dezembro de 1925.
  • Guaraçaí (tupi): Seu fundador foi o capitão João Machado de Souza, que chegou ali em 1925. Foi ele quem deu o nome cidade por causa dos lobos guarás e de frutas chamadas caí que existiam na região. Foi elevada categoria de município em 24 de dezembro de 1948.
  • Guaraci (tupi): Os primeiros colonizadores chegaram a Guaraci (que significa sol) no início do século. Já se chamou Cresciúma e foi rebatizada Guaraci ainda como distrito de Olímpia. Virou município em 30 de novembro de 1944.
  • Guarani D’Oeste (híbrida, tupi e portuguesa): Referência aos índios guaranis, que foram os primeiros habitantes do lugar, mais a partícula Oeste, para diferenciar de outras cidades com o mesmo nome. O povoado foi fundado em agosto de 1948 por Emídio Nogueira. Ganhou o nome de Emidianópolis e se tornou um bairro de Fernandópolis. Emancipou-se em janeiro de 1960.
  • Guarantã (tupi): Em tupi, o vocábulo significa madeira rija, abundante na região. A direção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, que pretendia construir uma estação naquele povoado na década de 20, sabendo do nome dado pelos índios, decidiu adotá-lo. Em 30 de novembro de 1944, tornou-se município.
  • Guararapes (tupi): Quer dizer vale da batalha. Tem-se 1908 como ano inicial da fundação da localidade pela família Pinto de Oliveira. O povoado só surgiria em 1928, com a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. Transformou-se em município independente de Araçatuba em 10 de julho de 1934.
  • Guararema (tupi): Significa pau-d’alho, devido abundância dessa árvore na região. Em 1654, foi erguida no local, por padres capuchinhos, uma capela em louvor de Nossa Senhora da Escada. O núcleo cresceu até tornar-se município em 03 de junho de 1898.
  • Guaratinguetá (tupi): Fundada em 13 de fevereiro de 1651 por Domingos Luiz Leme, a conhecida cidade do vale do Paraíba deve seu nome fauna original da região. Em tupi-guarani, seu nome significa terra das garças brancas.
  • Guarei (tupi): O povoado se iniciou com a edificação de uma capela em louvor a São João Batista por imigrantes prussianos, em 1827. A elevação definitiva a município, desligando-se de Tatuí, deu-se em novembro de 1936. Não existem registros sobre o significado do nome.
  • Guariba (tupi): O nome da cidade se refere espécie de macacos guariba, que predominavam na região época da sua fundação, em 1893. A localidade se originou na sesmaria dos Pintos, onde um grupo de fazendeiros de café decidiu dar início a uma povoação. O ato oficial de criação da cidade data de 21 de setembro de 1895, com a inauguração da capela de São Matheus Evangelista, padroeiro da cidade.
  • Guarujá (tupi): Viveiro de guarus, que é um peixe de água doce, ou, ainda, viveiro de sapos. A Ilha de Santo Amaro, que abriga o município de Guarujá e o distrito de Vicente de Carvalho, foi doado pelo rei de Portugal, Dom João III, em 1534, a Pero Lopes de Souza. Aos poucos Guaibe, Guaibê ou Guaru-ya como chamavam os indígenas e graças ao sotaque lusitano, tornou-se Guarujá. Em 1931, Guarujá foi integrado ao município de Santos, situação que durou até 30 de junho de 1934, com sua emancipação.
  • Guarulhos (tupi): Conta a lenda que, por volta de 1560, mudaram-se para a região índios guaianazes que, além de baixos, eram barrigudos, o que na língua tupi significa Guarulhos. Tornou-se município em 24 de janeiro de 1881.
  • Guatapará (tupi): O nome era dado a um cervo com o pêlo manchado, muito comum na região e hoje extinto. A cidade surgiu na fazenda de mesmo nome, em 1865. Foi distrito de Ribeiro Preto até 1989.
  • Guzolândia (italiano): Homenagem família do italiano Pascoal Guzo, que doou terras para o povoado em 1946. Emancipou-se de Auriflama em 28 de março de 1965.
  • Herculândia (portuguesa): Inicialmente, o povoado foi chamado de Santana, fundado com este nome em 1927. Em 18 de setembro de 1930 ganhou o nome atual em homenagem ao professor da Faculdade de Direito São Francisco, Herculano de Freitas. Em 1944 foi emancipada, deixando de ser distrito de Pompéia.
  • Holambra (portuguesa): Fusão de Holanda (principal influência de colonização da cidade), América e Brasil. Hoje é conhecida como a cidade das flores e teve sua emancipação em 30 de dezembro de 1991.
  • Hortolândia (portuguesa): Seu nome é uma homenagem ao principal ponto turístico da cidade: o Horto Florestal. O município é recente e teve sua emancipação em 19 de maio de 1991. Antes disso era distrito de Sumaré.
  • Iacanga (tupi): Existe uma versão para o nome da cidade que fala no negrinho do pastoreio que ao esquecer a canga do boi ao voltar das pastagens foi surpreendido pelo feitor e disse: “E a canga?”. No entanto a versão mais aceita é que a palavra seja de origem tupi, que significa fonte, nascente, cabeça d’água. A cidade passou a ter este nome em 15 de abril de 1925 e até esta data chamava-se Ribeirão Claro.
  • Iacri (tupi): Nome dado em referência índia Iacri, filha do cacique da aldeia da região. Fundada em 21 de junho de 1933, emancipou-se de Tupã em janeiro de 1960.
  • Iaras (tupi): Senhor ou senhora do vale. Foi fundada em 1910 pelo governo estadual que comprou uma fazenda no local. Foi colonizada por imigrantes europeus e o nome vem de uma lenda indígena. Emancipou-se de Águas de Santa Bárbara em janeiro de 1990.
  • Ibaté (tupi): O nome significa cume ou pico. A região começou a ser povoada após a fundação de São Carlos, em 1856, que motivou o prolongamento das vias férreas. Foi desmembrada dessa cidade em 30 de dezembro de 1953
  • Ibirá (tupi): Significa árvore ou tronco. O primeiro homem branco a pisar na localidade foi o sertanista José Bernardino de Seixas, em 1878. Chegou a município em março de 1922.
  • Ibirarema (tupi): Árvore com madeira fedida, ou pau-d’alho, planta comum na região. O povoado teve grande impulso em 1913 com as explorações para implantação da Estrada de Ferro Sorocabana. Foi elevada a município em 30 de novembro de 1844.
  • Ibitinga (tupi): A palavra significa terra branca, por causa do solo claro da região. O povoamento iniciou-se no final do século passado, por volta de 1880. Ganhou status de município em 04 de julho de 1890.
  • Ibiúna (tupi): Fundada com o nome de Nossa Senhora das Dores no final do século 18, também chamou Una. Seu nome quer dizer terra preta, por causa da cor do solo da região. Virou município em 24 de março de 1857.
  • Icém (tupi): Trocou a denominação de Água Doce para Icém, que quer dizer a mesma coisa, em 28 de dezembro de 1914. Chegou a município em 30 de dezembro de 1953.
  • Iepê (tupi): A região era habitada por poucas famílias desde 1917. O nome quer dizer liberdade, mesma denominação de um povoado vizinho formado, em 1915, por protestantes. Foi elevado a município em novembro de 1944.
  • Igaraçu do Tietê (tupi): O povoado nasceu de uma doação de terras feita pelo coronel Joaquim Ribeiro. As primeiras construções, no Bairro Barra Bonita, surgiram em 1900, situadas margem esquerda do rio Tietê. O vocábulo tupi igarucú significa canoa grande. Passou a município em 01 de janeiro de 1954.
  • Igarapava (tupi): Lugar onde os índios apartavam suas canoas. Um de seus primeiros habitantes foi o capitão Anselmo Ferreira de Barcelos que, em 1836, fugiu de Franca após mandar matar um juiz de paz. Virou cidade em 08 de março de 1898.
  • Igaratá (tupi): Significa canoa forte, resistente. Não existe uma data exata de fundação, acredita-se que tenha sido no século 17. Ganhou status de município em 23 de abril de 1873.
  • Iguape (tupi): Quer dizer na enseada, referindo-se a sua localização. Fundada em 1639, pertenceu capitania de São Vicente. Virou município em 03 de abril de 1844.
  • Ilha Comprida (portuguesa): Recebeu esse nome devido a sua extensão (74 quilômetros). Pertencia aos municípios de Iguape e Cananéia e foi emancipada em 05 de março de 1992. A data de fundação é desconhecida.
  • Ilha Solteira (portuguesa): Fundada em 15 de outubro de 1968, foi distrito de Pereira Barreto até 30 de dezembro de 1991. Surgiu de um alojamento criado para funcionários da usina hidrelétrica de Ilha Solteira.
  • Ilhabela (portuguesa): Em 03 de setembro de 1805, o capitão-geral e governador da província de São Paulo, Antônio José de França e Horta, batizou o povoado de Vila Bella da Princesa em homenagem Princesa da Beira (região de Portugal). Em 1938, o município passou a se chamar Formosa, por causa da sua beleza. Em 1944, quando da fixação da divisão territorial do município, ele passou definitivamente a Ilhabela.
  • Indaiatuba (tupi): Ganhou este nome porque na região havia abundância de palmeiras indaiá. Começou a ser povoada por tropeiros no século 18, mas só passou a município em 31 de julho de 1859.
  • Indiana (tupi): O nome vem da quantidade de índios que habitavam a região, entre eles os guaicurus, tupis, guaranis, terenas e tupininquins. Sua fundação aconteceu em 1915 e a emancipação em dezembro de 1948, desligando-se de Regente Feijó.
  • Indiaporã (tupi): Surgiu na região que, em 1918, abrigava a fazenda Água Vermelha. A cidade, que também se chamou Indianópolis, foi desmembrada de Fernandópolis em 30 de dezembro de 1953. Seu nome quer dizer “índia bonita”, dado pelas tribos que habitavam a região.
  • Inúbia Paulista (híbrido, tupi e portuguesa): Ganhou esse nome em razão de terem sido encontradas no local trombetas de índios, chamados inúbias. Foi fundada em 1940 e ganhou autonomia de Lucélia em 18 de fevereiro de 1959.
  • Ipauçu (tupi): Significa, ilha grande. São considerados seus fundadores João Correia de Miranda e João Antônio Justino, que lá chegaram no final do século passado. Virou município em 20 de setembro de 19l5.
  • Iperó (tupi): O bandeirante Afonso Sardinha foi um dos primeiros brancos na região, em 1589. O nome, que significa “águas profundas e revoltas”, vem da época dos índios. Emancipou-se de Boituva em 21 de março de 1965.
  • Ipeúna (tupi): Foi fundada em 1890 por Vicente José Barbosa, já foi chamada pelos nomes de Santa Cruz da Invernada, da Boa Vista, do Passa Cinco e Ipojuca. Virou município em fevereiro de 1964 já com o novo nome, que significa ipê preto ou madeira preta, devido grande quantidade de madeira escura da região.
  • Ipiguá (tupi): A cidade surgiu por volta de 1913, quando ganhou o nome de Curupá, passando depois a Barra Bonita e, em 1927, ao nome atual. Virou município em dezembro de 1993, deixando de ser distrito de São José do Rio Preto. A prefeitura local ainda estuda o significado do nome.
  • Iporanga (tupi): Foi fundado em 1756 por um grupo de desbravadores. Chegou a município em 23 de dezembro de 1936. Seu nome significa rio bonito em referência a um rio da região.
  • Ipuã (tupi): O nome remete primeira denominação: Santana dos Olhos D’água. Isso porque a palavra indígena significa água que jorra. Habitada desde meados do século passado, passou a município em 24 de dezembro de 1948.
  • Iracenápolis (híbrida, tupi e grega): O nome atual é uma referência fazenda Iracema, de Antônio Joaquim Fagundes, um dos seus fundadores, que lá viveu na última década do século passado. Tornou-se município em dezembro de 1953.
  • Irapuã (tupi): Fundada em 1875, teve como primeiro nome Cervinho, devido a um córrego homônimo que corta a localidade. A partir da emancipação, em 30 de novembro de 1945, passou a ser conhecida pelo atual nome, Irapuã, devido existência de muitas abelhas dessa espécie na região. Até então respondia a Novo Horizonte.
  • Irapuru (tupi): A Região é conhecida pela vasta agricultura. E este foi o motivo que os primeiros imigrantes de várias regiões do Estado foram para lá. A origem do nome é nebulosa e em tupi significa pássaro que não é pássaro. Alguns historiadores acreditam que o tal pássaro seja um a lenda indígena. Virou município em 30 de dezembro de 1953, deixando de ser distrito de Pacaembu.
  • Itaberá (tupi): O nome significa pedra brilhante, dado pelos índios que habitavam o lugar em razão dos minerais que reluziam em seu solo. Mas, embora tenha sido chamada também Lavrinhas, não tinha ouro. Chegou a município em 8 de abril de 1891.
  • Itaí (tupi): Pedro do rio. Tem suas origens no ano de 1869, quando um grupo de fazendeiros resolveu criar um povoado na encosta de Serrinha. Virou município em 1 de maio de 1891. Em sua denominação anterior, Santo Antônio da Boa Vista, acabou trocada pela atual em 25 de novembro de 1920.
  • Itajobi (tupi): Começou a ser povoada em 1884. Na época o local era chamado de Campo Alegre das Pedras. O município com o nome atual, que significa pedra verde, foi constituído em 26 de outubro de 1918.
  • Itaju (tupi): Nos fins do século 19, o local era conhecido como Boa Vista dos Buenos, em vista do grande número de habitantes com o nome de Bueno. Passou a se chamar Itaju, pedra amarela, em 21 de novembro de 1921 e em 30 de dezembro de 1953 tornou-se município.
  • Itanhaém (tupi): É considerada a Segunda cidade mais antiga do Brasil, três meses mais nova que São Vicente e Também foi fundada pela expedição de Martim Afonso de Souza, em 22 de abri de 1532. O povoado só foi considerado município em 1700, e em 1906 deixou de se chamar Vila Conceição de Itanhaém, transformando-se depois em Itanhaém. O nome significa pedra (ita) sonora (nhaém), ou pedra que canta, por causa do som de sino provocado pelas ondas do mar batendo nas pedras da praia do Sonho.
  • Itaoca (tupi): O nome, que significa casa de pedra, foi oficializado em dezembro de 1908. Passou a município em dezembro de 1991, desmembrando-se de Apiaí.
  • Itapecerica da Serra (híbrida, tupi e portuguesa): O lugar era um aldeamento indígena no século 16 que tinha como guia espiritual o padre Belchior de Pontes. O nome, que significa pedra escorregadia, deve-se ao fato de a cidade Ter sido construída sobre pedras. O Serra refere-se aos 920 metro de altitude da cidade. Virou município em 8 de maio de 1877.
  • Itapetininga (tupi): Em tupi significa laje seca ou pedra enxuta, pois deriva de Itapé, corruptela de Itapeva (pedra) e tininga (seca). O povoado iniciou-se por volta de 1700 e 68 anos depois foi fundada oficialmente por Simão Barbosa Franco como Itapé-Tininga. Em 11 de março de 1771 se emancipou com o nome atual.
  • Itapeva (tupi): Faz referência a pedra (ita) chata (peva), por causa de um exemplar que existe na região. Foi fundada em 20 de setembro de 1769 por Antônio Furquim Pedroso. Até 1911, foi conhecida como Itapeva da Faxina, passando depois para Faxina, que durou até 1938.
  • Itapevi (tupi): O nome significa rio das pedras chatas por causa das pedras existentes no rio Barueri Mirim. Historiadores da cidade supõem que a povoação surgiu em 1720, com a construção de uma casa de bandeirantes. Seu desenvolvimento, no entanto, só começou em 1875 e emancipou-se de Cotia em fevereiro de 1958.
  • Itapira (tupi): Pedra empinada, ponta da pedra. A cidade foi fundada em 24 de dezembro de 1820 e recebeu o nome porque uma pedra pontiaguda faz parte de sua paisagem.
  • Itapirapuão Paulista (híbrida, tupi e portuguesa): Significa peixe vermelho na pedra. O povoado surgiu em 1890 com o nome de Ribeirãozinho, por causa de um pequeno rio da cidade que abrigava um peixe vermelho. Em 12 de março de 1993, emancipou-se do o município de Ribeira e ganhou o nome atual.
  • Itápolis (híbrida, tupi e grega): Seu território é conhecido desde 1723, quando por lá chegou uma bandeira procura de ouro. Um de seus fundadores é Pedro Alves de Oliveira, que ergueu a capela de pedras, primitivo nome de Itápolis (cidade da pedra). Virou município em 13 de junho de 1891.
  • Itaporanga (tupi): Seu nome, que significa pedra bonita, se deve s muitas pedras existentes no leito do rio Verde, que banha a cidade. A colonização aconteceu por volta de 1843 e a emancipação em 6 de março de 1871.
  • Itapuí (tupi): Quer dizer em tupi bica da pedra. No local onde a cidade teve início havia uma bica de pequenas pedras. Mais tarde esta obra da natureza foi destruída a golpes de picareta. O nome, no entanto, permaneceu e a cidade foi emancipada em 11 de setembro de 1913.
  • Itapura (tupi): Surgiu em 1858, na época da Guerra do Paraguai. O lugar era ponto estratégico dos militares, por ficar s margens do rio Tietê. O nome é uma variante de Itaporã, que significa local cheio de pedras. Foi emancipado de Pereira Barreto em março de 1965.
  • Itaquaquecetuba (tupi): Lugar onde existe um tipo de taquara chamada pelos índios de quece. Sua Fundação se deve ao padre José de Anchieta e aconteceu por volta de 1560. Virou município em 30 de dezembro de 1953.
  • Itararé (tupi): No início do século 18, Luiz Pedroso de Barros começou a colonizar uma faixa de sertão com três léguas de comprimento e uma de largura, entre os rios Verde e Itararé. Foi a origem da cidade, cujo nome significa pedra que o rio escavou. Foi elevada categoria de município em 28 de agosto de 1893.
  • Itariri (tupi): É a junção de ita (pedra) e riri (ostra), e recebeu esse nome em razão do formato das pedras que existiam no rio de Azeite. Colonizada a partir de 1865, tornou-se município em 24 de dezembro de 1948.
  • Itatiba (tupi): A antiga vila de Belém de Jundiaí foi elevada condição de cidade em 1876, quando adotou seu nome atual. Ele faz referencia ao solo pedregoso (ita = pedra, tiba = muita) encontrado pelas patrulhas provenientes de Atibaia e Piracaia que descansavam na região.
  • Itatinga (tupi): O nome significa pedra branca, em referência a uma enorme formação rochosa que existia no lugar. Os colonizadores –começaram a chegar em 1884. Chega a município em 15 de maio de 1898.
  • Itirapina (tupi): Quer dizer Morro Pelado, mesmo nome que o lugar tinha quando era uma freguesia e alterado em janeiro de 1900. A emancipação chegou em março de 1935, com o desmembramento do Rio Claro.
  • Itirapuã (tupi): Significa monte elevado e a cidade surgiu por volta de 1890, descoberta por garimpeiros. A mineração foi trocada pela cafeicultura e a localidade tornou-se município em 24 de dezembro de 1948.
  • Itobi (tupi): Significa “água verde” e surgiu s margens do Rio Verde em 1887, fundada por Antônio Martins Daniel. Em 18 de fevereiro de 1959 emancipou-se de Casa Branca.
  • Itu (tupi): Seu marco inicial foi uma capela erguida em 1610 pela família de Domingos Fernandes. Seu nome significa salto ou cascata e faz referência s cachoeiras da região. Virou cidade em janeiro de 1885.
  • Itupeva (tupi): O nome quer dizer cascata pequena, como os índios chamavam o rio Jundiaí. Foi colonizado em 1890 por imigrantes italianos. Emancipou-se de Jundiaí em 1964.
  • Ituverava (tupi): Significa cachoeira bonita. O herói do lugar é Fabiano Alves de Freitas, que por lá chegou em 1810 e se encantou com a beleza de uma cascata do rio do Carmo. Virou município em 10 de março de 1885.
  • Jaborandi (tupi): O que faz salivar. O lugar começou a ser povoado em 1902, margem do rio Jaborandi, nome também de uma planta medicinal nativa, existente em grande quantidade na região. O distrito pertencia a Colina e, a 24 de dezembro de 1948, foi elevado a município.
  • Jaboticabal (portuguesa): A fertilidade de suas terras começou a atrair desbravadores por volta de 1820. Ao redor da capela de sua padroeira, Nossa Senhora do Carmo, o povoado se desenvolveu até a emanci0açao, em 16 de julho de 1828. Na época da fundação havia um verdadeiro bosque de jabuticabeiras no lugar, o que motivou sua denominação.
  • Jacareí (tupi): O nome surgiu devido ao grande número de jacarés existentes no rio Paraíba, em cujas margens surgiu a vila de Paraíba, em 1652. A letra “i”, no final foi colocada como o sinal de admiração de visitantes frente quantidade de animais (hii…)
  • Jaci (tupi): A primeira denominação de jaci foi Miralua, fundada na região de Mirassol, em 4 de abril de 1918. Na data de sua emancipação, 1º de janeiro de 1960, recebeu o nome de Jaci (Lua em tupi) para diferenciar das cidades vizinhas: Mirassol e Miraluz.
  • Jacupiranga (tupi): A denominação da cidade remonta a suas origens indígenas, devido existência de pássaros jacus da cor vermelha (piranga). Fundada em 1864 pelo português Antônio Pinto de Magalhães Mesquita, passou a município em 1927.
  • Jaguariúna (tupi): Originou-se de um povoado junto estação ferroviária s margens do rio Jaguari. Seu primeiro nome foi Vila Bueno, em homenagem ao proprietário das terras, coronel Amâncio Bueno, que construiu uma igreja em 1889, dedicada a Santa Maria. Por sua sugestão, o nome mudou para Jaguariúna. Virou município em 30 de novembro de 1944.
  • Jales (árabe): Homenagem ao engenheiro e desbravador Euphy Jales, fundador da cidade. Fundada com 100 habitantes, cresceu devido s perspectivas de desenvolvimento com as plantações de café, arroz, algodão e cereais. Foi emancipado de Fernandópolis em 15 de abril de 1941.
  • Jambeiro (portuguesa): Desenvolveu-se em torno da capela Nossa Senhora das Dores de Capivari, a partir de 1871, em Caçapava. Recebeu o nome de Capivari e depois de Vila de Jambeiro, em referência a uma árvore de frutos bastante doces lá existentes. Tornou-se cidade a 15 de julho de 1898.
  • Jandira (tupi): Em tupi quer dizer abelha que produz mel ou favo de mel, que era muito comum nas matas da região. O fundador foi Henrique Sammartino, que em 21 de abril de 1912 adquiriu terras no local, onde instalou o sítio das Palmeiras. Tempos depois, deu o atual nome ao lugar, devido “doçura” de suas paisagens. A emancipação em relação a Cotia aconteceu em 8 de dezembro de 1964.
  • Jardinópolis (híbrida, portuguesa e grega): A cidade foi originada de uma doação de 48 alqueires de terras feita em 18 de julho de 1859 por Antônio Pereira da Silva e José D’Araújo a Nossa Senhora Aparecida, para constituição de um povoado. Em 24 de dezembro de 1896 ganhou o nome atual em homenagem ao líder republicano Silva Jardim, desaparecido no vulcão Vesúvio, na Itália. Emancipou-se de Batatais em 27 de julho de 1898.
  • Jarinu (tupi): até que chegasse os colonizadores, encabeçados pela família do capitão Lourenço Franco da Rocha, em 1807, Campo Largo de Atibaia manteve esta denominação. Quando ainda era distrito de Atibaia, recebeu o nome atual, que em tupi significa palmeira preta. Passou a município em 24 de dezembro de 1458.
  • Jaú (tupi): Homenagem ao peixe com este nome que era caçado pelos bandeirantes paulistas na Barra do Ribeirão. O lugar ficou conhecido como Barra do Ribeirão do Jaú. As terras onde seria constituído o povoado ficava entre o Rio Jaú e o Córrego da Figueira. Ergueu-se uma igreja e a vila ficou conhecida como Capela de Nossa Senhora do Patrocínio do Jaú. Em 6 de fevereiro de 1889, foi elevada categoria de cidade.
  • Jeriquara (tupi): Significa pouso, morada de papagaio. Assim foi batizada devido existência dessa ave na região. Seu primeiro nome, dado em 1883, foi Arraial de São Sebastião da Ponte Nova, em homenagem ao padroeiro. Emancipou-se de Franca em 7 de abril de 1965, ganhando o nome atual.
  • Joanópolis (híbrida, portuguesa e grega): Fundada como São João do Curralinho em 1878 em território de Santo Antônio da Cachoeira, hoje Piracaia, foi fundada por iniciativa de amigos que sempre a 24 de junho se reuniam para festejar São João batista. Em 17 de agosto de 1895 foi elevada a município.
  • João Ramalho (portuguesa): Fundada em função da chegada da Estrada de Ferro Sorocabana, ganhou o nome em homenagem ao náufrago João Ramalho, que era amigo dos diretores da empresa. O município pertencia a Quatá e se emancipou em 19 de março de 1960.
  • José Bonifácio (portuguesa): Em terras de São José do Rio Preto iniciou-se um povoado que, em 22 de outubro de 1924, ganhou o nome de José Bonifácio, em homenagem ao patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrade e Silva.
  • Júlio Mesquita (portuguesa): Homenagem ao jornalista e constituinte Júlio César Ferreira de Mesquita. O povoamento do local começou com uma fazenda de café e algodão. Vários núcleos foram se formando e criou-se o distrito de inhema (nome de uma das fazendas), pertencente ao município de Cafelândia. Em 24 de dezembro de 1948, adotou o nome atual.
  • Jumirim (tupi): A vila de Juru-Mirim recebeu a ferrovia e a estação da Sorocabana em 1886, na Fazenda Barreiro, de Manoel Novaes. Seu nome, mais tarde adaptado para Jumirim, significa, em tupi, salto, cachoeira pequena, e se refere a uma queda do Rio Sorocaba. A emancipação consumou-se em 27 de dezembro daquele ano.
  • Jundiaí (tupi): Surgiu no século 18 por estímulo do casal Rafael de Oliveira e Petronilha Antunes, que lá estabeleceu um alojamento para descanso dos bandeirantes paulistas em incursões ao sertão. Chegou até a ser conhecida como Mato Grosso de Jundiaí. O nome foi dado pelos índios em referência ao principal peixe da região, o jundiá. Em l865, tornou-se município.
  • Junqueirópolis (híbrida, portuguesa e grega): Homenagem ao fundador Álvaro de Oliveira Junqueira. Surgiu em junho de 1945 de um aglomerado de choupanas e um boteco. Moravam na região desbravadores que foram em busca de solo fértil. O bandeirante Álvaro de Oliveira Junqueira comprou as terras e passou a vendê-las por preço baixo, facilitando o povoamento do lugar.
  • Juquiá (tupi): Existem algumas versões para a origem do nome: ju-cui-a (espinho fino de fruta), juquiab (espinho que contém grude), juquiá (corruptela de y-i-quiá, que significa rio sujo) ou armadilha para apanhar peixe. Fundada em 29 de fevereiro de 1829, desenvolveu-se s margens do rio juquiá, com o nome de Santo Antônio de Juquiá, e pertencia a miracatu. Sua emancipação deu-se em 24 de dezembro de 1948.
  • Lagoinha (portuguesa): Antiga Capela Nossa Senhora da Conceição da Lagoinha, ficava no território de São Luis do Paraitinga. Virou município em 25 de abril de 1880, perdendo este status em 21 de maio de 1934. Só voltou a recuperá-lo em 30 de dezembro de 1953. Seu nome antes misturava a devoção Santa e uma represa natural que então se formava no lugar.
  • Laranjal Paulista (portuguesa): Na região havia comércio de animais de tração, bem como uma pousada com um pé de laranja azeda. Ficou conhecido como pouso do Ribeirão de Laranjal, nos fins do século 19. Foi elevado a município em 8 de outubro de 19l7.
  • Lavínia (portuguesa):Seu fundador, o coronel Joaquim Franco de Melo, fez questão de trocar o antigo nome, Perobal, pelo de sua mulher. Nasceu de um loteamento que ele fez de parte de seus 8 mil alqueires de terra, por volta de 1933. Foi elevado a município em 30 de novembro de 1944.
  • Lavrinhas (portuguesa): Garimpeiros conseguiram achar na região pequenas lavras de ouro, de onde nasceu o nome. A povoação, batizada inicialmente como São Francisco de Paula de Pinheiros e depois como Pinheiros, cresceu entre o Rio Paraíba e a Serra da Mantiqueira, em 1828. Tornou-se município em 30 de novembro de 1944.
  • Leme (portuguesa): Fundada em 1876 junta estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, em terras de Pirassununga. O nome é uma Homenagem a Manuel Leme, um dos fazendeiros do lugar. Chegou a município em 29 de agosto de 1895.
  • Lençóis Paulista (portuguesa): A denominação é atribuída a Francisco Alves Pereira, que em 1858, subindo o rio Tietê, viu as espumas dos lagos e das cachoeiras e as associou imagem de lençóis. Como já havia outra cidade com o mesmo nome na Bahia, em 1943 a cidade foi nomeada como Ubirama, vocábulo tupi que significa região estimável. Cinco anos mais tarde, ganhou o nome atual, por pressão dos moradores.
  • Limeira (portuguesa): Conta-se que, no século 18, ao penetrar na região, o freio João das Mercês levava consigo uma porção de limas. Ao chegar ao Rancho do Morro Azul, foi acometido de uma febre e morreu. Junto pequena cruz no local onde foi enterrado nasceu uma limeira, que deu origem ao Rancho da Limeira e ao nome do lugar. É considerado como ano de fundação 1826. Em 22 de julho de 1863 tornou-se cidade.
  • Lindóia (portuguesa): Era um local para descanso dos bandeirantes que seguiam para Minas Gerais. Seu nome é uma corruptela da palavra rindoya, que significa rio que não transborda. Foi fundada em 1728 e se emancipou de Serra Negra em 1931.
  • Lins (portuguesa): Começou sendo chamada de Santo Antônio do Campestre, em homenagem ao padroeiro da cidade, em 1890. Com a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, em 1908, recebeu a denominação de Albuquerque Lins em referência ao governador do Estado, Manoel Joaquim Albuquerque Lins. Foi emancipada em 21 de abril de 1920 e somente seis anos mais tarde passou a ser chamada de Lins.
  • Lorena (portuguesa): A região onde se localiza chama-se Hepacaré (braço da lagoa torta, devido a um braço do Rio Paraíba). Em 14 de novembro de 1788, o governador de São Paulo, capitão-general Bernardo José de Lorena, criou o município, desmembrando-o de Guaratinguetá e lhe deu o nome de Lorena.
  • Lourdes (portuguesa): Nome da filha de José Luiz de Oliveira, dono da fazenda, que também se chamava Lourdes, em torno da qual se desenvolveu a cidade. A primeira denominação foi Vila Lourdes e pertencia ao município de Turiúba, de onde se emancipou em 5 de março de 1992.
  • Louveira (portuguesa): Homenagem ao fazendeiro espanhol Gaspar Louveira, que doou parte de suas terras para a fundação da cidade em 1639. A partir de 1665, o local foi elevado a distrito de Rocinha, atual Vinhedo. Foi emancipado em março de 1965.
  • Lucélia (portuguesa): Terras onde viviam Luiz Ferraz de Mesquita e sua mulher, Cecília Mendes de Mesquita. Lucélia se deve união desses dois nomes. A colonização teve início em 1920, com a chegada de imigrantes. Em 1929, foi aberta uma clareira na mata virgem, onde foi construído o primeiro rancho. Virou Município em 1944.
  • Lucianópolis (híbrida, portuguesa e grega): Por volta de 1910, o povoado foi instalado com o nome de Gralha, distrito de Duartina. O nome se devia ao grande número desse pássaro na região. Em 30 de dezembro de 1953, adotou a atual denominação em homenagem ao deputado estadual Luciano Nogueira Filho, que apresentou o projeto de lei que emancipou o município.
  • Luiz Antônio (portuguesa): Foi fundada em 13 de dezembro de 1892, com o nome de Villa Jatahy. Em 1937, virou cidade e passou a se chamar Luiz Antônio, nome de uma das três fazendas que deram origem ao município. Luiz Antônio Junqueira era o proprietário das terras e grande líder político.
  • Luziânia (portuguesa): Fundada em 1941, a cidade recebeu o nome em homenagem a dona Luiza, sogra do fundador, Jerônimo Coimbra Bueno. Pertencia a Glicério, do qual se emancipou em 18 de fevereiro de 1959.
  • Lupércio (portuguesa): Homenagem ao primeiro desbravador da região, Lupércio Fagundes, que tinha por objetivo fundar um patrimônio na década de 30. Em 16 de janeiro de 1936, formou-se o distrito, pertencente a Garça, de onde se emancipou em 390 de dezembro de 1953.
  • Lutécia (portuguesa): Desce 1922, quando foi colonizada, teve pelo menos dois nomes, antes de adotar a atual. Primeiro foi Frutal, em razão de suas árvores frutíferas, e depois Boa Esperança. Em 11 de dezembro de 1929, por sugestão do então deputado estadual Nelson Ottoni de Rezende, acabou virando Lutécia, o mesmo nome que já batizou Paris, a Cidade Luz. Chegou a município em 30 de novembro de 1944.
  • Macatuba (tupi): Fundada por volta de 1900, já se chamou Santo Antônio do Tamquinho e Bocaiúva. Tornou-se município em 1.º de fevereiro de 1924, desvinculando-se de Lençóis Paulista. O nome atual foi dado em 1944, após consulta ao filólogo Silveira Bueno. Macatuba significa abundância de macá, fruta silvestre que nem sequer existia na região. Seus moradores queriam que se chamasse Jauí, rio do jaú peixe comum por ali.
  • Macaubal (tupi): Plantação de macaúba, espécie de coqueiro de onde vem a macaba, abundante na região. Depois de se chamar Coqueiros e Vila Progresso, ganhou o nome de Macaúbas em dezembro de 1928, como distrito de Monte Aprazível. O nome Macaubal veio em 1944 e em dezembro de 1948 tornou-se município.
  • Macedônia (portuguesa): Homenagem a João Melo de Macedo, fazendeiro que fundou a cidade em 1946 e emprestou o sobrenome região. Antigo distrito de Fernandópolis, foi emancipado em 1965.
  • Magda (portuguesa): Homenagem filha do fundador, coronel João Braga, Magda. Nasceu, em 5 de março de 1929, de uma fazenda de plantação de algodão e criação de gado. Emancipou-se do município de Nhandeara em 30 de dezembro de 1953.
  • Mairinque (portuguesa): Surgida em 27 de outubro de 1890, recebeu esse nome como uma homenagem ao seu fundador, o carioca Francisco de Paula Mayrink. Cresceu em torno da estrada de ferro e virou município em 1958.
  • Mairiporã (tupi): Ignora-se a data de fundação de Mairiporã, que desde 1642 é citada como vila em carta a José Ortiz de Camargo. Com o nome de Juqueri, chega a freguesia em 24 de março de 1880, desvinculando-se de Guarulhos. Em 1.º de janeiro de 1949, troca de nome para Mairiporã, ou “aldeia pitoresca”.
  • Manduri (tupi): Ninho, feixe pequeno. Dá nome também a uma abelha silvestre, chamada mandurim. A cidade foi fundada em 1905 e povoada graças ao avanço da Estrada de Ferro Sorocabana. Tornou-se município em 30 de novembro de 1944.
  • Marabá Paulista (híbrida, tupi e portuguesa): Era como se denominavam os descendentes de franceses e índios, frutos de suas sementes. Inicialmente chamada de Areia Dourada, foi povoada graças s fazendas de algodão da região de Presidente Venceslau, de onde se tornou distrito em 30 de dezembro de 1953.
  • Maracaí (tupi): Rio do maracá, do chocalho. O nome se deve ao fato de o Rio Capivara Ter muitas pedras em seu leite, o que o faz produzir um som parecido com o do chocalho. Surgiu na junção dos rios Capivara e Cervo, com o nome de Patrocínio de Pitangueiras, em homenagem padroeira, Nossa Senhora do Patrocínio. Emancipou-se em 19 de dezembro de 1924.
  • Marapoama (tupi): Fundada em 1946 como distrito de Itajobi, foi emancipada em janeiro de 1993. Os moradores dizem que seu nome vem de uma erva medicinal, abundante na região, usada como estimulante sexual.
  • Mariápolis (híbrida, portuguesa e grega): Homenagem a Maria Bata, mulher de Juan Bata, presidente da Companhia colonizadora, que começou seu povoamento. Fundada em 1911, foi distrito de Adamantina até dezembro de 1953, quando se emancipou.
  • Marília (portuguesa): Homenagem personagem Marília de Dirceu, do romance de José de Alencar. A Ferrovia Paulista avançava para o Interior, fundando uma estação na região onde hoje está Marília. Como os nomes das estações seguiam ordem alfabética, e era a vez da letra M, acabaram dando o nome de Marília cidade, fundada em 24 de dezembro de 1928, pois um dos donos das terras acabara de ler o livro e gostara muito da história.
  • Marinópolis (híbrida, espanhola e grega): Foi distrito de Pereira Barreto de junho de 1947 a fevereiro de 1965, quando conquistou sua emancipação. O nome é uma homenagem ao fundador da cidade, Antônio Marin da Cruz. A família Marin, de origem espanhola, era tradicional na região, com fazenda e serrarias.
  • Martinópolis (híbrida, portuguesa e grega): Homenagem ao fundador da cidade, João Gomes Martins. Surgida em janeiro de 1929 como José Teodoro, mudou de nome em junho de 1945. A cidade tem atualmente 21 mil habitantes.(1998).
  • Matão (portuguesa): O nome tem origem nas matas densas e de alto porte existentes na região. Foi fundada por José Inocêncio da Costa em 1890, quando moradores de municípios vizinhos compraram terras na região e criaram o Arraial do Bom Senhor Jesus, seu primeiro nome. Passou a se chamar Matão em 1955, quando se emancipou de Araraquara.
  • Mauá (portuguesa): Homenagem ao Barão de Mauá, um dos responsáveis pela construção da estrada de ferro da região, no final do século passado. Chamou-se Vila Pilar, distrito de Santo André, em referência capela de Nossa Senhora do Pilar, até sua emancipação em 8 de dezembro de 1954.
  • Mendonça (portuguesa): Homenagem ao fundador Adolfo Mendonça fazendeiro tradicional da região que doou parte de suas terras para ajudar no desenvolvimento da cidade.. Fundada em 1935 como distrito de São José do Rio Preto, foi emancipada em 1960.
  • Meridiano (portuguesa): Fundada em março de 1940, teve o nome de Maravilha até 1948, quando passou a ser chamada de Meridiano. Foi distrito de Fernandópolis até 1959, quando se elevou categoria de município. Nesta época foi dividido em dois bairro, São João e São José, sendo proibido aos moradores de um ultrapassar a divisa para o outro. Esta antiga rixa é uma das justificativas para o nome do município.
  • Mesópolis (grega): Fundada em agosto de 1957 como distrito de Paranapuí, foi emancipada em março de 1992. O nome vem do Córrego do Meio, que corta a cidade (meso = meio, polis = cidade).
  • Miguelópolis (híbrida, portuguesa e grega): Em 1910, Jacinto Felizardo Barbosa e o capitão Hilário Alves de Freitas doaram a São Miguel Arcanjo cerca de 15 alqueires de terra, onde foi erguida uma igreja em louvor ao santo e se estabeleceu um povoado. Em 30 de novembro de 1944, virou município.
  • Mineiros do Tietê (híbrida, portuguesa e tupi): Fundada em 29 de agosto de 1898, primeiramente ganhou o nome de Mineiros para homenagear os fundadores, que vieram do Sul de Minas (Alfenas e Santana do Sapucaia) buscando terras férteis. Como em Goiás havia outra cidade com o mesmo nome, foi acrescentado o Tietê por estar localizada s margens do rio. Anteriormente, foi conhecida como Senhor Bom Jesus da Serra de Vale Verde.
  • Mira Estrela (portuguesa): A escolha do nome presta duas homenagens numa só tocada: ao fundador da cidade, Cândido Brasil Estrela, e cidade de onde vieram sua família e as de outras pessoas que integravam o grupo de colonos, Mirassol. A cidade foi fundada em 31 de dezembro de 1958, como distrito de Mirassol, e se emancipou em 28 de fevereiro de 1964.
  • Miracatu (tupi): Significa gente boa. A cidade foi criada em 30 de dezembro de 1938, inicialmente com o nome de Prainha por causa da localização da pequena praia próxima ao Rio São Lourenço. A partir de 1944, ano em que foi emancipada de Iguape, passou a se chamar Miracatu por causa de suas terras férteis e de sua população crista.
  • Mirandópolis (híbrida, portuguesa e grega): Seu nome é homenagem ao senador Rodolfo Miranda, que em 1934 fundou a cidade. Nasceu junto ferrovia que ligava Araçatuba a Juquiá. Emancipou-se de Valparaíso em 1.º de janeiro de 1945.
  • Mirante do Parapanema (híbrida, tupi e portuguesa): Fundada pelos irmãos Irako e Takeo Okubo (imigrantes japoneses) em 1940, o local era o antigo povoado de Palmital. Distrito de Santo Anastácio, foi elevado a município em dezembro de 1953. O mirante refere-se paisagem e o Paranapanema a rio azarado, sem peixes.
  • Mirassol (espanhola): Quando os espanhóis chegaram localidade, por volta de 1910, ficaram encantados com a grande quantidade de girassóis, que chamavam de mirassóis, de onde surgiu o nome. Foi fundado como município nesse mesmo ano.
  • Mirassolância (híbrida, espanhola e portuguesa): Foi fundada em 1935 e recebeu esse nome porque era um bairro de Mirassol, da qual se emancipou em 1960.
  • Mococa (tupi): O nome teria sido ouvido pela a primeira vez através do capitão-mor Custódio José Dias em 1844, conhecedor do idioma tupi. Ele explicou: “Mo significa pequeno, co quer dizer esteio e oca é casa”. Trocando em miúdos, o termo significa “casas pequenas”. O povoado surgiu por volta de 1830 e virou município em 24 de março de 1871.
  • Mogi das Cruzes (híbrida, tupi e portuguesa): Referência ao Rio Moji (rio das cobras), num povoado onde havia uma igreja com três cruzes e os primeiros habitantes marcavam os terrenos com cruzes. Surgiu em 1611 como vila. A partir de 1671, passou a se chamar Mogi Mirim das Cruzes e, anos depois, recebeu a denominação atual.
  • Mogi-Guaçu (tupi): A cidade herdou o nome do rio, que em tupi significa rio da cobra grande. Era distrito de Mogi Mirim, emancipando-se em 1877. A principal atividade econômica da cidade é a cerâmica e também foi por causa dela que o município cresceu. O primeiro a montar uma olaria na cidade foi o padre Armani, em 1895.
  • Mogi-Mirim (tupi): Antiga Mogi dos Campos, foi a Segunda povoação fundada pelos bandeirantes entre os anos de 1650 e 1722, Seu nome de origem tupi significa rio da cobra pequena. Em 13 de abril de 1849 passou categoria de cidade com o nome atual.
  • Mombuca (tupi): Nome de uma espécie de abelha, já extinta, existente em grande quantidade na região na década de 60. Outra versão para o nome é furar, racha, arrebentar, também referente s abelhas. Mombuca era distrito de Capivari e foi emancipada em 21 de março de 1965.
  • Monções (portuguesa): Homenagem a antigos grupos de expedições chamados Bandeiras das Monções. Eles abriam clareiras no Interior do Estado de São Paulo, orientando-se através do Rio Tietê. Foi fundada em 1935. Tornou-se distrito de Macaubal a partir de 1945, já como Monções, e foi emancipada em março de 1965.
  • Mongaguá (tupi): Lama pegajosa, visguenta. Os antigos moradores contavam que, em dias de chuva, o principal rio do lugar (hoje Rio Mongaguá) transbordava e suas águas se juntavam ao barro que descia dos morros, forjando um lamaçal. Nesse lugar foi construída a cidade, que surgiu como um bairro da cidade de Praia Grande. Em 3 de março de 1948 transformou-se em distrito e 10 anos depois, no dia 7 de dezembro, tornou-se município.
  • Monte Alegre do Sul (portuguesa): Em meados de 1873, diversas famílias de Amparo e Bragança Paulista fixaram-se s margens do Rio Camanducaia, que banha a região. Ganhou este nome dos moradores que admiram sua paisagem montanhosa. Virou município em 24 de dezembro de 1948, emancipando-se de Amparo.
  • Monte Aprazível (portuguesa): Os primeiros desbravadores chegaram região em 1900. Seu fundador, Porfírio de Alcântara Pimentel, veio de Monte Alto, cidade vizinha, e batizou o município pela sua posição geográfica, a 480 metros de altitude. O adjetivo aprazível, acredita-se foi colocado para diferenciar de Monte Alto. Emancipou-se de Água Limpa em 1924.
  • Monte Azul Paulista (portuguesa): A cidade localiza-se em cima de uma colina e recebeu esse nome devido cor do céu. Para diferenciar de Monte Azul de Minas, foi chamada de Monte Azul Paulista. Também conhecida por Princesinha da Colina, foi fundada por um primeiro que doou alguns alqueires de terra como pagamento de uma promessa a São Bom Jesus, feita em benefício de sua mulher, adoentada. A cidade foi fundada em 29 de junho de 1896, com o nome de São Bom Jesus do Avanhadavinha.
  • Monte Castelo (portuguesa): Homenagem Força Expedicionária Brasileira, vitoriosa na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. Foi fundada em 1946 e virou município em 30 de dezembro de 1953.
  • Monte Mor (portuguesa): Surgiu em 1820 e por muitos anos foi conhecida como Nossa Senhora do Patrocínio da Água Choca, quando ainda era distrito de Itu. Seu atual nome se deve construção da primeira capela da cidade, que ficava no monte mais alto do local. Emancipou-se em 24 de março de 1871.
  • Monteiro Lobato (portuguesa): Ex-distrito de Taubaté, Caçapava e São José dos Campos, de onde se emancipou em 1880. É uma homenagem ao escritor Monteiro Lobato, que tinha fazendas e viveu muito tempo na região.
  • Morro Agudo (tupi): Antigo São José do Morro Agudo, originou-se da doação de 80 alqueires por parte dos irmãos Parreira Lima, em 1860. Sua denominação é referente s suas características geográficas em por conta de um monte com tal qualidade. Emancipou-se de Batatais em agosto de 1934.
  • Morungaba (tupi): A palavra é uma colmeia em tupi. Sua fundação teve início com a família Manso, que doou terras para o povoamento do local em 1888. Cem anos mais tarde se emancipou de Itatiba.
  • Motuca (tupi): Em tupi significa vespão. Que fere a pela. O nome foi mantido porque na cidade existem até hoje muitos mosquitos que picam os bois. Surgiu em 1892, já com este nome, e se emancipou de Araraquara em 9 de janeiro de 1990.
  • Murutinga do Sul (tupi): Vem do vocábulo tupi murutis, que é uma espécie de palmeira. Antes chamava-se Algodoal, devido s grandes plantações de algodão. Passou a se chamar Murutinga, mas, como já havia uma cidade com o mesmo nome em Minas Gerais, ganhou a partícula do Sul. Emancipou-se de Guaraçaí em 30 de dezembro de 1946.
  • Nantes (portuguesa): Homenagem a Messias Nantes, assassinado por João Mira em uma disputa de terra entre as duas maiores famílias de fazendeiros da região. Antigo povoado de Coroados, tornou-se distrito de Iepê em 1953 (quando passou a se chamar Nantes) e emancipou-se em dezembro de 1995.
  • Narandiba (híbrida, espanhola e portuguesa): Nomeada assim devido aos espanhóis dizerem naranja em vez de laranja. A chegada da primeira família espanhola data de setembro de 1933. Em 1945 passa a ser distrito de Pirapozinho e em 28 de março de 1964 vira município.
  • Natividade da Serra (portuguesa): Fundada em maio de 1822, recebeu esse nome em homenagem capela Nossa Senhora da Natividade do Rio do Peixe, ao redor da qual surgiu o povoado. Era distrito de Taubaté de onde se emancipou em 5 de julho de 1935.
  • Nazaré Paulista (portuguesa): A cidade se formou em volta da capela de Nossa Senhora de Nazaré e por isso ganhou tal denominação. Começou a ser fundada por Matias Lopes em 1767, mas apenas três séculos mais tarde conseguiu sua emancipação de Piracaia, tornando-se município em 24 de dezembro de 1948.
  • Neves Paulista (portuguesa): Fundada em 1900, recebeu este nome em homenagem a Joaquim da Costa Penha, vulgo Capitão Neves, um dos primeiros moradores do povoado. Desmembrou-se de Mirassol em 24 de dezembro de 1948.
  • Nhandeara (tupi): Em 24 de junho de 1928, foi fundada com o nome de São João do Paraíso, como distrito de Monte Aprazível. Mais tarde, passou a ser chamada de nhandejara (casa de Deus), Devido dificuldade da pronúncia, o nome foi mudado para Nhandeara.
  • Nipoã (tupi): Significa campo redondo. Fundada em 1.º de janeiro de 1904 como distrito de Mirassol, chamava-se Boa Vista da Cachoeira do Avanhandava, devido ao nome da fazenda que lhe deu origem. Passou a se chamar Nipoã, em 1955 quando se emancipou.
  • Nova Aliança (portuguesa): Surgiu de Bela Aliança (nome da fazenda dos fundadores). Em 19l0, na região de São José do Rio Preto, existiam três povoados: Nova Itapirema, Mendonça e Adolfo que, juntos, formavam o distrito de Nova Aliança. Emancipou-se em 30 de novembro de 1944.
  • Nova Campina (portuguesa): Fundada no final do século passado, recebeu o nome de Campina do Veado porque no local havia um riacho onde esses animais iam beber. A denominação atual surgiu há seis anos após um plebiscito, quando o local virou município se desmembrando de Itapeva.
  • Nova Canaã Paulista (portuguesa): Significa terra prometida. Ganhou o nome devido cidade bíblica. Era distrito da cidade de Três Fronteiras e emancipou-se em 29 de junho de 1954.
  • Nova Castilho (portuguesa): A cidade começou a se formar em 1923, depois de a família Castilho doar terras para sua fundação. Em 1963 passa de Vila Castilho para Nova Castilho, permanecendo assim até hoje. Emancipou-se de General Salgado em 1995.
  • Nova Europa (portuguesa): Assim se chama devido colonização européia, principalmente alemã. Fundada em 12 de janeiro de 1907, era composta pelos povoados de Nova Europa e Nova Paulicéia. No mesmo ano, passou a ser distrito de Araraquara, chamando-se apenas Nova Europa. Fez parte, também, do município de Tabatinga, do qual se emancipou em 30 de dezembro de 1953.
  • Nova Granada (híbrida, portuguesa e espanhola): Fundada por Francisco do Santos, em 4 de setembro de 1911. Antes de adotar definitivamente o nome atual – atribuído por muitos a imigrantes espanhóis – , chamou-se Pitangueiras. Emancipou-se em 19 de dezembro de 1925.
  • Nova Guataporanga (híbrida, tupi e portuguesa): Teve início em 1947, com a divisão da Fazenda Guataporanga, da qual herdou o nome. Em tupi, guataporanga significa veado de pelagem avermelhada. Eles eram abundantes na região na época. Virou município em 1960.
  • Nova Independência (portuguesa): Surgiu numa estrada que ligava Araçatuba a Porto Independência, em 1912. O porto emprestou o nome para o povoado. Como a região era um caminho de boiadeiros, em pouco tempo foram surgindo pousadas no vilarejo Porto Independência. Com sua emancipação de Andradina, em 1965, ganhou o nome atual.
  • Nova Lusitânia (portuguesa): Colonizada por portugueses, recebeu o nome em homenagem aos imigrantes que chegaram região. Era conhecida como Cabajá devido ao seu reduzido tamanho, que fazia com que as pessoas dissessem “acaba já”. Era distrito de Gastão Vidigal, de onde se emancipou em 21 de março de 1964.
  • Nova Odessa (portuguesa): Seu nome é proveniente do grande número de imigrantes vindos da cidade russa de Odessa. Foi fundada em 24 de maio de 1905, por imigrantes da região, como distrito de americana. Emancipou-se em 1º de janeiro de 1960.
  • Novais (portuguesa): Surgiu em 1924 como povoado. Os terrenos que lhe deram origem foram doados pelo fazendeiro Miguel Ruiz, mas homenageando o major João Batista Novais, influente político de Jaboticabal, da qual fazia parte. Emancipou-se em 19 de abril de 1992.
  • Novo Horizonte (portuguesa): A cidade surgiu com Joaquim Ricardo da Silva, que ergueu igreja em homenagem a São José, próxima fazenda Estiva. Em 1896, o lugar passou a se chamar São José da Estiva. Um dos proprietários de terras da região deu o nome de Novo Horizonte, por achar o lugar parecido com a cidade mineira de Belo Horizonte. Em 1917, o distrito emancipou-se de Itápolis (na época chamada de Boa Vista de Pedra).
  • Nuporanga (tupi): Significa campos belos. Seus primeiros habitantes eram índios Caiapós, expulsos pelos brancos em 1861. Em 14 de abril de 1873, o povoado ganhou o nome de Freguesia do Espírito Santo, em homenagem ao padroeiro do lugar. Depois passou a se chamar Estância Climática de Nuporanga, tornando-se Nuporanga em 1969.
  • Ocauçu (tupi): Casa grande, em tupi. Seus primeiros moradores brancos, os italianos, chegaram cidade em 1899. Tornou-se município em 1959.
  • Óleo (portuguesa): Os primeiros tropeiros que chegaram região, em 1880, passaram a desmatá-la para fazer plantações. Em sua maioria, as árvores eram cabreúvas, que, quando cortadas, soltam uma espécie de óleo. Emancipou-se de Avaré em 14 de dezembro de 1917.
  • Olímpia (portuguesa): Seu nome é homenagem Maria Olímpia, afilhada do engenheiro escocês Robert John Reid, um dos primeiros moradores da cidade, que surgiu por volta de 1859. Emancipou-se de Barretos em 1920.
  • Onda Verde (portuguesa): Fundada em 1910 com a inauguração da rede ferroviária São Paulo Goiás. Seu nome foi inspirado no terreno ondulado, onde se plantava algodão. Emancipou-se de Nova Granada em 1965.
  • Oriente (portuguesa): Seu nome segue a ordem alfabética estabelecida na época pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro. Como a última cidade tinha sido nomeada com a letra N, os moradores optaram, sem nenhuma explicação aparente, pela denominação atual. Foi fundada em 1934 e emancipada de Marília 10 anos mais tarde.
  • Orindiúva (tupi): Surgiu em 3 de outubro de 1929 com a chegada de imigrantes europeus. Virou município em março de 1965. Seu nome foi dado por influência de um comerciante local, que conhecia o idioma indígena, e sugeriu Orindiúva, nome dado pelos índios a uma árvore comum na região.
  • Orlândia (portuguesa): Antiga fazenda Boa Vista, ganhou o nome atual em homenagem ao coronel Francisco Orlando Diniz Junqueira, doador de terras e fundador da cidade. Emancipou-se em março de 1910 de Nuporanga.
  • Osasco (italiana): Fundada em 1895, na mesma época em que Antônio Agu construiu a estação ferroviária local. Tem o mesmo de uma cidade italiana da região de Piemonte. Emancipou-se de São Paulo em 1958.
  • Oscar Bressane (portuguesa): Homenagem a um estudante de Direito que lutou pela emancipação do município, que aconteceu em 24 de dezembro de 1948. Sua fundação data do começo do século.
  • Oswaldo Cruz (portuguesa): Homenagem a Oswaldo Gonçalves Cruz, membro da Academia Brasileira de Letras e responsável pelo descobrimento do soro antiofídico. Em 1940 começou a ser colonizada, com o nome de Nova Califórnia. Em 1945, através de decreto-lei, tornou-se município.
  • Ourinhos (portuguesa): O nome é uma referência ao solo da região, que, por ser muito fértil, foi chamado de terra de ouro. Daí, Ourinhos. No início do século, Jacinto Ferreira de Sá adquiriu uma gleba para a construção de um grupo escolar. A cidade também se chamou Jacarezinho e passou a ter o nome atual em 1915, tornando-se município quatro anos mais tarde.
  • Ouro Verde (portuguesa): Tem esta denominação porque suas terras se prestavam para plantar o ouro verde do Brasil: o café. Foi fundada em junho de 1946 por Olavo Ribeiro Val, que comprou 800 alqueires na Zona da Mata, para plantio. Desmembrou-se de Dracena em 1º de janeiro de 1954.
  • Ouroeste (portuguesa): Fundada em 1951 em área de terras valiosas, que lhe inspiraram o nome ouro. A partícula este foi acrescentada porque a cidade fica na região noroeste do Estado. Virou município em 1995.
  • Pacaembu (tupi): Em tupi, quer dizer córrego das pacas, animais que eram abundantes nos rios da região. Era uma grande floresta até 1925, quando começou a ser habitada por lavradores. Foi elevada a município em 24 de dezembro de 1948, desmembrando-se de Lucélia.
  • Palestina (portuguesa): Fundada pelo espanhol Valentim Alvarez, em 1922, ganhou o nome de Nova Palestina com a chegada de comerciantes sírios-libaneses na região, na década de 30. Foi elevada a município em 1936, por meio de um decreto.
  • Palmares Paulista (portuguesa): Sua fundação data de 30 de outubro de 1899, com o nome Cordão Escuro. Em 28 de março de 1935, com a conquista da municipalização, foi rebatizada como Palmares. Passados 19 anos lhe foi acrescentado o adjetivo “Paulista”. Atribui-se a denominação ao fato de a região Ter muitas palmeiras.
  • Palmeira D’Oeste (portuguesa): Numa região de muitos coqueiros, a família Vicente doou terras, em 1944, para construção da cidade. Seu nome se deve vegetação e a palavra oeste foi colocada para diferenciá-la de outra com o mesmo nome. Emancipou-se de Jales, em 1958.
  • Palmital (portuguesa): O desbravador da região onde se localiza o município foi João Batista de Oliveira Aranha, que em 1886 de palmitos e muita água. Virou município em 1938.
  • Panorama (portuguesa): A Companhia Paulista de Estradas de Ferro foi responsável pelo desenvolvimento da vila que se tornaria município na metade deste século. O nome foi dado porque a cidade tem um monte de onde se tem uma bela vista. Em 1953 emancipou-se de Dracena.
  • Paraguaçu Paulista (híbrida tupi e portuguesa): O vocábulo Paraguaçu é de origem tupi e significa grande mar ou rio grande. O povoado cresceu próximo ao córrego Bugio, que provavelmente deu origem denominação tupi. Emancipou-se de Conceição de Monte Alegre em dezembro de 1924.
  • Paraibuna (tupi): Significa rio de água escura, em tupi. A cidade foi crescendo em volta de um rio com esta característica. Os primeiros registros de povoadores brancos data de 1561. Por volta de 1617, a região atraiu mineiros em busca de ouro e começou a se desenvolver. Emancipou-se de Jacareí em 1832.
  • Paraíso (portuguesa): Com o início da Guerra do Paraguai, moradores do povoadores de São Sebastião passaram a contrair malária, que virou um surto em pouco tempo. Para escapar da doença, em 1891 a população resolveu fundar um núcleo nas proximidades, com o nome de Vila Paraíso. A cidade foi emancipada em 1.º de janeiro de 1954 do distrito de Pirangi.
  • Paranapanema (tupi): Leva o nome do rio que banha a região, cujo nome quer dizer rio ruim. Nasceu em 16 de maio de 1856 graças doação de 33 alqueires pelo fazendeiro Fernando de Melo, de suas propriedades no vilarejo de Bom Sucesso, para a construção de uma nova cidade. Emancipou-se em 30 de novembro de 1944 do município de Avaré.
  • Paranapuã (híbrida, tupi e portuguesa): Como suas terras são muito parecidas com as do Paraná, ganhou este nome. Em tupi, puã significa pequena, logo seria pequena Paraná. Em 1949, Paulo Guilherme Ferraz percebeu que as terras não tinham donos. Procurou então o presidente Getúlio Vargas par que este promovesse um leilão. Paulo Guilherme acabou comprando os 12 mil alqueires da cidade e iniciou o vilarejo. Desmembrou-se de Dolcinópolis em 1964.
  • Parapuã (tupi) Significa rio feio. O município foi criado pelo fazendeiro Luis de Souza Leão, próximo ao Rio Feio, em janeiro de 1934. Com a demarcação das terras, foram chegando as primeiras famílias, forasteiros e lavradores. Foi emancipado de Tupã em 1.º de janeiro de 1945.
  • Pardinho (portuguesa): Antigo Espírito Santo do Rio Pardo, passou a ser chamado de Pardinho quando o município foi emancipado de Botucatu, em 1938. Os moradores não sabem a razão de seu nome.
  • Pariquera-Açu (tupi): Significa cercado ou armadilha para pegar peixes grandes, inspirado na forma como seus habitantes primitivos chamavam o lugar. Antigo povoado de Jacupiranga, que foi fundada em 1864. Foi elevada a município em 30 de dezembro de 1953.
  • Parisi (portuguesa): Sua origem data de seis décadas. O nome vem de uma fazenda que existia no local e tinha o mesmo nome. Em torno dessas terras a cidade começou a se formar. Em 1993, tornou-se cidade.
  • Patrocínio Paulista (portuguesa): Por volta de 1830, famílias de garimpeiros atraídas pelos diamantes existentes nos rios Santa Bárbara e Sapucaizinho instalaram-se nas proximidades, dando origem cidade. O primeiro nome da cidade foi Nossa Senhora do Patrocínio de Santa Bárbara das Mocaúbas, miscelânea religiosa. Foi emancipada em 28 de janeiro de 1888.
  • Paulicéia (portuguesa): Foi fundada em 1947 visando a localização de uma cidade para intercâmbio com o vizinho Estado do Mato Grosso do Sul. Por isso ficou conhecida como região de paulistas. Sua emancipação veio cedo, e um ano mais tarde foi elevada categoria de cidade.
  • Paulínia (portuguesa): Assim foi batizada porque, em 1899, sua primeira linha de trem passava nas terras de José Paulino Nogueira. Em torno da estação o povoado foi surgindo. Emancipou-se de Campinas em 1964.
  • Paulistânia (portuguesa): Foi fundada em 1895 por colonizadores europeus que se dedicavam cultura de café. Chamou-se Vila Matão e a prefeitura não tem explicação para a denominação atual. Emancipou-se de Agudos em 1997.
  • Paulo de Faria (portuguesa): Foi fundada em 28 de setembro de 1911 por Pelegrino Beneli, com o nome de Freguesia de Patos. Em 1938, recebeu o atual, em homenagem a um secretário do governo que morreu na queda de um avião em Minas Gerais. Emancipou-se do município de Olímpia em 1954.
  • Pederneiras (tupi): O povoado estava em poder dos índios em 1840. Oito anos depois, o sertanista Manoel dos Santos Simões comprou as terras do distrito de Botucatu e batizou-as de Fazenda Pedras de Fogo, significado do nome em tupi. Em 24 de abril de 1865, passou a freguesia com o nome de São Sebastião da Alegria. Três meses depois, foi elevada a município, mantendo o nome. Em 25 de maio de 1895, recuperou o antigo nome tupi.
  • Pedra Bela (portuguesa): Fundada em 1840 por moradores de Bragança Paulista, que foram ao local em busca de terras baratas. Os primeiros moradores juram Ter visto, em cima de uma pedra próxima ao povoado, a imagem de Nossa Senhora, Uma capela foi construída no lugar e a cidade batizada de Pedra Bela. Emancipou-se de Bragança Paulista em 1963.
  • Pedranópolis (híbrida, portuguesa e grega): Quer dizer cidade das pedras, referência um córrego com fundo pedregoso que corta a cidade e também s pedreiras existentes na fundação, em 1937. Em 1965 foi emancipada de Tanabi.
  • Pedregulho (portuguesa): As primeiras casas do lugar foram erguidas em 1897, junto com a chegada de uma estação ferroviária da Companhia Mogiana De Campo das Pindaíbas passou a chamar-se Pedregulho, lembrando as coloridas pedrinhas encontradas em seu solo. Conquistou autonomia de Igarapava em 21 de dezembro de 1921.
  • Pedreira (portuguesa): Em 1885, no município de Amparo, havia a Fazenda Grande, cujo proprietário, João Pedro de Godoy Moreira, tinha quatro filhos: Antônio Pedro, José Pedro, Bento Pedro e João Pedro Júnior. Daí a Pedreira foi um pulo. Virou município em 31 de outubro de 1896.
  • Pedrinhas Paulista (portuguesa): Começou a se desenvolver em 1953 com a chegada de imigrantes italianos. Havia um riacho cheio de pedrinhas, de onde se originou o nome da cidade. Emancipou-se de Cruzália em 1991.
  • Pedro de Toledo (portuguesa): A cidade, que homenageia um político paulista, começou a crescer por volta de 1912, com a chegada da Estrada de Ferro Santos (EFS). Passou a município em 24 de dezembro de 1948.
  • Penápolis (híbrida, portuguesa e grega): O nome, dado em 17 de dezembro de 1909, homenageia o ex-presidente da República Afonso Penna. No início da colonização, por volta de 1900, muitos dos novos moradores morreram sob ataques dos índios Coroados. Virou município em 22 de dezembro de 1911, desligando-se de Bauru.
  • Pereira Barreto (portuguesa): Em 1858, o lugar abrigava uma colônia militar chamada Estabelecimento Naval de Itapura, desativada em 1889. Mas o povoado cresceu até virar município, em 30 de novembro de 1938, trocando o nome de Novo Oriente para o atual, em Homenagem ao cientista Dr. Luiz Pereira Barreto. Até então pertencia a Monte Aprazível.
  • Pereiras (portuguesa): A família Pereira, uma das fundadoras, é lembrada até hoje no nome do lugar, cujos primeiros colonizadores chegaram nos anos 30 e 40 do século passado. Virou cidade em 12 de dezembro de 1906.
  • Peruíbe (tupi): Originariamente é peruybe, que significa rio dos tubarões. Os primeiros registros do povoamento são de 1532, ano em que foi construída a igreja de São João, uma das primeiras do Brasil. O nome atual só surgiu após sua emancipação de Itanhaém em 1959
  • Piacatu (tupi): Bela Vista passou a chamar-se Piacatu (coração bom ou coração sagrado) em 30 de novembro de 1944, quando chegou a distrito de Birigüi. A emancipação deu-se em 30 de novembro de 1953.
  • Piedade (portuguesa): Vicente Garcia, o manda-chuva do vilarejo por volta de l831 a 1835, ganhou de um mascate uma imagem de Nossa Senhora de Piedade, para a qual mandou construir uma capela. A obra ficou pronta em 20 de maio de 1940, considerado dia de fundação da cidade, que chegou a município em 1857.
  • Pilar do Sul (portuguesa): Caçadores de Sorocaba em 1850 costumavam se reunir em um mocambo da localidade antes de se embrenhar na mata. Era costume deles, ao partir, brincar com as palavras; “Vamos caçar no pilar para poder pilar a carne”. O verbo “pilar” virou nome da cidade, que teve acrescentado o complemento “do Sul” em 1.º de dezembro de 1944.
  • Pindamonhangaba (portuguesa): O nome significa lugar onde se fazem anzóis. A prefeitura não soube explicar sua origem nem a história de fundação da cidade. Dados históricos apontam que uma pequena vila surgiu por volta do século 17. Foi emancipada de Taubaté em junho de 1705.
  • Pindorama (tupi): A fundação se deu em 26 de fevereiro de 1916, quando o município ainda era dividido em dois distritos pelo ribeirão São Domingos. De um lado ficava Areia Branca e do outro Pindorama. O primeiro era distrito de Araraquara e o segundo, de Santa Adélia. Acabou prevalecendo para batismo do novo município o nome de Pindorama, que quer dizer “terra das palmeiras”, planta comum na região. A emancipação ocorreu em 21 de março de 1926.
  • Pinhalzinho (portuguesa): Fundado em 3 de maio de 1840, ganhou este nome pela quantidade de pinheiros existentes na região. Pertenceu a Bragança Paulista até 31 de dezembro de 1963, quando se emancipou.
  • Piquerobi (tupi): Fundada em l917, tem duas versões para seu nome. Em tupi, quer dizer peixinho azul, mas os moradores acreditam em outra versão. Para eles foi uma homenagem ao engenheiro Piquerobi Witacher de Aguiar, que demarcou a região. Emancipou-se de Santo Anastácio em 20 de março de 1949.
  • Piquete (portuguesa): Em meados do século XIX, por volta de 1842, São Paulo mobilizava seus habitantes para fazer a revolução paulista de Sorocaba. Foi quando se estabeleceu na localidade um piquete das tropas de Duque de Caxias, para cortar a ligação de paulistas rebeldes e mineiros. Surgiu daí o nome do município, emancipado em 19 de dezembro de 1906.
  • Piracaia (tupi): A expressão em tupi significa peixe frito. O povoado foi fundado em 18l7, e a princípio era chamado de Santo Antônio da Cachoeira. Somente em 1895 recebeu o nome atual e passou a ser município. O local é chamado pelos moradores de Eterna Namorada da Mantiqueira, por estar localizada ao lado da serra da Mantiqueira.
  • Piracicaba (tupi): Lugar onde o peixe pára. Foi fundada em 1 de agosto de 1767 por Antônio Correia Barbosa. Sua primeira denominação foi Vila Nova da Constituição, em homenagem promulgação da primeira constituição portuguesa. Em 1877, o local passou a município e a ser chamado pelo nome atual.
  • Piraju (tupi): Peixe amarelo, o dourado. Fundada em 1860, pelo fazendeiro Joaquim Antônio Arruda, localiza-se s margens do rio Paranapanema. Inicialmente, chamava-se São João do Rio Verde pelos indígenas da região. Passou a se chamar Piraju, em 1891, quando se emancipou da cidade de Botucatu.
  • Pirajuí (tupi): Rio do peixe dourado. A cidade ganhou o nome devido ao rio Dourado, que banha a região. Fundada em 1888 pelo coronel Joaquim de Toledo Piza e Almeida, foi emancipada de Presidente Prudente em 1954.
  • Pirangi (tupi): Em tupi, quer dizer peixe dourado e o nome se refere quantidade de peixes deste tipo existentes nos rios da região. A construção da Capela de Santo Antônio, em 13 de junho de 1895, estimulou o crescimento do povoado, que naquela época foi chamado de Santo Antônio da Bela Vista. Sua emancipação, já com o nome atual, aconteceu em 7 de março de 1935.
  • Pirapora do Bom Jesus (híbrida – tupi e portuguesa): Pirapora quer dizer peixe que pula, e refere-se aos animais que tentavam subir a correnteza para desovar. Começou a surgir em 1725 com o encontro de uma imagem do Senhor Bom Jesus numa corredeira do rio Tietê, santo que foi incorporado ao nome da cidade. Já chamou Bom Jesus de Pirapora e emancipou-se de Santana do Parnaíba em 1960.
  • Pirapozinho (tupi): Significa peixe de posta pequena. As primeiras famílias chegaram ao lugar em 1924 e deram o nome de Patrimônio São João. O atual nome se afirmou com a emancipação da cidade de Presidente Prudente, em 24 de dezembro de 1948, em homenagem ao rio que banha o município, Pirapó.
  • Pirassununga (tupi): O povoado foi fundado por índios que ocuparam a região no período de 1625 a 1680. Os indígenas deram o atual nome devido aos peixes que faziam muito barulho nas cachoeiras e rios. A emancipação aconteceu em 6 de agosto de 1823.
  • Piratinga (tupi): Peixe seco. Quando Anchieta fundou São Paulo, os campos aqui também tinha este nome. Dizem que o ribeirão Anhangabaú transbordava e quando secava deixava peixes nas suas margens, que ficavam “secando” ao sol. Virou município em dezembro de 1913.
  • Pitangueiras (tupi): Esta árvore frutífera era bastante comum na localidade quando de sua fundação. O povoado surge na Segunda metade do século passado, embalado pela passagem de tropeiros a caminho de Bebedouro, Barretos e Jaboticabal, `qual era subordinada. A emancipação ocorreu em 6 de junho de 1893.
  • Planalto (portuguesa): Era o nome de uma lagoa de onde os donos de olarias extraíam argila para a produção de tijolos na região de Bauru. Em 1907, uma comitiva de D. Pedro I, que participaria da guerra do Paraguai, passou pela região e muitos integrantes contraíram malária. Com o surto da Doença, D. Pedro se instalou no local e fundou a cidade. A emancipação aconteceu em 1944.
  • Platina (portuguesa): Fundada na metade do século passado pelo coronel Francisco Sanches de Figueiredo, começou chamando Saltinho do Paranapanema. Emancipou-se de Campos Novos do Paranapanema em dezembro de 1953.
  • Poá (tupi): Em tupi, significa mão aberta. Fundada em 1890, tem em seu território Fontes de água radiativa.
  • Poloni (portuguesa): O latifundiário Cândido Poloni, responsável pela fundação da localidade em 1920, acabou inspirando seu nome atual. Em 1º de janeiro de 1955 virou município, tornando-se independente de Monte Aprazível.
  • Pompéia (portuguesa): Abrange uma área que compõe as bacias dos rios Peixe e Feio, afluentes do Paraná. Entre seus primeiros colonizadores está Rodolfo Nogueira da Rocha Miranda e seu filho, Luiz Miranda. O nome do lugar reverencia a mulher de Rodolfo, Aretuza da Rocha Miranda. Tornou-se município em 30 de novembro de 1938.
  • Pongaí (tupi): Sua fundação data de 1913, como povoado que passou a se chamar Saltinho. Emancipou-se politicamente de Pirajuí, com o nome atual, em 24 de dezembro de 1948. A partir de 1927, voltou a chamar-se Pongaí (ponga = salto e i = pequeno), com já era tratada pelos índios Caingangues, Caiapós e guaranis que habitavam a região antes da civilização.
  • Pontal (portuguesa): Situada na confluência dos rios Mogi-Guaçu e Pardo, forma uma ponta de terra, denominada Bico do Pontal. Sua história começa em 1893, quando um modesto barco a vapor fazia sua viagem inaugural a partir do Porto do Pontal, na altura da hoje estação de passagem. Se tornou município a partir de 23 de janeiro de 1935.
  • Pontalinda (portuguesa): Surgiu, em agosto de 1948, do encontro de dois córregos, que se uniam formando uma ponta e criando uma bela paisagem. O nome foi dado pelos fundadores Antônio Etelvino Baldi e Adalberto Brandão. A cidade se emancipou de Jales em 27 de outubro de 1991.
  • Pontes Gestal (portuguesa): Batizada com o sobrenome do coronel que, em 1924 Dou 4.800 alqueires para a implantação de um povoado. Emancipou-se em 1964 de Américo de Campos.
  • Populina (portuguesa): Significa população pequena. Foi fundada em 24 de junho de 1946, da necessidade dos moradores da região em criar uma nova cidade. Em 1959, foi emancipada de Estrela D’Oeste.
  • Porangaba (tupi): Significa bela vista. Antigo distrito de Tatuí, por suas belezas naturais, teve inicialmente o nome de Bela Vista de Tatuí. Fundada em 24 de setembro de 1860, foi emancipada em 4 de junho de 1927.
  • Porto Feliz (portuguesa): Era ponto de referência para expedições de bandeirantes que passavam pelo rio Tietê. As viagens, muitas delas em busca de ouro no Mato Grosso, se estendiam por 5 meses e 3.500 quilômetros de trajeto. Como o pequeno porto representava o fim dos perigos e privações, passou a ser chamado de Feliz.
  • Porto Ferreira (portuguesa): Surgiu s margens do rio Mogi-Guaçu, numa região antes habitada pelos índios Painguás ou Paiaguás. O nome é uma homenagem ao barqueiro João Inácio Ferreira, dono de uma balsa que fazia a travessia de pessoas e mercadorias de uma a outra margem do rio
  • Potim (tupi): Em tupi quer dizer camarão de água doce, que era abundante num riacho próximo ao povoado, fundado em 1772. Emancipou-se de Guaratinguetá em 1991.
  • Potirendaba (tupi): Manoel Ponciano Leite foi o primeiro proprietário de terras do lugar. Também é citado como um de seus fundadores João Antônio Siqueira, que instalou ali a Fazenda Três Córregos. O nome, que significa ramalhete de flores, provém da rica flora da região. Passou a município em 26 de dezembro de 1925, desligando-se de Rio Preto
  • Pracinha (portuguesa): Surgiu em 29 de novembro de 1941, com o nome de Maripá, em homenagem aos proprietários das terras, Mário de Oliveira e Paula de Oliveira. O atual nome foi dado em 30 de dezembro de 1948, quando emancipou-se do município de Lucélia, em homenagem aos pracinhas, ex-combatantes da Segunda Guerra Mundial.
  • Pradópolis (híbrida, portuguesa e grega): Homenagem família Prado, dona da Companhia Agrícola Fazenda São Martinho, em torno da qual a partir de 1905 surgiu a cidade. Inicialmente, chamava-se Vila Nova.
  • Praia Grande (portuguesa): A cidade começou a se desenvolver ao redor da fortaleza de Itaipu, em 1902. Foram os índios da Tribo tupi-guarani, que diante de um mar tão extenso batizaram o local de Peabuçu, que significa praia grande. A emancipação ocorreu em 1967.
  • Pratânia (portuguesa): Fundada em 1899 pelos donos da fazenda Prata, onde existia uma pedra que tinha cor de prata, de onde vem o nome atual. Já chamou Vila da Prata e foi emancipada de São Manuel em 1997.
  • Presidente Alves (portuguesa): Era chamada de Jacutinga quando o povoado surgiu, pertencendo então ao município de Bauru. Em 1906, passou a ser chamado de Presidente Alves, no mesmo ano em que Francisco de Paula Rodrigues Alves terminava seu mandato presidencial. A emancipação ocorreu em 2 de dezembro de 1927.
  • Presidente Bernardes (portuguesa): A povoação teve início em 1915 com o nome de Guarucaia, árvore nativa da região. Pertencia a Presidente Prudente e recebeu o atual nome porque as estações ferroviárias eram batizadas com os nomes de ex-presidentes da
    República, neste caso o de Artur Bernardes (1922-1926). Tornou-se município em 23 de janeiro de 1935.
  • Presidente Epitácio (portuguesa): A cidade teve origem em 1922, com a chegada dos trilhos da Estrada de Ferro Sorocabana. O nome foi uma homenagem ao presidente da época. Epitácio Pessoa (1919-1922) Em 24 de dezembro de 1948 virou município.
  • Presidente Prudente (portuguesa): A cidade foi fundada em 12 de setembro de 1917 pelo coronel Francisco de Paula Goulart, com o nome de Vila Goulart. A emancipação aconteceu em 28 de novembro de 1921. Na época, cada município que se criava recebia o nome de um presidente da República. Neste caso. Presidente Prudente de Morais (1994-1898).
  • Presidente Venceslau (portuguesa): O aparecimento da antiga povoação de Coroados aconteceu em 1921, com a chegada da Estrada de Ferro Sorocabana na região. O atual nome foi uma homenagem ao Presidente da República Venceslau Brás, que governou de 1914 a 1918. Em 13 de maio de 1927 passou a ser município.
  • Promissão (portuguesa): Terra prometida, da promessa. A partir de 1915, a região viu-se habitada com a chegada anunciada da Estrada de Ferro Noroeste. Em 1918 foi fundado o distrito Hector Legru, em homenagem ao banqueiro belga que financiou a construção da ferrovia. Em 1921, o lugar foi batizado de Promissão e, dois anos depois, emancipou-se de Penápolis.
  • Quadra (portuguesa): O nome vem de uma corrida de cavalos que acontecia na região. Os animais corriam uma quadra. Foi fundada em 1875 com a doação de terras pelo coronel Francisco Vieira de Camargo para a construção de uma capela, ao redor da qual surgiu o povoado. Desvinculou-se de Tatuí em 1997.
  • Quatá (tupi): Existe a versão de o nome da cidade ser uma corruptela de caraguatá, planta comum na área. Surgiu em 16 de janeiro de 1916, como uma fazenda de café e, com o avanço da estrada de ferro, a população foi aumentando, passando a formar o município de Quatá, desmembrado de Conceição de Monte Alegre em 4 de novembro de 1925.
  • Queiroz (portuguesa): A cidade surgiu com a doação de terras da família Queiroz, em 1938. Sua emancipação de Pompéia aconteceu em 1965, quando ainda era chamada de Queirópolis.
  • Queluz (portuguesa): Homenagem família imperial de D. João VI, que possuía o palácio de Queluz, em Portugal. Inicialmente fundada como São João Batista de Queluz, em referência ao padroeiro, foi colonizada por volta de 1800. Em 4 de março de 1842, emancipou-se da cidade de Areias.
  • Quintana (portuguesa): Por volta de l918, vários fazendeiros vieram de diversas partes do Estado para as margens dos rios Peixe e Feio. Atraíram com lavouras diversas e a criação de gado muitos colonos e os trilhos da Cia. Paulista de Estradas de Ferro. Foi subordinada a Glicério, Marília e Pompéia, até se emancipar em 30 de novembro de 1944.
  • Raffard (Suíça): Na década de 1880, o suíço Henry Raffard veio para o Brasil e montou engenho de cana de açúcar na região, atraindo imigrantes italianos. Pertenceu a Capivarí e emancipou-se em março de 1965.
  • Rancharia (portuguesa): Leva este nome porque, em 1916, era local de um acampamento formado por ranchos ou seja, alojamentos de trabalhadores da estrada de ferro Sorocabana. Virou município em julho de 1935
  • Redenção da Serra (portuguesa): Antes chamado Paiolinho (paiol de linho), seu nome atual está ligado libertação dos escravos pelos fazendeiros em 10 de fevereiro de 1888, exemplo para todo o País. Tornou-se município em 1878 e ganhou a atual denominação em 30 de novembro de 1944.
  • Regente Feijó (portuguesa): Fundada em 1922, homenageia o estadista e religioso padre Diogo Antônio Feijó. Desmembrou-se de Presidente Prudente definitivamente em 1º de novembro de 1936.
  • Reginópolis (híbrida, portuguesa e grega): A 500 metros do rio Batalha, na região de Bauru, era a Vila do Batalha. O nome atual ao se emancipar de Pederneiras, em 3 de abril de 1949, homenageia a padroeira da cidade, Nossa Senhora Rainha dos Anjos. Reginópolis significa Terra de Regina ou Terra de Rainha.
  • Registro (portuguesa): Fundada nos tempos do Brasil Colônia, ganhou este nome devido exploração de ouro no Alto Ribeira. As canoas tinham de parar num porto local para registrar a mercadoria junto a um representante da coroa portuguesa. Virou município em 30 de novembro de 1944.
  • Restinga (portuguesa): Foi Fundada em 1890 com o nome de Povoado, distrito de Franca. O local era rota de tropeiros que sempre descansavam na cidade. O nome se deve s terras da fazenda Nova Restinga que foram doadas para construção da capela. Emancipou-se de Franca em 1890.
  • Ribeira (portuguesa): Fundada no início do século passado pelo índio catequizado Vitorino, ganhou o nome atual em razão de sua localização, no Vale do Ribeira. Antes chamou-se Bom Jesus da Cana Verde, devido lavoura típica da região. Tornou-se município em 20 de outubro de 1910.
  • Ribeirão Bonito (portuguesa): Em outubro de 1862, a família Alves Costa chegou região e 10 anos depois construiu a capela de Bom Jesus da Cana Verde, ao redor da qual se desenvolveu a povoação. Virou município em 5 de março de 1890. O nome faz referência a um curso de água na região.
  • Ribeirão Branco (portuguesa): Antiga capela do Senhor Bom Jesus do Ribeirão Preto, foi fundada por Francisco Caetano da Silva. Tornou-se vila em 6 de setembro de 1892, como Ribeirão Branco, referência a um córrego límpido no local. Virou município em 30 de novembro de 1944.
  • Ribeirão Corrente (portuguesa): O nome é referência a um córrego que passa ao largo da cidade. Era distrito de Franca e emancipou-se em 7 de abril de 1965.
  • Ribeirão do Sul (portuguesa): Antigo distrito de Salto Grande, era conhecida como Ribeirão dos Pintos, homenagem família Silvério Pinto, que chegou região por volta de 1900. Emancipou-se em 21 de março de 1965, com o nome que se refere ao riacho e localização no Estado.
  • Ribeirão dos Ándios (portuguesa): O pequeno rio não passa hoje de um córrego, mas o nome ficou. Antigo distrito de Santo Anastácio, na região de Presidente Prudente, virou município em 27 de dezembro de 1995.
  • Ribeirão Grande (portuguesa): Um curso de água que corta a cidade ao meio deu origem ao nome da localidade. Distrito de Capão Bonito, emancipou-se em 19 de maio de 1991.
  • Ribeirão Pires (portuguesa): Herdou o nome de um córrego que passava pelas propriedades da família Pires, ou seja, o Ribeirão dos Pires. Ganhou autonomia em 30 de dezembro de 1953.
  • Ribeirão Preto (portuguesa): Fundada em 19 de junho de 1856, a cidade surgiu de um pequeno núcleo habitacional nas imediações do Córrego do Retiro e do Ribeirão Preto, do qual ganhou o nome.
  • Rifaina (árabe): Conhecida pelos bandeirantes e sertanistas desde o século 16, a região só começou a ser ocupada mais de um século depois, em razão da agressividade dos índios Caiapós. Em 1823, documentos já registram a denominação Arrifana, que provém de arrife, de origem árabe e sinônimo de recife, alusivo geografia local. Passou a município em abril de 1949.
  • Rincão (espanhola): A denominação vem da expressão espanhola rincón, que significa lugar bem-protegido, rodeado de matas ou rios. Batizada por tropeiros gaúchos que passavam pelas terras do sítio chamado Paciência, desligou-se de Araraquara em 24 de dezembro de 1948.
  • Rinópolis (híbrida, portuguesa e grega): É uma homenagem ao sobrenome de seu primeiro colonizador, o coronel Eugênio Rino. Já pertenceu a Araçatuba e Tupã, tendo virado município em 30 de novembro de 1944.
  • Rio Claro (portuguesa): Seu povoamento iniciou-se no século 18, quando servia de pouso para tropeiros a caminho das minas de ouro de Cuiabá. Em 1845, tornou-se a vila de São João Batista do Rio Claro, nome mais tarde abreviado para Rio Claro. É uma referência limpidez das águas do ribeirão Claro, hoje transformado em esgoto doméstico e industrial.
  • Rio das Pedras (portuguesa): O povoado se estabeleceu, por volta de 1870, beira de um riacho próximo da casa de um sitiante chamado Pedro, que tinha várias filhas, as “Pedras”. Tornou-se município em 10 de julho de 1894, desmembrando-se de Piracicaba.
  • Rio Grande da Serra (portuguesa): Tropeiros que subiam a serra do Mar carregando sal de São Vicente para Mogi das Cruzes fundaram a localidade, s margens do chamado Caminho de Zanzala, na virada do século 16 para o 17. O nome é referência ao Rio Grande, que corta a região da serra. Emancipou-se em 21 de março de 1965.
  • Riolândia (portuguesa): Habitada primitivamente por índios Caiapós, no final do século passado, a localidade era conhecida como Arraial do Veadinho, por estar s margens do córrego de mesmo nome. Ganhou a denominação atual por situar-se na região do rio Paraná e seus afluentes.
  • Riversul (portuguesa): O povoado começou a partir das terras do mineiro Joaquim da Silva Bueno, que tomou posse do lugar em 1885. Inicialmente a cidade se chamava Ribeirão Vermelho Sul e fazia parte de Itaporanga. A cidade passou a ser Riversul em 1980, já que as correspondências dirigidas cidade iam para outros lugares com o mesmo nome. O nome é uma junção das iniciais RI de Ribeirão, VER de Vermelho e SUL de Sul.
  • Rosana (portuguesa): O nome homenageia a filha do empreiteiro Sebastião Camargo, principal proprietário de terras na região. A emancipação veio em 5 de novembro de 1990.
  • Roseira (portuguesa): Referência s rosas silvestres que cresciam s margens da velha estrada que ligava São Paulo ao Rio, nos tempos do Brasil Colônia. Foi distrito de Guaratinguetá e Aparecida. Emancipou-se em 21 de março de 1965.
  • Rubiácea (portuguesa): Nasceu na época da instalação da estrada de ferro Noroeste do Brasil, cujos trilhos marchavam rumo ao Mato Grosso. A estação local foi inaugurada em 1930 e o nome se refere a uma família de plantas, as rubiáceas, que incluem o café, bastante cultivado na região. Foi elevada a município em 24 de dezembro de 1948.
  • Rubinéia (portuguesa): Aglutinação dos nomes do casal Rubens e Néia de Oliveira Camargo, que doaram terras para a criação da cidade. Emancipou-se em 20 de março de 1965.
  • Sabino (portuguesa): Homenagem aos irmãos Antônio e Adelino Sabino de Castilho Pereira, fundadores da cidade e herdeiros da fazenda Santa Cruz, então situada no município de Lins. De um loteamento organizado por eles, surgiu a Vila Sabino, que passou a município em 30 de dezembro de 1953.
  • Sagres (portuguesa): O povoado começou como um bairro de Oswaldo Cruz. Em 18 de fevereiro de 1959, foi emancipado e ganhou o nome atual, que homenageia a famosa escola naval portuguesa.
  • Sales (portuguesa): A colonização da localidade começou em 1914, mas ser nome, uma homenagem ao fazendeiro Ramiro Sales, só foi adotado em 1920. Virou município em 1959.
  • Sales Oliveira (portuguesa): O engenheiro Francisco de Sales Oliveira emprestou seu nome, em 1901, a uma estação da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro e, depois, própria localidade. Já pertenceu aos municípios de Nuporanga e Orlândia, sendo elevada condição de cidade em 30 de novembro de 1944.
  • Salesópolis (híbrida, portuguesa e grega): Localizada na nascente do rio Tietê, a antiga São José do Paraitinga virou distrito de Mogi das Cruzes em 28 de março de 1838 e ganhou autonomia em 24 de março de 1857. Salesópolis foi fundada por descendentes de bandeirantes e ganhou seu nome atual, uma homenagem ao presidente Manuel Ferraz de Campos Sales, em 8 de junho de 1900.
  • Salmourão (portuguesa): Referência ao solo da região, resultante da decomposição parcial da mica e do fedspato. Era distrito de Oswaldo Cruz e ganhou autonomia em 18 de fevereiro de 1959.
  • Saltinho (portuguesa): O riacho que passa pela cidade tem um pequeno salto, o que explica o nome. Era distrito de Piracicaba até 31 de dezembro de 1991, quando ganhou sua autonomia. Contudo, festeja o aniversário em 19 de maio, data em qu3 a emancipação foi aprovada em plebiscito.
  • Salto (portuguesa): Em 16 de junho de 1698, o vigário da cidade de Itu, padre Felipe de Campos, inaugurou a capela em louvor a Nossa Senhora de Monte Serrat, que deu origem ao povoado Salto de Itu, referência a uma cachoeira próxima. Virou município em 15 de abril de 1890 e passou a ser chamada de Salto em 29 de dezembro de 1917.
  • Salto de Pirapora (portuguesa): Na margem esquerda do rio Pirapora, teve seu nome originário de cachoeira homônima. Seu fundador foi Antônio Maximino Fidélis, conhecido como Antônio Fogueteiro. Virou distrito de Sorocaba em 23 de junho e ganhou autonomia em 30 de dezembro de 1953.
  • Salto Grande (portuguesa): Referência a uma cachoeira da região que leva o mesmo nome. A queda-d’água foi assim batizada pela engenheiro Teodoro Fernandes Sampaio em 7 de abril de 1886, quando fazia uma viagem de reconhecimento pela região. Distrito de Santa Cruz do Rio Pardo, virou município em 27 de dezembro de 1928.
  • Sandovalina (portuguesa): Foi fundada em 1950, a partir da fazenda Guarani, de propriedade de Antônio Sandoval Neto. O nome da cidade é uma corruptela do sobrenome de Antônio. Passou a ser município em 1º de janeiro de 1960, deixando de ser distrito de Presidente Bernardes.
  • Santa Adélia (portuguesa): A povoação surgiu na região de Taquaritinga, mais especificamente na Fazenda Dumont, de propriedade do patriarca Luiz Dumont, devoto de Santa Adélia. A data oficial de fundação é 23 de outubro de 1910. O nome homenageia uma das filhas e a santa de devoção do fazendeiro João Dumont. Virou município em 22 de março de 1916.
  • Santa Bárbara D’Oeste (portuguesa): A “mãe” da cidade foi dona Margarida da Graça Martins, viúva do sargento-mor Francisco de Paula Martins. Em 1817, ela mudou-se para a região, instalando-se numa fazenda de açúcar, e doou terras para a construção de uma capela em homenagem a Santa Bárbara, que foi inaugurada em 1818.
  • Santa Branca (portuguesa): No início do século passado, a poderosa família Brito de Godoy ocupava terras na margem esquerda do rio Paraíba e começou a ganhar vizinhos. A pedido de José Joaquim Nogueira, Domingos Brito de Godoy doou parte de suas propriedades para a construção de uma capela em homenagem a Santa Branca. Em 20 de fevereiro de 1856, foi elevada a Freguesia. Em 25 de agosto de 1892, ganhou autonomia.
  • Santa Clara D’Oeste (portuguesa): Foi fundada com a doação de um lote de terras pelo imigrante italiano Giocondo Giovani Gazzoatto, em 1951. Na mesma época, a Companhia Agrícola de Imigração e Colonização teria distribuído lotes para imigrantes recém-chegados. O nome homenageia uma filha de Giocondo. Emancipou-se de Santa Fé do Sul em 1963.
  • Santa Cruz da Conceição (portuguesa): Em 1834, uma família portuguesa doou terras para a paróquia de Limeira, que fincou uma cruz numa encruzilhada entre Pirassununga e Rio Claro. Ao redor do cruzeiro surgiu a cidade, que ganhou o “Conceição” em devoção Imaculada Conceição. Virou município em l891, desvinculando-se de Pirassununga, mas a promoção foi revogada em 1937. Dezesseis anos depois, recuperou a autonomia.
  • Santa Cruz da Esperança (portuguesa): Antigo distrito de Cajuru, teve o nome original mudado apenas para Santa Cruz. Ao emancipar-se em 31 de dezembro de 1996, voltou a incorporar Esperança. O prefeito, Nelton Lopes da Silva, ainda está fazendo um levantamentohistórico sobre as origens da cidade, com o consequente explicação para a denominação.
  • Santa Cruz das Palmeiras (portuguesa): Em 1876, o fazendeiro Manuel Valério do Sacramento mandou construir uma cruz ao lado de palmeiras, muito comuns na região. A vila foi crescendo, ganhou o nome de santa Cruz dos Valérios e depois recebeu o atual. Em março de 1885, foi elevada condição de município, desmembrando-se de Casa Branca.
  • Santa Cruz do Rio Pardo (portuguesa): Seus primeiros habitantes foram criadores de gado. Margeada pelo Rio Pardo, ganhou o nome do curso de água e de uma igreja construída em meados da década de 1870, quando a povoação teve início. Virou município em 20 de janeiro de 1877.
  • Santa Ernestina (portuguesa): Santa Ernestina não existe no panteão católico, mas o fundador da cidade, o fazendeiro Carlos Magalhães, não ligou para isso e homenageou sua mulher, Ernestina. Foi fundada em 1904.
  • Santa Fé do Sul (portuguesa): Em maio de 1946, uma equipe de agrônomos chegou a Porto Taboado. Compraram uma gleba de 30 mil alqueires para iniciar um povoado. Em 24 de junho de 1948, foi assentada a primeira cruz e rezada a primeira missa. O nome Santa Fé foi escolhido por ter iniciais iguais s de Sales Filho, dono da empresa de agronomia, e o Sul devido localização. Virou município em 30 de dezembro de 1953.
  • Santa Gertrudes (portuguesa): Em 1821, portugueses chegaram ao local e compraram uma gleba na localidade chamada Morro Azul. As terras foram herdadas, em 1848, por Amador Rodrigues de Lacerda Jordão, o Barão de São João do Rio Claro, que em 1854 as batizou de Santa Gertrudes em homenagem mãe que acabara de morrer. Passou a município em 1948.
  • Santa Isabel (portuguesa): A antiga capela de Santa Isabel, em Mogi das Cruzes, passou a freguesia em 1812 e virou cidade em 3 de julho de 1833.
  • Santa Lúcia (portuguesa): Em 7 de abril de 1907, a fazendeira Luciana Machado de Campos doou terras para a formação de um povoado. Vinculando seu nome ao da santa de devoção, Luzia, batizou a localidade.
  • Santa Maria da Serra (portuguesa): Em 1867, o fazendeiro Thomás Firmino da Silva doou terras para construir a igreja Santa Maria e um cemitério, 600 metros acima do nível do mar – Daí o “da Serra”. Recebeu imigrantes italianos e espanhóis e emancipou-se de Piracicaba em 1959.
  • Santa Mercedes (portuguesa): O povoado, que surgiu ao redor da igreja de Nossa Senhora das Mercês, foi fundado em 1948. Virou município em 30 de dezembro de 1953. O nome vem da Virgem adorada na região, mas se trata de uma corruptela, até porque não existe Santa Mercedes.
  • Santa Rita D’Oeste (portuguesa): Em 1952, quando havia apenas pequenas propriedades na região, o pracinha Otávio Ferreira Rocha, o farmacêutico Santino Fernandes e Augusto Alves compraram 10 alqueires de terra e funcaram a cidade. Devotos de Santa Rita, deram seu nome localidade e acrescentaram o D’Oeste para diferenciá-la. Foi emancipada em 1965, deixando de ser distrito de Santa Fé do Sul.
  • Santa Rita do Passa Quatro (portuguesa): A dona da gleba que deu origem cidade chamava-se Ana Rita e era devota de Santa Rita. O “Passa Quatro” é referência a um riacho que cortava a cidade quatro vezes.
  • Santa Rosa de Viterbo (portuguesa): O casal Francisco e Francisca Feliciano pediu ao padre que benzesse uma imagem de Nossa Senhora, mas o religioso explicou aos dois que, na verdade, a imagem era de Santa Rosa de Viterbo, também muito milagrosa. A cidade cresceu em volta da capela e virou município em dezembro de 1910, com o nome de Ibiquara. Depois ficou conhecida como Iturama e acabou recuperando a denominação original.
  • Santa Salete (portuguesa): O fundador, Frederico Nogueira, chegou região em 1964. Não se sabe a data de emancipação da cidade, que era distrito de Urânia. O nome homenageia a santa de devoção de Frederico.
  • Santana de Ponte Pensa (portuguesa): A cidade se desenvolveu a partir de uma fazenda de gado chamada Ponte Pensa, de propriedade de José Karan. As primeiras famílias começaram a chegar ao lugar em 1951, com o fundador Francisco Schimidt do Prado e os herdeiros de Karan. Santana vem de Santa Ana, mãe de Maria e santa de devoção de um dos herdeiros. Tornou-se município em 31 de dezembro de 1963.
  • Santana do Parnaíba (híbrida, portuguesa e tupi): Na língua dos nativos, Parnaíba é lugar de muitas ilhas ou, ainda, rio ruim, impraticável. São referências a uma cachoeira barulhenta que havia no rio Tietê e aos canais e ilhotas existentes nas imediações. O nome religioso foi depois agregado em razão da construção, em 1580, de uma capela em homenagem a Sant’ana por André Fernandes, descendente da família que fundou a cidade.
  • Santo Anastácio (portuguesa): Em 1917, três engenheiros – Luiz Ramos, Silvano Wendel e Francisco Bravo Del Val – compraram 50 alqueires de terras da Companhia dos Fazendeiros Paulistas. Derrubaram matas e fundaram um povoado que, em 1921, tornou-se o distrito de Paz. Quatro anos depois, a localidade se desvinculou de Presidente Prudente e ganhou o atual nome, em homenagem ao padroeiro da cidade.
  • Santo André (portuguesa): A localidade surgiu de um antigo bairro de São Bernardo, o Estação, onde havia uma parada da Estrade de Ferro de São Paulo, próximo ao sítio Santo André. Em 1938, toda a região, hoje conhecida como ABC, passou a ser a cidade de Santo André. Anos depois, cada um dos atuais municípios da região foi se desmembrando da cidade pioneira.
  • Santo Antônio da Alegria (portuguesa): Fundada em 1850, em terras doadas por Francisco Antônio Mafra, um devoto de Santo Antônio, o local era escala de tropeiros que passavam pela região. Como a cada chegada de tropa era realizada um festa, foi acrescentado o “da Alegria” ao seu nome. Alguns moradores da cidade, em tom de brincadeira, a chamam de Santo Antônio do Há, Há, Há. Em 10 de março de 1885, emancipou-se de Cajuru
  • Santo Antônio Aracanguá (híbrida, portuguesa e caingangue): Uma das glebas da região era de propriedade do casal Thomás Sebastião e Amália Felício de Mendonça. Em 1919, o governo estadual fez uma demarcação de terras na região e Thomás, com medo de perder parte de sua área, fez uma promessa a Santo Antônio: doaria 10 alqueires para um loteamento, se não perdesse patrimônio. Aracanguá era o nome de uma ave comum na região e que foi extinta. Foi distrito de Araçatuba até 1963.
  • Santo Antônio da Posse (portuguesa): Por volta de 1850, quando era conhecida como Sítio da Posse, fazia parte da sesmaria de um certo Major Cruz, nas terras de Mogi Mirim. Em 1893, virou Posse da Ressaca e ganhou autonomia em 1953, quando adotou a atual nome, uma referência s suas origens e ao padroeiro local.
  • Santo Antônio do Jardim (portuguesa): O “Jardim” refere-se topografia plana da região. O santo é o de devoção de Rita Maria de Jesus, que em 1881 doou terras para a criação do distrito. Em 1916, o nome foi abreviado para Jardim e depois, em 1944, alterado para Artimísia. Como houve grande descontentamento por parte da população, voltou denominação original. Ganhou autonomia em relação a Espírito Santo do Pinhal em 1954.
  • Santo Antônio do Pinhal (portuguesa): Fundada em 13 de junho de 1860, ganhou como primeiro nome Santo Antônio do Rancho, porque, durante a guerra entre paulistas e mineiros, um rancho construído junto capela de Santo Antônio foi queimado pelos soldados de Minas Gerais. Tornou-se município em 26 de janeiro de 1960.
  • Santo Expedito (portuguesa): O povoado foi fundado em 26 de abril de 1948, cinco anos após a chegada das primeiras famílias. A cidade leva o nome do santo ao qual foi dedicada a matriz. A construção da igreja teve início em 1953 e foi concluída em 1956, dois anos antes da emancipação.
  • Santópolis do Aguapeí (híbrida, portuguesa, grega e tupi): Fundada em 1943, seu nome homenageia o fundador, Antônio Francisco dos Santos Júnior. Aguapeí (água feia) é referência a um rio cheio de aguapés que fica nas proximidades da cidade. Pertence comarca de Birigüi.
  • Santos (portuguesa): Fundada em meados da década de 1540 por Brás Cubas, foi chamada inicialmente de Nova Povoação, em contraposição a São Vicente, considerado o núcleo habitacional mais antigo do País. Para o nome atual existem três versões: herança da primeira Santa Casa de Todos os Santos, fundada pelo mesmo Brás Cubas; homenagem a um dos portos de Lisboa; e reverência aos Santos Inocentes, que são lembrados pelo calendário da Igreja Católica em 28 de dezembro.
  • São Bento do Sapucaí (portuguesa): Em dezembro de 1819, o fazendeiro Salvador Joaquim Pereira doou terreno para levantar uma capela, com o nome de Santo Bento, num trecho conhecido como Sapucaí Mirim. Daí, o nome da cidade. Virou freguesia em 1832, Vila em 1858 e cidade em 1876.
  • São Bernardo do Campo (portuguesa): Surgiu nas primeiras décadas do século 16, quando João Ramalho se estabeleceu s margens do ribeirão Guapituva, fazendo surgir o povoado de Borda do Campo. Em 1552, foi batizada de Santo André da Borda do Campo. O nome atual só surgiu em 1718, com a doação de uma sesmaria denominada São Bernardo a Antônio Pinheiro da Costa. Virou freguesia em 1812, passou a vila em 1889 e tornou-se município em novembro de 1944.
  • São Caetano do Sul (portuguesa): O embrião da cidade é a Fazenda São Caetano, fundada por frades beneditinos em terras doadas por Duarte Machado e Fernão Dias Paes Leme. Ganhou o reforço de imigrantes italianos a partir de 1877. Viro município em 24 de dezembro de 1948.
  • São Carlos (portuguesa): Chamada inicialmente de São Carlos do Pinhal, nasceu com o desbravamento dos sertões de Araraquara. A criação de uma capela dedicada a São Carlos, que acabou batizando a cidade, foi sugestão dos herdeiros de Carlos José Botelho, um dos fundadores. Chegou categoria de cidade em 21 de abril de 1880.
  • São Francisco (portuguesa): As terras onde hoje está localizada a cidade foram desbravadas pelo engenheiro Euphy Jales, também fundador da cidade de Jales. Seu nome, inicialmente, era apenas Francisco, em homenagem ao pai de Euphy, mas, por causa da religiosidade da população, começou a ser chamada de São Francisco, Emancipou-se de Jales no início dos anos 60.
  • São João da Boa Vista (portuguesa): Os fundadores da cidade – Antônio Machado de Oliveira e seus cunhados Inácio e Francisco Cândido – chegaram região em 1824, mais exatamente na véspera do Dia de São João. Pela altitude (767 metros), o local ficou conhecido graças sua vista, que acabou sendo incorporada ao nome do município.
  • São João das Duas Pontes (portuguesa): Em 1947, o fazendeiro Sebastião Batista Alves doou terras para a criação de um vilarejo, que ganhou o nome do santo de sua devoção, São João. O restante refere-se aos únicos pontos que permitiam acesso cidade, duas pontes. Foi emancipada em 28 de fevereiro de 1964, desvinculando-se de Estrela D’Oeste.
  • São João de Iracema (portuguesa): A primeira missa em homenagem a São João foi rezada em 24 de junho de 1947, data de fundação da cidade. O nome original era Poços, mas a religiosidade dos habitantes e o prestígio de Iracema, titular do primeiro cartório local, acabaram falando mais alto. Pertencia a General Salgado e foi emancipada em janeiro de 1993.
  • São João do Pau D’Alho (portuguesa): Fundada em 24 de junho de 1949 por Evaristo Cavalieri, tem São João como padroeiro. O “Pau D ‘Alho” é referência a uma árvore, comum na região, cujas folhas têm cheiro de alho. Até 1959, foi distrito de Tupi Paulista.
  • São Joaquim da Barra (portuguesa): O lugar era pouso habitual de viajantes e tropeiros no percurso entre Ipuã e Nuporanga. A cidade se originou de um ponto de venda de Manoel Damásio Ribeiro e ganhou o nome devido a um rio que corre a cidade com o nome de Barra. Por volta de 1891 já era habitado. Emancipou-se de Orlândia em 26 de dezembro de 1917.
  • São José da Bela Vista (portuguesa): Foi resultado de uma série de doações de terras feitas entre 1885 e 1889, por famílias portuguesas. Devotos de São José, os moradores uniram a vista e a localização geográfica da vila, num planalto a 760 metros de altitude, ao nome do santo adorado. Virou cidade em 1948, com o nome atual.
  • São José do Barreiro (portuguesa): Desde o século 17, tropeiros provenientes de Minas Gerais cruzavam as trilhas da região trocando ouro por mantimentos nos portos de Mambucaba e Parati, no Rio de Janeiro. Quando chovia, os caminhos de terra viraram atoleiros, o que explica o “Barreiro”. O São José é referência a uma capela em homenagem ao sento. Virou município em 9 de março de 1859.
  • São José do Rio Pardo (portuguesa): Fundada em 4 de abril de 1865 pelo coronel Antônio Marçal Nogueira de Barros, a cidade deve seu nome ao santo, do qual o militar era devoto, e ao Rio Pardo, que a corta. Ganhou autonomia em 1886 e três anos mais tarde ficou conhecida por Ter proclamado a República no dia 11 de agosto, três meses e quatro dias antes de Deodoro Fonseca enterrar a monarquia.
  • São José do Rio Preto (portuguesa): Em 1852, Luiz Antônio da Silveira, devoto de São José, doou terras para a criação de uma vila em região cortada pelo Rio Preto. Em 1894, a localidade ganhou autonomia e, 12 anos depois, passou a chamar-se Rio Preto. Em 1945, voltou ao nome original.
  • São José dos Campos (portuguesa): Fundada inicialmente a 10 quilômetros da sua atual localização pelo padre José de Anchieta, teve vários nomes: Vila Nova de São José; Vila de São José do Sul; Vila de São José do Sul; e finalmente, São José dos Campos, referência topografia da região. Virou município em 27 de julho de 1767, desmembrando-se de Jacareí.
  • São Lourenço da Serra (portuguesa): A historiografia oficial diz que o povoado surgiu em 1562, depois que o padre Belchior de Pontes articulou a paz entre brancos e tupis. Há duas versões para o nome, ambas envolvendo histórias de caçadores que teriam se perdido na região: o primeiro seria chamado Lourenç0; e o segundo, Manoel Soares de Borba, um devoto do santo. Ganhou autonomia em relação a Itapecerica da Serra há seis anos.
  • São Luis do Paraitinga (portuguesa): Em 1769, o povoado começou a surgir próximo ao rio Paratinga e, por ordem do capitão-general Dom Luis Antônio de Souza Botelho Mourão, foi batizado de São Luis. Acredita-se que o nome tenha sido uma homenagem ao santo e ao próprio fundador. Como vila, teve rápido progresso e virou município em 11 de junho de 1873.
  • São Manuel (portuguesa): Fundado em 1870, seu nome é uma homenagem a Manuel Gomes de Faria, que doou 23 alqueires para dar início ao povoado. O mesmo Manuel construiu a capela de São Miguel, em torno da qual a cidade começou a crescer. Em 1885, desmembrou-se de Botucatu e foi elevada categoria de cidade. Na época, chamava-se Bairro do Paraíso. Passou a Ter o nome atual em 1933.
  • São Miguel Arcanjo (portuguesa): O tenente Urias Emídio de Souza Nogueira, de Itapetininga, foi um dos primeiros moradores do local. Uma de suas filhas, Maximina Nogueira Terra, depois de ficar viúva, decidiu homenagear seu marido, Miguel Terra, construindo um a capela a São Miguel Arcanjo, em 1877. Foi elevada categoria de cidade em 1889. Em 1948, foi incorporada a Abaitinga e, cinco anos mais tarde, recuperou a autonomia.
  • São Paulo (portuguesa): A mando de Manuel da Nóbrega, 13 jesuítas, entre eles José de Anchieta, escalaram a serra do Mar em nome da Companhia de Jesus para Construir um colégio, inicial uma povoação e catequizar os índios. A primeira missa foi rezada em 25 de janeiro de 1554, data de fundação da cidade, que levou este nome pela devoção de Anchieta ao apóstolo de Paulo. Virou município em 1560.
  • São Pedro (portuguesa): A área dessa estância de águas, entre os rios Pinheiros e Samambaia, próximo serra do Itaqueri, era ponto de descanso de tropeiros. Ganhou autonomia em 1891 e leva o nome de seu padroeiro.
  • São Pedro do Turvo (portuguesa): Em 1850, famílias saídas de Alfenas (MG) se instalaram na região. Um dos primeiros moradores do povoado, José Teodoro Souza, ergueu uma capela próxima a dois ribeirões, que chamou de São João e São Pedro. Ambos desembocavam no Rio Turvo. Por ali, começou a surgir o povoado, que ficou conhecido como São Pedro do Turvo. Em 1876, emancipou-se de Lençóis.
  • São Roque (portuguesa): Foi fundada em 1657 pelo nobre português Pedro Vaz de Barros, que, além da família, levou 1.200 índios para a região e lá plantou trigo e uvas. O nome é referência ao santo de devoção do fundador. São Roque emancipou-se de Araçariguama em 19 de maio de 1983.
  • São Sebastião (portuguesa): Em 1636, o sexto capitão-mor da Capitania de São Vicente elevou o povoado a vila. Na época, a localidade vivia em ciclo de prosperidade. Em 8 de abril de 1875, virou cidade. O nome homenageia o padroeiro, que protegia a costa Norte do Estado de piratas e saqueadores.
  • São Sebastião da Grama (portuguesa): A colonização da região começou em 1871, com as famílias de Manoel e José Camilo. Era escala de Tropeiros e ficou conhecida inicialmente como Pouso da Grama, devido vegetação local. O nome definitivo veio depois da construção, em 1877, de uma capela em homenagem ao santo. Virou município em 4 de novembro de 1925
  • São Simão (portuguesa): Promessa era dívida para o sertanista mineiro Simão da Silva Teixeira. Quando se viu em perigo na região, garantiu que ergueria uma capela para o santo de sua devoção, caso se livrasse da morte. São Simão virou cidade em 4 de março de 1895.
  • São Vicente (portuguesa): Considerada a cidade mais antiga do País foi fundada em 22 de janeiro de 1532 por Martim Afonso de Souza. O nome homenageia São Vicente, morto no mesmo dia, em 304, na Espanha. Ele foi perseguido, torturado e morto a mando do imperador Diocleciano, de Roma.
  • Sarapuí (tupi): Espécie de enguia. No século 18, quando se chamava Capela da Fazendinha, serviu de pouso para tropeiros que iam para o Rio Grande do Sul. Ganhou autonomia em 7 de outubro de 1936.
  • Sarutaiá (tupi): Referência a um macaco de cauda peluda, muito comum na região. Quando foi fundada, em meados de 1876, chama-se Conceição do Pinhal. Em 10 de dezembro de 1906 foi elevada a distrito de Piraju e passou a ter a denominação atual. Passou a cidade em 18 de fevereiro de 1959.
  • Sebastianópolis do Sul (híbrida, portuguesa e grega): A área onde hoje está a cidade pertencia a Januário Alves Ferreira, que doou 170 alqueires Igreja para a construção de uma capela em homenagem a São Sebastião. O nome significa terra de Sebastião e ganhou o “Sul” como diferencial. Fundada em janeiro de 1905, virou município em fevereiro de 1964.
  • Serra Azul (portuguesa): Nome emprestado do maciço Serra Azul, na serra da Mantiqueira, que adquire aspecto azulado sob os raios do sol. A cidade surgiu em 1878 e virou vila em 19 de dezembro de 1906. Passou a município em 14 de novembro de 1927, quando se desmembrou de São Simão.
  • Serra Negra (portuguesa): Foi fundada em 23 de setembro de 1828, por Lourenço Franco de Oliveira. Como a vegetação das montanhas que cercavam a cidade era muito espessa, adquiria uma coloração escura quando vista de longe. Daí o nome.
  • Serrana (portuguesa): Surgiu a partir de 1890, quando o fazendeiro Serafim José do Bem e sua mulher doaram terras para criar a vila de Serrinha. Tornou-se distrito de Cravinhos em 28 de agosto de 1912, quando passou a se chamar Serrana, devido sua localização, próxima serra da Mantiqueira. Em 30 de novembro de 1939, passou a município.
  • Sertãozinho (portuguesa): É assim chamada porque a região marcava o início do sertão de Ribeirão Preto, município ao qual foi ligada até 1896. O núcleo original foi a fazenda de Inácio Maciel de Pontes, que doou terras para a construção, em 1869, de uma capela para Nossa Senhora da Aparecida de Sertãozinho, padroeira do município.
  • Sete Barras (portuguesa): Uma lenda deu origem ao nome da cidade. Consta que, séculos atrás, um espanhol descobriu ouro no rio Iporanga, derreteu as pepitas, transformou-as em sete barras e resolveu enterrá-las temporariamente, para fugir ao Fisco português. Nunca mais as encontrou. O fato é que, em 1842, foi erguida a capela do Divino Espírito Santo, ao redor da qual surgiu uma vilarejo. Emancipou-se de Registro em 1958.
  • Severínia (portuguesa): Homenagem ao sertanista José Severino de Almeida. O lugarejo começou a partir de sua fazenda, chamada Bagagem, e se desenvolveu com a chegada da Companhia de Estrada de Ferro São Paulo-Goiás, já extinta. Em 1914, ganhou o curioso nome de Chave, referência alavanca que movimenta os trilhos para fazer desvios. Em 1921, a estação de trem passou a se chamar Severínia que, em 1931, ficou com o nome definitivo da cidade. Antes da emancipação, em 1953, era distrito de Olímpia.
  • Silveiras (portuguesa): Por volta de 1800, chegaram região as famílias Rêgo Barbosa, Rêgo da Silveira, Bueno da Cunha e Antônio Silveiras Guimarães. Como a família Silveira era mais numerosa e influente, emprestou o nome para o povoado. Em 9 de dezembro de 1930, virou cidade.
  • Socorro (portuguesa): Homenagem padroeira da cidade, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Foi fundada em 9 de agosto de 1829.
  • Sorocaba (tupi): Em 1654, o capitão Baltazar Fernandes se mudou com a família e os escravos para a região, fundando o povoado que recebeu o nome de Sorocaba, que significa terra rasgada, fendida, alusão aos tropeiros que passavam pelo lugar.
  • Sud Mennucci (itlaiana): Homenagem a um professor piracicabano, a cidade surgiu da Fazenda Bacuri, que pertencia a Pereira Barreto. A emancipação aconteceu em 1959 e a intenção era chamá-la de Pioneiros. Como já existia uma localidade assim, resolveram homenagear o professor.
  • Sumaré (tupi): É uma flor de cidade, literalmente. Seu nome refere-se s orquídeas da espécie sumaré (liptopodiu giutiniferum-Baddi), que eram muito comuns na região. Fundada em 26 de julho de 1868, ficou conhecida como Rebouças até 19145 e recebeu status de município em 30 de dezembro de 1953, quando ganhou autonomia em relação a Campinas.
  • Suzanápolis (híbrida, portuguesa e grega): Homenagem a uma fazendeira alemã, ainda viva, que se instalou na Fazenda Tapir. Herna Schimidt, conhecida como Dona Suzana, loteou suas terras, dando início ao povoado de Santo Antônio D’Oeste, em 1960. Em 1964, recebeu o nome atual e continuou distrito de Pereira Barreto até 1991, quando ganhou autonomia.
  • Suzano (portuguesa): Em 1900 o local ganhou uma estrada de ferro que ligava São Paulo ao Rio. Devido a isso, algumas residências fixas começaram a surgir. Seu nome é uma homenagem ao engenheiro Joaquim Augusto Suzano Brandão, que em 1908 promoveu melhorias na estrada que já estava danificada. Em 1948, se emancipou de Mogi das Cruzes.
  • Tabapuã (tupi): A cidade, cujo nome significa aldeia indígena, reunião de ocas, nasceu nas terras doadas por João Maurício diocese de São Carlos. Virou distrito de Monte Alto, já com o nome atual, em 22 de agosto de 1907. Ganhou autonomia em 27 de novembro de 1919.
  • Tabatinga (tupi): Significa argila branca ou barro branco. No século 19, existiam na região, dois grandes núcleos, as fazendas Sant’Ana e São João das Três Barras, que deram origem ao município. Ganhou autonomia em 18 de dezembro de 1925, separando-se de Ibitinga.
  • Taboão da Serra (portuguesa): São três as versões para a origem do nome da cidade: viria de taboa, planta que nasce nos brejos e é comum na região; de taba, ou seja, aldeia em tupi-guarani; e seria referência a uma grande tábua colocada sobre o córrego Poá. O “da Serra” é referência, obviamente, topografia local. Virou município em janeiro de 1960, ganhando autonomia de Embu, que era distrito de Itapecerica da Serra.
  • Taciba (tupi): Significa formiga grande e lembra o antigo distrito de Formiga. Subordinada s cidades de Presidente Prudente e, depois, Regente Feijó, foi elevada a município em 30 de dezembro de 1953.
  • Taguai (tupi): Em tupi taguá significa barro de cerâmica. O “i” quer dizer água. O município foi emancipado em janeiro de 1960, depois da promulgação da lei estadual 5285, de 18 de fevereiro de 1959. Até essa data, o município era um distrito de fartura. Até 1944, a cidade era conhecida como Ribeirópolis.
  • Taiaçu (tupi): Em tupi, significa dente grande, mas pode ser interpretada como porco-do-mato, animal que era comum na região. Começou a ser povoada no início do século e virou município em 30 de dezembro de 1953.
  • Taiúva (tupi): Inicialmente, era chamada Itayúva, que significa amora branca e é também o nome de uma árvore nativa da região. O núcleo inicial data de 1901 e desenvolveu-se com a implantação da linha férrea que ligava Jaboticabal a Barretos. Emancipou-se de Jaboticabal em 1960.
  • Tambaú (tupi): Rio das conchas pretas. Vila fundada pelo capitão David de Almeida Santos em 1886, virou cidade em 1898, depois de subordinada a São Paulo, Itu, Campinas, Franca, Mogi Mirim e Casa Branca.
  • Tanabi (tupi): Apesar de não existir nenhum rio perto da cidade, o nome significa rio das borboletas, em homenagem cultura de um de seus primeiros colonizadores, o índio civilizado Joaquim Chico, que construiu sua choupana na localidade e ali montou uma venda. Era chamada de Jataí até 1º de agosto de 1906. A emancipação veio em 23 de dezembro de 1924.
  • Tapiraí (tupi): O significado é terra de antas, tapires, animais que eram comuns na região. Foi colonizada a partir de 1929 com a instalação de fazendas dedicadas extração de madeira e palmito. A emancipação foi em 19 de fevereiro de 1959, quando deixou de ser distrito de Piedade.
  • Tapiratiba (tupi): Morada da anta (tapir: anta; tiba; morada.) Surgiu a partir da fazenda Soledade, fundada em 1821 por Domiciano José da Souza e Mariana de Almeida e Silva. Sua filho, Carolina de Almeida e Silva, casou-se com Thomaz José Dias e, em 1897, doou 20 alqueires Igreja para pagar uma promessa feita Nossa Senhora da Conceição. Em 1898 foi construída a capela com o nome da santa, a partir de onde a cidade se desenvolveu. Em 1928, deixou de ser distrito de Caconde.
  • Taquaral (tupi): Referência s taquaras, ou seja, bambus, muito comuns na região O vilarejo surgiu de uma fazenda que já levava este nome. Em 1913, virou distrito de Pitangueiras e emancipou-se em agosto de 1993.
  • Taquaritinga (tupi): O nome significa taquara fina e branca. Trata-se de uma vegetação que era muito comum na região, principalmente na fazenda de Bernardino José de Sampaio, que doou muitas terras para a instalação dos primeiros habitantes. Foi fundada em 8 de junho de 1868, como São Sebastião dos Coqueiros. Virou município em 16 de agosto de 1892, com o nome de Ribeirãozinho. Ganhou o atual em 25 de novembro de 1907.
  • Taquarituba (tupi): Lugar onde há muitas taquaris, ou seja, taquaras pequenas, vegetais muito usados na confecção de fruteiras, abajures e outros utensílios domésticos. Foi fundada em 16 de agosto de 1886.
  • Taquarivaí (tupi): Significa taquara fina. Foi distrito de Itapeva até 31 de dezembro de 1991, quando se emancipou.
  • Tarabai (portuguesa): Homenagem ao deputado estadual Felício Tarabai, que morava em Presidente Prudente, a 30 quilômetros da cidade. Chamou-se antes Nova Itália e Nova América. Fundada em 28 de fevereiro de 1964, era distrito de Presidente Prudente. Emancipou-se em 21 de março de 1965.
  • Tarumã (tupi): Tipo de árvore que era muito comum na região e da qual hoje só existe um exemplar na cidade. Até 1993, quando se emancipou, pertencia a Assis.
  • Tatuí (tupi): Significa rio do tatu. Foi fundada pelo Brigadeiro Jordão em 1826 numa área antes pertencente Fazenda dos Frades. Em fevereiro de 1844, virou distrito de Itapetininga, ganhando autonomia em julho de 1861. A grafia original de seu nome era Tatuhy.
  • Taubaté (tupi): Aldeia legítima, residência do chefe. Era habitada pelos índios Gauianás, cuja aldeia era conhecida como Itaboaté. O povoado surgiu em 1636, com a chegada do colonizador Jacques Félix. Primeiro núcleo de habitacional do Vale do Paraíba, virou cidade em 5 de fevereiro de 1842.
  • Tejupá (tupi): Vale montanhoso. Em 1868, com a criação do povoado de Nossa Senhora do Patrocínio, instalaram-se no lugar as famílias Lenis, Ilhéus e Pífano. Em 1889, passou a ser distrito de Piraju, como o nome de Pedra Branca. Chamou-se também Belo Monte e, em 1963, com a emancipação, adotou o nome atual.
  • Teodoro Sampaio (portuguesa): Homenagem ao engenheiro, urbanista, político e escrito baiano Theodoro Fernandes Sampaio, que era filho de uma escrava e de um padre e morreu em 1937, aos 82 anos. Ele foi o responsável pelo mapeamento geográfico da região. a cidade foi distrito de Marabá Paulista até emancipar-se em 1952.
  • Terra Roxa (italiana): Quando os primeiros imigrante italianos chegaram região, ficaram impressionados com a “terra nossa”, ou seja, vermelha. Os brasileiros ouviram e traduziram de maneira errada mas o nome pegou. Fundada em 1918, pertencia ao município de Viradouro. Ganhou autonomia em 23 de março de 1949.
  • Tietê (tupi): Vem de tueté, rio fundo, ou rio por excelência. A Segunda conotação parece a mais provável, visto que o Tietê foi a via de acesso mais utilizadas pelos índios e bandeirantes para avançar pelo Interior de São Paulo. Já se chamou Freguesia da Santíssima Trindade Pirapora do Curuça e ganhou o atual nome em 1867, 25 anos depois de virar município.
  • Timburi (tupi): Nariz, bico, focinho. A cidade nasceu devido a um crime. O casal Francisco Ferreira dos Santos e Maria Prudência de Oliveira morava em Ouro Fino, no Estado de Minas Gerais. Eles cometeram um crime por volta de 1800 e iniciaram uma caminhada, fugindo da Polícia. Ao chegar região do rio Itararé e Paranapanema, estabeleceram-se no município e fundaram Timburi, nome de uma árvore, cuja madeira era utilizada para a produção de barcos e canoas, existente em grande quantidade no local.
  • Torre de Pedra (portuguesa): Referência um ponto turístico da cidade, uma pedra com 80 metros, popular entre alpinistas. Inicialmente, era distrito de Porangaba. Emancipou-se em 31 de dezembro de 1992.
  • Torrinha (portuguesa): No final do século passado, José Antunes de Oliveira, dono de terras na região, fez doações para o Bispado de São Carlos construir uma capela dedicada a São José. Próximo ao povoado, que já havia se formado em 1892, havia uma pedra com formato de torre, que acabou dando nome localidade. Em 30 de novembro de 1922, virou município.
  • Trabiju (francesa): O nome vem da palavra francesa très bijou, que quer dizer “muito jóia”. O lugar nasceu da construção de ramais ferroviários, que tinha como mão-de-obra especializada engenheiros franceses, em meados de 1900. Emancipou-se em 1997.
  • Tremembé (tupi): Significa local encharcado. Fundada em 1660, chegou a ser chamada de Jacques Félix. Em 26 de novembro de 1895, emancipou-se de Taubaté.
  • Três Fronteiras (portuguesa): Fica perto da divisa com os Estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Fundada em 12 de outubro de 1947. Nasceu como um bairro de Santa Fé do Sul. Emancipou-se em 18 de fevereiro de 1959.
  • Tuiuti (tupi): O nome significa brejo branco e foi dado pelos índios que viviam na região. Foi fundada em 20 de janeiro de 1890 com o nome de Distrito de Paz do Tuiuti, depois que o fazendeiro Januário Pinto doou as terras e construiu a primeira capela, dedicada a São Sebastião.
  • Tupã(tupi): No local, viviam duas tribos indígenas, os Caingangues e os Krenaks. Ambas foram homenageadas por Luiz de Souza Leão, que fundou a localidade em 12 de outubro de 1929 e deu-lhe nome do Deus do Trovão. Inicialmente distrito de Glicério, emancipou-se em 1º de janeiro de 1939.
  • Tupi Paulista (tupi): Tupi significa pai supremo. A cidade originou-se de uma gleba de terra que pertencia a Lélio Piza eAlmeida. Chamava-se apenas Tupi, recebendo o nome atual em 30 de dezembro de 1953.
  • Turiúba (tupi: Uma versão diz que o nome se deve a uma árvore abundante na região. Outra explica que ele vem de tory (facho) e ibá (árvore). Com o nome de Vila Gonçalves, a cidade foi fundada em 26 de maio de 1916, pelo capitão Vicente Gonçalves, um pecuarista que ergueu o primeiro cruzeiro no lugar. A 18 de fevereiro de 1959, emancipou-se de Monte Aprazível.
  • Turmalina (portuguesa): O “pai” da cidade, Zequinha de Andrade, tinha um irmão, Gerônimo, que era garimpeiro e contava histórias sobre uma turmalina (pedra semipreciosa de cor esverdeada) encontrada no rio Grande, a 30 quilômetros dali. O nome pegou. Fundada em 28 de fevereiro de 1948, emancipou-se de Estrela D’Oeste exatamente 17 anos depois.
  • Ubarana (tupi): Apesar de não existir rio algum na região, o nome da cidade surgiu de uma lenda amazônica que fala de um peixe comprido, dourado e que nadava contra a correnteza, o tabarana. A cidade se desenvolveu ao redor da capela de São Pedro, como distrito de José Bonifácio. Tornou-se município em 31 de dezembro de 1981.
  • Ubatuba (tupi): O nome foi dado pelos índios Tamoios que habitavam a região. Significa local onde há muitos caniços próprios para fazer flechas. Por volta de 1600, recebeu os primeiros colonizadores d família Sá. Virou município em 28 de outubro de 1638.
  • Ubiraja (tupi): Oficializado em 30 de novembro de 1944, o nome significa dono das árvores e da floresta e está ligado mitologia indígena. Chamou-se inicialmente São João do Turvo e, depois, Caçador.
  • Uchoa Paulista (portuguesa): Homenagem ao engenheiro Ignácio Uchoa, da extinta Estrada de Ferro São Paulo-Norte. Surgiu em 1910 como Vila Córrego Grande. Em 30 de novembro de 1938, se emancipou com o nome atual.
  • União Paulista (portuguesa): Em 1924, as terras da região começaram a ser ocupadas pela família do mineiro Martiniano Antônio Rodrigues. Quatro anos depois, surgiu um povoado com o nome de União, pela solidariedade de seus pioneiros. Em 1964, virou cidade e tornou-se União Paulista.
  • Urânia (grega): Começou a ser povoada em 1950 por grupos de pioneiros comandados por Benedito Pinto Ferreira Braga, que depois se tornou o primeiro prefeito. O nome foi dado pelo próprio Benedito, em homenagem a uma personagem da mitologia grega. Urânia (musa da astronomia). Em 1953, o lugarejo assou a ser distrito de Jales, emancipando-se em 1960.
  • Uru (tupi): Seu primeiro nome foi Santo Antônio de Uru, ainda como distrito de Pirajuí. Emancipada em 25 de janeiro de 1954, foi denominada apenas Uru, nome dado pelos índios a um pássaro muito comum na região.
  • Urupês (tupi): Referência a um cogumelo que nascia em árvores velhas ou apodrecidas, comuns na região. O nome anterior do povoado foi Mundo Novo e o atual foi estabelecido por decreto de 30 de novembro de 1944.
  • Valentim Gentil (portuguesa): A povoação nasceu com o nome de Jacilândia, em 3 de maio de 1944. Em 24 de dezembro de 1948, desmembrou-se de Votuporanga, sendo elevada categoria de município. Herdou o nome de um ex-presidente de Assembléia Legislativa, nascido na região.
  • Valinhos (portuguesa): O antigo bairro de Campinas foi elevado a município em 30 de dezembro de 1953. Há duas versões sobre a origem de seu nome: os vales que predominam na região e as valas que os imigrantes italianos abriam para separar suas propriedades.
  • Valparaíso (portuguesa): Fundada em julho de 1927, chama-se originalmente Vale do Paraíso, por estar localizada num belo vale. Ganhou autonomia em 8 de janeiro de 1937, quando se desligou de Araçatuba.
  • Vargem (portuguesa): O nome se refere topografia da região, sinônimo de campo extenso. Fundada em 22 de fevereiro de 1929, com o nome de Bandeirante, emancipou-se de Bragança Paulista em janeiro de 1993.
  • Vargem Grande do Sul (portuguesa): O nome deriva de uma propriedade de José Garcia Leal, a sesmaria da Vargem Grande, que mais tarde se transformou em fazenda. Foi confirmada como município em 1º de janeiro de 1945 com a denominação atual.
  • Vargem Grande Paulista (portuguesa): Recebeu o nome por estar localizada num terreno plano (vargem) e extenso. O paulista foi acrescentado para diferenciar de outros municípios com nome semelhantes. Fundada em 1893, emancipou-se de Cotia em 1981.
  • Várzea Paulista (portuguesa): O bairro periférico de Jundiaí era conhecido inicialmente como Várzea, por estar situado num vale. Ganhou autonomia em 1965, quando agregou “Paulista” a seu nome para diferenciar-se de municípios também chamados de Várzea em outros Estados.
  • Vera Cruz (portuguesa): A cidade, surgida ao redor de uma estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, teve seu nome escolhido pelos próprios moradores, que encaminharam um abaixo-assinado s autoridades. O antigo distrito de Marília virou município em 10 de dezembro de 1934.
  • Vinhedo (portuguesa): O nome é referência s videiras da região. Chamou-se primeiramente Rocinha, referendo-se a uma plantação por onde passavam os viajantes. Em 24 de dezembro de 1948, virou município.
  • Viradouro (portuguesa): Referência a um ponto onde terminava a estrada e os cavaleiros eram obrigados a retornar de suas cavalgadas. Foi elevada a município em 26 de dezembro de 1916.
  • Vista Alegre do Alto (portuguesa): Fundada em 25 de março de 1919, recebeu este nome por estar localizada em um monte com vista privilegiada.
  • Vitória Brasil (portuguesa): Fundada em 19 de março de 1945, era distrito de Jales. Emancipou-se em 30 de dezembro de 1993 e foi batizado por seu fundador, José Félix, que homenageou a participação dos pracinhas na Segunda Guerra Mundial.
  • Votorantim (tupi): A palavra deriva de boturantim, termo indígena que dignifica grande espuma branca e refere-se a uma queda d’água da região. Surgiu na Segunda metade do século 17, passou a distrito de Sorocaba e foi emancipada em 1º de dezembro de 1963.
  • Votuporanga (tupi): De votu (brisa) + poranga (belo, bonito, bom). A origem da cidade está ligada ao loteamento da Fazenda Marinheiro de Cima, então pertencente empresa Theodor Wille e Cia. Ltda. O município foi instalado em 1º de janeiro do 1945.
  • Zacarias (portuguesa): Fundada em 1941, leva o nome da família de seu fundador, Antônio Zacarias. Ganhou autonomia em 12 de março de 1992, coroando um processo iniciado com um plebiscito em 9 de maio de 1991. Dos 1.105 eleitores, 954 disseram sim autonomia em relação a Planalto, 17 foram contra, um votou em branco e 13 anularam suas cédulas.

Comentários

  1. Anônimo disse:

    va toma banho

  2. amanda disse:

    isso foi muito bom para meu trabalho

  3. marina disse:

    Oi sei que não sou nenhuma cretina… (certinho)
    Acho que isso ofendi um pouco as pessoas, a min não pq tenho censo de humor…+ parem e pensem um pouco°°°

    Bom gostaria de ter contato com alguém de jacupiranga,pois eu morava lá e mi mudei para Caraguatatuba-(litoral) ja tentei vários contatos + nenhum teve resultado… passem o meu e-mail para alguém e assim quem sabe não vai de mão em mão° ° °
    Desde já estou agradecida, pois tenho muitas saudades desse lugar…
    bjão pra galera do CARRAVIERI ….

  4. Anônimo disse:

    Adorei o site com so significado dos nomes das cidades. Parabéns

  5. Anônimo disse:

    porque cretino isso nao

  6. julina disse:

    olá quem nasce em Monte azul Paulista é o que ???
    obrigada

  7. shyvdshyja disse:

    oba tolgOUL

  8. jéssica disse:

    Isso me ajudou muito mesmo, tirei 10 em português!

  9. gisele disse:

    Itapira foi fundada em 24 de OUTUBRO e nao dezembro!!!

  10. paulo silveira disse:

    olá:
    interessante. faltam 3 municípios e há MUITOS ERROS..
    estou fazendo pesquisa a respeito.
    se aceitar correções.
    terei prazer em fazê-la.
    convém tam´bem separar lendas de realidade.
    mas no conjunto, é um trabalho maravilhoso.
    estou procurando saber qual é a antiga bocaiuva….

  11. paulo silveira disse:

    voce tem que esclarecer bem,,, distrito, vila, freguesia, municipio, cidade.
    só a partir de 1907 todos os municipios passaram a ser chamar cidades.
    e a partir dai vila passou a significar distrito..,
    distrito existe até hoje.
    ==
    taubaté virou vila, não cidade….
    a primeira cidade paulista foi sampa em 1710..

  12. Carlos Nicodemo disse:

    Opa… a bela cidade de Águas de Lindóia começou mesmo com o nome Termas de Lindóia, porém foi inspirado por Francisco Tozzi, no texto está escrito Fozzi, com F no lugar do T…

  13. legal,,peba disse:

    achei muito legal,,,gostaria de saber o pq de chamar paulista os que nascem no estado de SÃO PAULO…obrigado aguardo resposta