concordo com a Cah e a Sabrina tambèm o que acham de darem uma lida nesta reportagem que não foi tirada de qualquer lugar hem assim refletem antes de falr do que não conhecem alias estamos crescendo muito mais que universidade publica em todos requisitos positivos!!!!!
Públicas perdem espaço no ranking do MEC
O mais recente ranking das 20 maiores universidades do paÃs em número de alunos na graduação mostra que duas das mais tradicionais universidades públicas do paÃs -USP (Universidade de São Paulo) e UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro)- vêm perdendo, ano a ano, espaço para instituições privadas.
A USP, terceira colocada agora, tem 35 mil alunos, segundo o censo do MEC, menos do que a metade dos alunos da Unip na graduação. Em 1991, a USP liderava esse ranking, enquanto Estácio e Unip nem apareciam na lista.
Das 20 que aparecem no ranking, 14 são instituições privadas.
Entre as dez maiores, a queda mais expressiva no ranking foi da UFRJ. Em 1991, ela ocupava a terceira posição. Em 2000, caiu para a sexta e, em 2001, chegou à nona posição. Com a queda, a instituição deixou de ser a maior universidade federal do paÃs, posto agora ocupado pela UFPA (Universidade Federal do Pará).
Desde 1996, quando foi realizado o primeiro Provão do MEC, a Unip obteve a maioria (51,6%) dos conceitos C, numa escala que vai de A, o melhor, a E, o pior.
Enquanto Unip e Estácio cresciam, USP e UFRJ apresentavam um quadro de queda ou de pequeno crescimento. De 2000 para 2001, a USP, segundo os dados do MEC, cresceu apenas 2%. A UFRJ apresentou queda de 10% no número de alunos na graduação.
A única instituição pública entre as maiores a apresentar crescimento significativo de 2000 para 2001 foi a UFPA, que cresceu 10% nesse perÃodo, passando de 23 mil para 28 mil alunos.
Pela primeira vez, um centro universitário aparece na lista das maiores instituições. A UniverCidade (Centro Universitário da Cidade), do Rio, já aparece como a 16ª maior instituição de ensino superior.
O mais recente ranking das 20 maiores universidades do paÃs em número de alunos na graduação mostra que duas das mais tradicionais universidades públicas do paÃs -USP (Universidade de São Paulo) e UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro)- vêm perdendo, ano a ano, espaço para instituições privadas.
A USP, terceira colocada agora, tem 35 mil alunos, segundo o censo do MEC, menos do que a metade dos alunos da Unip na graduação. Em 1991, a USP liderava esse ranking, enquanto Estácio e Unip nem apareciam na lista.
Das 20 que aparecem no ranking, 14 são instituições privadas.
Entre as dez maiores, a queda mais expressiva no ranking foi da UFRJ. Em 1991, ela ocupava a terceira posição. Em 2000, caiu para a sexta e, em 2001, chegou à nona posição. Com a queda, a instituição deixou de ser a maior universidade federal do paÃs, posto agora ocupado pela UFPA (Universidade Federal do Pará).
Desde 1996, quando foi realizado o primeiro Provão do MEC, a Unip obteve a maioria (51,6%) dos conceitos C, numa escala que vai de A, o melhor, a E, o pior.
Enquanto Unip e Estácio cresciam, USP e UFRJ apresentavam um quadro de queda ou de pequeno crescimento. De 2000 para 2001, a USP, segundo os dados do MEC, cresceu apenas 2%. A UFRJ apresentou queda de 10% no número de alunos na graduação.
A única instituição pública entre as maiores a apresentar crescimento significativo de 2000 para 2001 foi a UFPA, que cresceu 10% nesse perÃodo, passando de 23 mil para 28 mil alunos.
Pela primeira vez, um centro universitário aparece na lista das maiores instituições. A UniverCidade (Centro Universitário da Cidade), do Rio, já aparece como a 16ª maior instituição de ensino superior.
Paloma dá seu palpite,
setembro 24, 2008 @ 21:50
concordo com a Cah e a Sabrina tambèm o que acham de darem uma lida nesta reportagem que não foi tirada de qualquer lugar hem assim refletem antes de falr do que não conhecem alias estamos crescendo muito mais que universidade publica em todos requisitos positivos!!!!!
Públicas perdem espaço no ranking do MEC
O mais recente ranking das 20 maiores universidades do paÃs em número de alunos na graduação mostra que duas das mais tradicionais universidades públicas do paÃs -USP (Universidade de São Paulo) e UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro)- vêm perdendo, ano a ano, espaço para instituições privadas.
A pesquisa, elaborada com dados do censo do Ensino Superior do Ministério da Educação de 2001, mostra que a Unip (Universidade Paulista) consolidou a liderança no ranking, com 81 mil alunos. O maior crescimento proporcional, no entanto, foi da Universidade Estácio de Sá, do Rio, que ultrapassou a USP no ranking ao chegar aos 60 mil alunos, um expressivo crescimento de 76,6% no espaço de apenas um ano.
A USP, terceira colocada agora, tem 35 mil alunos, segundo o censo do MEC, menos do que a metade dos alunos da Unip na graduação. Em 1991, a USP liderava esse ranking, enquanto Estácio e Unip nem apareciam na lista.
Das 20 que aparecem no ranking, 14 são instituições privadas.
Entre as dez maiores, a queda mais expressiva no ranking foi da UFRJ. Em 1991, ela ocupava a terceira posição. Em 2000, caiu para a sexta e, em 2001, chegou à nona posição. Com a queda, a instituição deixou de ser a maior universidade federal do paÃs, posto agora ocupado pela UFPA (Universidade Federal do Pará).
A lista das dez maiores instituições desde 1991 reflete o quadro -já apontado por pesquisas anteriores do ministério- do aumento da participação do setor privado no ensino superior. Em 1991, seis das dez maiores instituições de ensino superior eram públicas. Em 2000, passaram a ser quatro. Em 2001, apenas três (USP, UFPA e UFRJ) constavam da lista das dez maiores.
Unip e Estácio usam estratégias diferentes de crescimento. A Unip, do empresário João Carlos Di Gênio, cresceu vertiginosamente usando, segundo o próprio, a estrutura da rede de escolas e cursos pré-vestibulares Objetivo, que pertence também a ele.
Os 40 campi da Unip, em geral, ficam próximos de escolas ou cursos do Objetivo, o que favoreceu a expansão, principalmente em cidades do interior de São Paulo. Além de São Paulo, a universidade abriu unidades em Goiás, no Amazonas e no Distrito Federal.
Desde 1996, quando foi realizado o primeiro Provão do MEC, a Unip obteve a maioria (51,6%) dos conceitos C, numa escala que vai de A, o melhor, a E, o pior.
A Estácio, do juiz aposentado João Uchôa Cavalcanti Netto, cresceu no Rio com uma estratégia agressiva de marketing combinada com uma polÃtica de expansão usando a infra-estrutura de colégios de ensino médio.
Em vez de construir novos prédios, a Estácio fez parcerias com colégios do Rio usando, principalmente à noite, o espaço cedido para criar novos cursos. Hoje, a instituição possui 27 campi.
A universidade também chegou a oferecer alguns cursos de graduação a R$ 150 mensais. Por isso, foi acusada pela concorrência de prática de dumping (venda por preço abaixo do custo para afastar concorrentes).
Assim como a Unip, a Estácio também tem uma maioria (60%) de conceitos C no Provão do Ministério da Educação.
Enquanto Unip e Estácio cresciam, USP e UFRJ apresentavam um quadro de queda ou de pequeno crescimento. De 2000 para 2001, a USP, segundo os dados do MEC, cresceu apenas 2%. A UFRJ apresentou queda de 10% no número de alunos na graduação.
A maioria (78,5%) dos conceitos da USP no Provão desde 1996 foi A ou B. Na UFRJ, essa porcentagem é maior ainda: 93% de conceitos A ou B.
A única instituição pública entre as maiores a apresentar crescimento significativo de 2000 para 2001 foi a UFPA, que cresceu 10% nesse perÃodo, passando de 23 mil para 28 mil alunos.
Pela primeira vez, um centro universitário aparece na lista das maiores instituições. A UniverCidade (Centro Universitário da Cidade), do Rio, já aparece como a 16ª maior instituição de ensino superior.
Fonte: Folha de S. Paulo - Antônio Gois
[Folha de S. Paulo]
Paloma dá seu palpite,
setembro 24, 2008 @ 21:47
Públicas perdem espaço no ranking do MEC
O mais recente ranking das 20 maiores universidades do paÃs em número de alunos na graduação mostra que duas das mais tradicionais universidades públicas do paÃs -USP (Universidade de São Paulo) e UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro)- vêm perdendo, ano a ano, espaço para instituições privadas.
A pesquisa, elaborada com dados do censo do Ensino Superior do Ministério da Educação de 2001, mostra que a Unip (Universidade Paulista) consolidou a liderança no ranking, com 81 mil alunos. O maior crescimento proporcional, no entanto, foi da Universidade Estácio de Sá, do Rio, que ultrapassou a USP no ranking ao chegar aos 60 mil alunos, um expressivo crescimento de 76,6% no espaço de apenas um ano.
A USP, terceira colocada agora, tem 35 mil alunos, segundo o censo do MEC, menos do que a metade dos alunos da Unip na graduação. Em 1991, a USP liderava esse ranking, enquanto Estácio e Unip nem apareciam na lista.
Das 20 que aparecem no ranking, 14 são instituições privadas.
Entre as dez maiores, a queda mais expressiva no ranking foi da UFRJ. Em 1991, ela ocupava a terceira posição. Em 2000, caiu para a sexta e, em 2001, chegou à nona posição. Com a queda, a instituição deixou de ser a maior universidade federal do paÃs, posto agora ocupado pela UFPA (Universidade Federal do Pará).
A lista das dez maiores instituições desde 1991 reflete o quadro -já apontado por pesquisas anteriores do ministério- do aumento da participação do setor privado no ensino superior. Em 1991, seis das dez maiores instituições de ensino superior eram públicas. Em 2000, passaram a ser quatro. Em 2001, apenas três (USP, UFPA e UFRJ) constavam da lista das dez maiores.
Unip e Estácio usam estratégias diferentes de crescimento. A Unip, do empresário João Carlos Di Gênio, cresceu vertiginosamente usando, segundo o próprio, a estrutura da rede de escolas e cursos pré-vestibulares Objetivo, que pertence também a ele.
Os 40 campi da Unip, em geral, ficam próximos de escolas ou cursos do Objetivo, o que favoreceu a expansão, principalmente em cidades do interior de São Paulo. Além de São Paulo, a universidade abriu unidades em Goiás, no Amazonas e no Distrito Federal.
Desde 1996, quando foi realizado o primeiro Provão do MEC, a Unip obteve a maioria (51,6%) dos conceitos C, numa escala que vai de A, o melhor, a E, o pior.
A Estácio, do juiz aposentado João Uchôa Cavalcanti Netto, cresceu no Rio com uma estratégia agressiva de marketing combinada com uma polÃtica de expansão usando a infra-estrutura de colégios de ensino médio.
Em vez de construir novos prédios, a Estácio fez parcerias com colégios do Rio usando, principalmente à noite, o espaço cedido para criar novos cursos. Hoje, a instituição possui 27 campi.
A universidade também chegou a oferecer alguns cursos de graduação a R$ 150 mensais. Por isso, foi acusada pela concorrência de prática de dumping (venda por preço abaixo do custo para afastar concorrentes).
Assim como a Unip, a Estácio também tem uma maioria (60%) de conceitos C no Provão do Ministério da Educação.
Enquanto Unip e Estácio cresciam, USP e UFRJ apresentavam um quadro de queda ou de pequeno crescimento. De 2000 para 2001, a USP, segundo os dados do MEC, cresceu apenas 2%. A UFRJ apresentou queda de 10% no número de alunos na graduação.
A maioria (78,5%) dos conceitos da USP no Provão desde 1996 foi A ou B. Na UFRJ, essa porcentagem é maior ainda: 93% de conceitos A ou B.
A única instituição pública entre as maiores a apresentar crescimento significativo de 2000 para 2001 foi a UFPA, que cresceu 10% nesse perÃodo, passando de 23 mil para 28 mil alunos.
Pela primeira vez, um centro universitário aparece na lista das maiores instituições. A UniverCidade (Centro Universitário da Cidade), do Rio, já aparece como a 16ª maior instituição de ensino superior.
Fonte: Folha de S. Paulo - Antônio Gois
[Folha de S. Paulo]
Cah dá seu palpite,
setembro 24, 2008 @ 17:59
Tipo de boa, pode falar o que for da Unip, mas pelo menos ela é melhor que a UniRadial e bem mais conceituado no Mec neh?!
Isso ninguem pensa, então antes de critica-los , vai pesqueisar mais faculs…Banda de troxas…E alem do mais ela é bem mais barata qwue muitas por ai.
Sabriana Machado dá seu palpite,
setembro 23, 2008 @ 17:12
Olha sou estudante da UNIP e nao acho o ensino ruim muito pelo contrario é uma universidade que vem crescendo positivamente cada vez mais, a questao é a seguinte entrar em universidade particular é facil nisso ate concordo porem sair dela é que dificil o ensino nao deixa a desejar meus Professores todos dão aula na UNICAMP também e dizem que em questão de ensino não ficamos para traz muito pelo contario exatamente por pagarmos damos muito mais valor em aprender do que a maioria dos alunos das Universidades Publicas, portanto antes de criticarem ou falarem pesquisem a fundo e tenham opnioes fundamentadas em coisas concretas que vocês tenham vivenciado, caso não tenham é simples conheçam antes de falar.